Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE OUTUBRO
   
                John Lennon ( ex-Beatle )
                                                 
                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


De fato disse-me caos


Te deixei ao deitar sedas e ramos
onde fugi com os maus conselhos
para distante que fosse o desarvorar
do respirar o livre respirar fugidio
ao escapar lamentos ou suspiros

Em sol levante anteposto ao amargor
do distar o sentir que ousa desafios
amante requerer a paz insustentável
diante das batalhas pela vida ímpia
osmose de alma em córregos líquidos

Estando no pertencer do sagrado céu
entre temporais de mil esgotamentos
silente embebida nas lágrimas tristes
num instante lustro esquálido tempo
assim sem amores, inerte pendores

Do meu eu em grito, debilitada paixão
pretendo o charme do invisivel amor
cálido espaço o tempo entre as tardes
nas horas duras em chamado mudo
e caída solene, maltratada redimida

Sou em sepultas urnas o véu de cinzas
ainda que amada a sombria sordidez
de o ser objeto de cada mesa posta
indefesa nos copos de cristal pureza
ao padecer o fim antes dos instantes

E as mãos pedintes, regadas a água
como a lavarem de si tanto repensar
emergida de agrados tanto destinos
enregeladas do amanhã deseperado
no pedirem sossego desesperançado

Envolta em selva com irrisória pedra
a demolida entre rompantes jurados
promessa viva, estival ou primavera
selada de costumes por sorrir traída
um bastar de entregas jamais remidas

Te voltar ao céu qual ofereci rendida
ao crer que temos algo demais amado
servida ao cadafalso como carrascos
poderio aos pés que fogem da mentira
forças que me fraquejam torturantes

Jamais a te amar, te ferver ao inverno
aquecer as frias semanas do passado
por ti embarquei venturoso o cansaço
mares queimados de iluminada ilusão
os dias esquecidos em marés de ocaso

Mas com este tempo diremos conseguir
esta esperança terna pretender saber
essas ânsias coradas de calor humilde
sou divergente que alumia indiferença
a tão tonalidade cinza a esteira verde...
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 14/08/2018
Alterado em 14/08/2018
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