Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONA DO MÊS DE ABRIL                   

                 Simone de Beauvoir ( escritora )
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos

Estranho visto no abismo
Sendo dôr, sem felicidade, amargo recesso
o solitário em incerta fome de amar
um no carente de suar o prazer perdido
o seu querer que nunca basta desejar
rezas por sentir a vida irrelevante sina

solitário qual enfermo desprazer de ter
o possuir que denota o despreparo da vida
semeado de sofrimento, aprendiz de santo
cansado de si, consigo no carregar as culpas
perdido nas amarras do segredo coração

inerte de prazer, imerso no infinito limitado
calejado do perseguir sonhos requentados
só e somente repetido cada ato sobreaviso
inerte de saber, requerer, um nunca bastar
muito desejado ou por nada conquistado

relutante, castigado pelo fim mil amizades
desprezado sem amores nas horas perdidas
acostumado a ficar velhaco de esperanças
em seu dormir sem afagos desesperados
a esquentar seu leito com o frio sem paixão

beija a reza que desfaz, sorri com falsidade
ao pertencer à humanidade que despreza
sentir o refluir da idade que não lamenta
e este ficar distante de apaixonados flertes
sonhando com a ilusão de mera felicidade
Francisco Carlos Amado - mãe-pai de Avatares
Enviado por Jurubiara Zeloso em 15/04/2018
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