Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE SETEMBRO
   
        RAINHA ELIZABETH II ( Queen of the England )
                      
                           

                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos



Dentre pisos destruídos
ruínas loucas de feltro
embutidos sentires fardo
da louca dôr sem final
o intenso padecer mural
meu ego em suplante ar
elevado senso sem amôr

Calejados os pés árduos
esta paixão imersa seca
carente de coração fôrno
o aquecer-te lodo d'alma
o enfim transtornar reza
embate de duas frágeis
asas que colorem sinais

O dolorido ensejo antigo
estágio de sofrer eterno
num só limiar repetido
cavando o certo errado
elevado que seja preces
a vida entronizada roída

O instante de heróis vis
na vilania de bondades
e um terço pra rezar nú
orações em horas acres
lacrimais quão vertidas
em torno de ti nublado

O Teu lamentar incolor
meu secar desesperar
na face transmutante
o tanto de meu perder
minutos latejando fios
tremer escuro no salão
os nervos fartos do frio

Aço de sofrimento rijo
tentação de viver longe
na espera dum perdão
longe na morte perecer
o tanto de querer fugir
e esta santa dormência
dormir tedioso concluir
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 15/04/2018
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