Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONO DO MÊS DE AGOSTO
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                       Victor Hugo ( Romancista Francês )
                      
                           

                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


  E de frontes e rápidas falsas
  moldes em modas presepadas
  na face em disparos feitos
  das mil moradas prometidas
  o tanto de sustos em pedra
  falidas e castas fotografias
  e o tudo mais perdido, longe!
  
  Um carpete devido custo
  a atapétar, ocultar pelúcias
  num feltro de amarguras...
  o susto, o desvio da face
  cada canto em domicilios
  na minha casa erodido lar
  cansa-me orgulho mineral

  Só, em jardim, cegas flores
  esta vista quão é atrevida
  a olhar o relampago vulto
  rajadas de ventos amargos
  deveras frio, réu insuspeito
  desss crime, quase castigos
  plural mundo de rochedos!

  E o tumular vazio, meu vício
  uns sonhos dentro da inércia
  do tudo que pára e consome
  ou certo de que errar é vida
  e acertar é o desistir de ser
  antes do morrer enregelado
  sobreviver no antro residido

  Me acossa o virar a cabeça
  sentir o ar que tem mentiras
  o respirar aflito com temor...
  na certeza dos desalentos...
  resfolegar eterno da poesia
  verbos vindos a atraiçoar!
  mentir como serve verdade

  A pedra como corpo, rosto
  feridas na ventania rolante
  e os ares pedintes devoram
  parte do escuro ousa negar
  porém, adianta-me, desiste
  convém ficar sem amores
  e olho pros lados, medrosa! 

  A temeridade, como exige
  cada frio destemor conjura
  e falha esperanças remidas
  casta luz e iluminada nudez
  brilha-me a verdade surda
  num tropel antigo sem rudio
  os tempos corridos vesgos!

  Louca que és, pede trevas
  tanto de ti promete destino
  e constar armada de ecos
  repetir as falas não ouvidas
  e pede-me o enlouquecer...
  e convence meus limites...
  surpreende enfim o abismo
    
  
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 12/03/2018
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