Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

     PATRONO DO MÊS DE JUNHO
        Albert Einstein in 1946 photo by Fred Stein
                                  Albert Einstein 
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


Entregue à desapegos


Te despedaçou, te destravou o medo, impõe conceito
na dôr sozinha nunca se afasta os valorosos, do amor
e ele se mostrou gravitando entre fardos ou desgraças
Nunca somente a perder-se porém sofre com valentia!

Arranca sonhos, esfarela ruínas e abre tanto abismos
e te coloca no seu lugar, com afrontas ou desesperos
convence-nos ferir como tivesse peculiar mão tremida
Insulta o vazio com o despejo infame dos desamores

Te coloca freios nas lágrimas, esfriando a temeridade
numa oferta de rigores e propósitos, sem testemunhos
faz padecer cada célula a penhorar doçura no silêncio
E ondula marés da sorte que o afã de ser, compadece

Te assusta no murdo, na infância carente, com temores
evoca as sombras quão sozinhos estarmos já confusos
somos uns reús embalados por nome oculto da solidão
Ferimentos que causam saudade essa vontade calada

Te sedimenta ainda que no concreto se aqueça virtudes
o esgar do sorriso de mágoas, como a enregelar a vida
ermos que sejam cada passos dum passeio nos jardins
Tudo que tivermos em vão será o dia perdido na ilusão!
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 18/02/2018
Alterado em 18/02/2018
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras