Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONO DO MÊS DE AGOSTO
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       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


Ao acordar de um velar acesas cantorias
no rompante de um ocaso sem amanhãs
sofrerdes como despertar entre pedras
e maus caminhos nos espetos espinhos
todo um momento incerto de mil sonhos
enfim acordado imersivo qual estrelas...
longe benesse dos mares nesta vida só

No ilustre sonho ante foragido despontar
este consumo de si entre realidades nuas
falsidade e modéstia, temor e crepúsculo
a onda de oceanos sem paixão belancear
tudo por fazer, tremendo numa explosão
ditames do dia acossados de horas lume
minuto a minuto a lutar os descaminhos!

O que pode mudar, esvaiu-se, desarmou
calado num fio dinamite essas comoções
impávido aviso dos gloriosos relutantes
a vida a se extravasar em córrego fardo
meu eu, arfante, sofrido, cada embuste
o todo que me atormentas lembrar vidas
tontear uma larga beira de desventuras!

E o anterior pesadelo das coisas temidas
o cerne atômico da maldita inconfidência
conflituar-se na revolta que nem libertou
no entender insistente o querer insultos
como armas que não despertam imortais
pálidos costumes de uma hora ferimento
tempo de lápides a dormirem uns heróis

Em tumulares dos antigos, velhos doces
a amargura do minuto que é sabedorias
a perda e danos do ser que só padeceu
entre muitos quais esperam deserdados
entre ontem falecido e o passado revide
calmos na industriosa terra que escavam
senhores cansados de acomodar ilusões
ou damas do passado a rever  a solidão! 




 
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 29/01/2018
Alterado em 29/01/2018
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