Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


    Ser feliz, andar a esmo, situar-se entre as favoritas na bondade dos outros, tudo por meu amor aos outros, desejosa de agradar felicidades. Sou a nerd, a CDF, a culta e profana poetisa de todos. E eu caminho entre flores, como ante entre ruínas ou perdedores de  meu amor ajuizado. Agora mais que flores e as meninas da minha vida, mulehres honradas, lésbicas como eu, antenadas nessa alegria do dia a dia, em casa e em comunidade feminina. Somous unidas ee usou delas o patrimônio dos desejos, afetos, a coragem de pagar as contas. E trabalho muito!    

    Recebo a visita inesperada do amor, o de sem gênero, sem dissabores ou políticas azedas de viver triste entre reinos ou governos. Veio a mim quase que andando solene, flutuando entres as asas de uma esperança, batendo na porta lateral de casa que mal usamos. Não me pediu nada, em por nada convidou-se. Chegou como eu chego igual, cheia das virtudes, impondo a verdade sem adjetivos nem apelativos. E eu sou sua e somos nós! Senta-se na mesa me sorrindo palpites, paixões, concessões liver - enfim toda a sua realidade benéfica que devia ser de todos, até dos maus. Somos seus ou seremos todas, um amor como nome de eternidades mesmo entre camas separadas...    
    Me recordo da visita, e não planejada, mas em socorro de meus sonhos
mal conduzidos, perdidos ontem, dentro de chuvas e das lágrimas da tarde. Ele me pediu que o chamasse de tudo, mulher ou homem, mutável como se deve a cada amor indiferente ou não! Não tem sexo, vem me ver como é visto entre místicos, heróis, heroínas e sexualidades diversas!    
    Falou-me da tentativa, e promessas e erros, de fazer amar os maus, abrir os seus corações, sentirem a vida sem monstros ou colheitas ruins.   Fazer dos piores um quê de esquecimento dos seus erros tão falazes, tão insignes, como se pudesse ousar a maravilha! E temos que nos iludir, sempre!

    Soube de mim, das poesias solitárias, das que dizem ofertas de sofrer e esperanças vivas de sorrir. Quase chorei por ele me dizer as coisas assim...e queria de mim a continuidade de minha fé com escrita, dessa santidade de minha caneta, alma de mulher que sou, despertada como poetisa delicada - e de fato sou mas nem tão delicada como devia de ser! Mas nisso ele não se enganou, como haveria de repetir em cada fim de suas palavras douradas. E não veio pregar bençãos e nem desafios. Assim fez bem como sempre faz!     
    E insiste a me falar das coisas de amor, sentimentos iguais, sempre sem vazios. E ouço a sua voz perene, sussurrada mas bem audível.
     
    O amor tem nomes vários, ele me diz, encantadaos ou desgastados. Sou uma parte dele, de todos nós, tem vida ou alcance ilimitado. Sim, fala muito de suas esperançazinhas comedidas, entre os seres, conforme pode, desaguando a sua influência quendo o mundo o permite. E tem medo de se perder um dia entre nós, criticado ou esquecido, encilhado pelo temor, pela ignorânica, este materialismo crescente, tão mudano. E "ele" não envelhece suas certezas...    

    Sabe perdoar,  mesmo que morramos sem paixões, sem ninguém, sem viver a grandeza dos mortais. Não tem religiõa, não sabe ser deus, ignora santos e nem se faz de salvador esperado. Amor é como a Verdade, a sua prima e mais valente demolidora de falsidades. Ambas queria vior a mim, mas a verdade tem sua luta sem fim, embarcada num oceano de ilusões nossas, e contra as mentiras do mundo. Sei das duas e só o amor me visita por minha obra mal reconhecida. E não estou só, minhas moças e namoradas o viram chegar em silêncio e compreenderam que sentavam pra ouvir mais, e eu idem.    

     Alguns morrem por ele e suas causas. Ele compreende bem, veio mais que dizer isso. E que morremos em seus braços, como em Morfeu - hpje senhor dos sonhos e merecimentos - que segura consigo as esperanças incompletas, mesmo que demorem alcançar as suas praias distantes. Agora me aponta os seios, a sede quente e formosa de meu ser, o coração poeta! Me aquece com sua mão espalmada o meu peito ansioso, sem maldade, impudico de flalsas necessidades! Sabe que bate a felicidade que sobrou, o sentimento que é sua carne, sua verdade, o que sou unido a ele. Se oculta como sepre diz, mas está sempre presente. Morrerá comigo um dia, me planejando o paraíso dos poetas bons, tais sofredores da vida, sabendo que eu mereço essa bondade - mesmo que a eternidade seja pouca e venha o reecarne mortal, outra vez seguida de esperanças novinhas de ser vida outra vez!    
    Fala tanto, se expande, acalenta-me com seu brilho frágil. És amor como se deve apresentar, neste caso em  minha casa modesta. E não é anjo, nem demônioo, nem divindade com atributos errados. Está só, como sempre estará no infinito e alpém de  nós. Dá calor Às estrelas pra servir é de promessa de mais amor entre astros crescidos e seres vivos estranhos ou vivos demais ao mundo! E seu mundo é espaço, distante, completo, próximo como deveria, mas não o escutamos sempre - assim me diz com amargor na sua linguagem.    

    Quer ir embora, mas não se despede. Se ausenta, quase a sumir depois da porta de onde veio, E diz coisas mais lindas ainda e ficam no reservado de meus lábios, na  secreta ou seleta verdade de meu ser, e me calo e direi disso em outras poesias, aos poucos revelados! Suas palavras suaves, seus lábios vermelhos de vontades outras, só me caem céleres no ouvido vasto, memorizadas, e pra fazer isso veio a mim! De fato veio porque eu quis e orei por ele, ela, e como quiser que seja. Amor m deve a visita outra vez, nalguma hora futura de regresso ao jardim aclamado por poetas, no fim em si mesmo. E eu o esperarei desse já!    

    Parte de si, que me deixou encargo e fala mansa, já permanece aqui - bem escrito e juramentado por um tempo - na memória, para os pretéritos versos, como segredos afins. e termino sem embargo padecer, pois devia é continuar com a discussão simples, a verdade no coração, Mas me foi imposto o calar ao ver que sua visita renderia mal entedidos, como sempre.     E vou embora por ora, com o coração marcado, selado - enfim, sim! e direi que foiu salutar a conversação sem delitos, sem ameaças, sem nada a trocarmos. E sómente a Verdade, o Amor, o Humanismo e a Paz serão bem vindos à casa de minha vivência, o hoje e o agora sempre. quem sabe se me visitam todos, assexuados, mutantes, verazes?    

Será que existem outras visitas inesperadas pra nós todas?
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 24/01/2018
Alterado em 24/01/2018
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