Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

PATRONA DO MÊS DE JANEIRO              
              Bárbara Heliodora (1758 – 1819)
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


E deduzo que me retiras alma e prazer
sem preencher segredo cáustico da vida
inflamando os meus erros encantados
emperrado por lágrimas não as suas
e choras nú por me pedir revelações...

Me afagas as mãos imersas no nada
e olha-me como frio horizonte infreme
apaixonado pelo esvaziado couraçado
frigido emocional que lhe convido haver
e de ego escuro pertences qual trevas
mas não sabes me olhar os amanhãs!

Um punho num riste, um grito feroz!
meu temor ou demais fronteiras frias
consigo a me retirar limitares coragem
na incerteza captura desse meu amor
e lhe direi as estrelas que o deserdou

Furto mentiroso de alguma lenda infame
conjura-me retirar o que resta além de si
e a mim coroar as trevas conquistadas
meu nome enervado nas mentiras vãs
quais sementes cavadas nas searas vis
sendo teu o vigor das responsabilidades

O semblante rijo, a face de outra farsa
tudo por ti a deixar-me tristeza encovada
o sismo ressoado de um terremoto lento
ao desabar contigo e eu mesma desperta
deserdados de nossa afronta de amantes
sempre o meu nome refletir temeridade...

E te quero a explicar, solucionar sentença
porque me roubes esperança sem versos?
e neste calejar façanhas covardes, iníquas!
porque  consome aflição, insinuando caos?
e nessa hora negra de meros apocalipses!

 
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 08/01/2018
Alterado em 08/01/2018
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