Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos


Me dói, me consomirá
e te direi comigo o ego arfante
chorado a tanta míngua
num tom pastel sofrer
diluídas lágrimas secas
a fonte que me seca feridas
o orvalho em prantos só

Dormes quieta filha cinza
enfurnada em um covil distante
suave bondade lentamente 
o anil destilar senil viver
meu prantear convosco
seu dolorir um sonho mau
nessas flôres tão justiçadas

Entoei o canto indelicado
num servir dos amargos sisos
e este vozerio de tão longe
somente o meu temor
o tremer o que não é frio
parcelas de minha culpa
encanto-me resserenada...

Ao leste de meu afluente ser
de ocidente do meu destinar
um passo esses desapegos
sonhos delirantes refletidos
tanto instante é adormecido
embora ser desolador afinco
direi o que restou caminho

Aponto a poesia sem lápis
augusto que fosse meu reino
o desdizer das boas palavras
melífluas e verbos encadeados
sopa de letras sem notícias
façanhas na minha arte finada

Correntes que me ajustaram
tempo que acalmou o delito
essa sina investida pelos dias
que me recrimina ausências
embalada em triste cantilena
enfeitada de cem ilusões
sonoros ecos das verdades!




"A meu ver inspiração advém do sofrer, tanto quanto nos abate e nos dói,
o bastante para querer nos manter feridos e sedar a aventura de viver..."
                                ( Jú, após a perda da mãe. 2014 )
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 27/09/2017
Alterado em 27/09/2017
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