Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos

Sócrates o Grego, o tal da fala em cima da bucha...
Para Sócrates que viveu em Atenas, a felicidade e a sabedoria consistiam na prática da virtude. Ao ensinar, ele não assumia a posição de um professor tradicional, declinando vertentes veniais do ser ou só nomeando lições. Ao contrário, ele dialogava certeiro, discutia muito e fingia que não sabia nada, e que era ignorante para forçar as pessoas a usarem a sua própria razão. A partir do pressuposto minimalista “Só sei que nada sei”, que consiste justamente na sabedoria de reconhecer a própria ignorância, iniciava-se entretanto a busca do saber. Ele estimulava as pessoas a terem opinião e correção próprias, mais acertadas, pois o verdadeiro conhecimento tem que vir de dentro, usando a razão, ou é ser racional. Durante a conversa conseguia levar o seu interlocutor incrédulo a pensar e ver os pontos fracos de suas próprias reflexões. Todo aquele que conhecesse o bem nunca praticaria o mal. "HOMEM, Conhece-te a ti mesmo” era uma de suas máximas conhecidas.

Sócrates acusado de “corromper a juventude” encontrou a seguinte acusação afixada em praça pública, conforme costume ateniense:

“Sócrates é culpado de crime; primeiro, por não adorar os deuses que a cidade adora, introduzindo novas divindades de sua criação; depois, por corromper a mocidade. A penalidade devida é – a morte.”

Suas críticas à ordem ateniense, suas criticas contra a injustiça e abuso de poder, na época acabaram por levá-lo à morte, ou seja, foi indiciado por falar de um Deus incausável, sem nomeadas terrenas, não por demais fanatizante, longe dos homens que só inventam deuses; e sabia que iria perder a vida em defesa do livre pensamento, dos seus ideais e na sua recusa em acreditar em qualquer outro Deus, fossem nacionais, estrangeiros ou impingidos. Foi julgado, acorrentado na cela por trinta dias e condenado a beber cicuta ( veneno cáustico e mortal ) sem apelação. Quando interpelado pelos juízes, sobre qual a penalidade que julgava deverem aplicar-lhe, disse:

“Pelo que tenho feito por vós e por vossa cidade, deveríeis
sustentar-me pelo resto da vida, à custa do governo.”

Sócrates, com 70 anos, todavia achou melhor ter de morrer. Não pediu o perdão. Achava uma missão sagrada não finda ter ao menos dedicado a sua vida à procura do saber intenso, à análise de si mesmo e dos outros. Era preferível morrer com todas as faculdades intactas, do que continuar vivendo a consumir-se numa segunda infância indigna e descabida. Não deixou nada escrito apesar das notas de alguns alunos sobre ele, mas mudou o mundo ocidental com seus pensamentos, foi um doutrinador sem apegos que pregava elevados preceitos morais. Seu saber consistia em questionar, perguntar e assuntar, este sustentar que todo o seu ser continha e que resumiu-se no seguinte:
“Sei que nada sei”, “sabia que não sabia nada”. Estava, ao que parecia aos seus conterrâneos, só começando a saber e entretanto sabia dos riscos de seu fim imediato sem ir mais pra frente.

Ele compreendeu que nenhum homem sabe verdadeiramente nada, mas o sábio entre os homens é aquele que reconhece isso. Conhecemos a vida de Sócrates, sobretudo através de Platão que escreveu muitos Diálogos, ou conversas filosóficas, nas quais Sócrates aparece. Mas existem pelo menos três versões de Sócrates, para um Sócrates histórico. A versão de Aristófanes, a de Xenofonte e a de Platão.
Quando Platão dá a palavra a Sócrates, não podemos afirmar com toda certeza que foi Sócrates quem realmente disse tais palavras.
Enfim o legado "homeopático" do seu pouco saber estará conosco e para sempre!
Decio "alguma coisa"...nem sei
Enviado por Jurubiara Zeloso em 15/09/2017
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