Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE DEZEMBRO

               Florbela Espanca ( poetisa Portuguesa )
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Textos

Em sua mão e prossiga

O que tem na mão não segura muitos galhos
  e de muitos dedos insinuará na partilha má
   compreendida a saber que falhou o cultivar

Sim, a consumada deserção do que almejou
  este não devolver risos aos ventos do deserto
  a busca errada no acertar que padece caça

Ao que te assegura captar um sorver daninho
  eivado de suor de recompensa a nada obter
   a esgueirar na relva por mais vasto apegar

Solitária mata que em negrume perpetua-se
  uma na descoberta como numerada criação
   sua soma de diversidade sem bela divisão

Sim, do meu eu caído distante por predileção
  cantar-te um assovio ou orações inusitadas
   ou calejada dos dissabores na sombria dôr

Penosa arte de consentir o que a vida reside
  ensino de que deveria te roubado um flertar
    esmaecida na imagem de uma espera vã!    

O sentir um enevoar do caráter dum solitário
  inesperada sutileza ordinária de cem luzes
   como suspeitar da escuridão sua ameaça?
                                         
                                                 
                     

                  ( Em prol dos dias de mocinha solitária desde sempre ) 
                    
                                         
Jurubiara Zeloso
Enviado por Jurubiara Zeloso em 06/08/2017
Alterado em 06/08/2017
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