Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
26/06/2018 17h41
Aonde?

       Onde está a mais bela flôr? A mais custosa flora de se achar?

       Como estará esta conveniente desejo em caule e pretensão verdejante?

       Estará acaso ela mais bonita vestida anil de acordo com meus sonhos?

       Onde vive, onde mora, onde perambula sua frágil simetria, corpo ou seu pendor?

       Não se sabe, não se conhece, e se furta condizente com a sua rara condição, temerosa do destino, das aventuras...ah, com poesia lhe convidaria o acerto de suas contas, retirando de sua frente o temor que tanto lhe aflige. COm a prosa lhe ofertaria a mais singela história de encontro a dois. Em suma, eu seria mais que sua cortesão, pois a espero no umbral de várias portas desta casa ampla. Mas de mim eu lhe ofereceria mesmo é a candura de um convite formalissimo! 

        Parece-me longinqua, destemida dos ventos, oculta em anseios reais. Porém custa-me crer que o tempo, as coisas, a geografia e o momento atual jamais lhe serão propícios! Com vã certeza lhe pretendo esperar mais a sua vinda. E esta flôr, a mais cândida entre celestinos devaneios, a mais bela flôr com encantos a nunca terminar! Sou a tua poeta emérita, a saber de sua bela escolha, por mais bela floração que refluir, para sempre a favorita!

       Aonde estás que me responde com segredo e vasto silêncio? Nem ao menos lhe escuto divagar sonetos. a tergiversar sobre meus textos que sempre fala para ti a cada dia. E onde te ouvirei a voz infante, inamente, incompleta em tanta mudez da qual não se afasta..tenho acá minhas dúvidas sobre ti...

      De azul é suas vestes, de tom festeiro é esta sua ânsia ou as boas risadas. Contudo term de vestir-se escura pra não abismar-se numa obscuridade dos males externos, destas realidades que não consubstanciam amores pretéritos, quiçá  de um passado remoto olvidar-se. Azulada é sua esperança. Ao tom anil de desacato envolve-se em mistérios silenciosos. Nunca nos diz onde estará amanhã. Nem semore está na tarde de alguma alvorada revoltada, após um dia sem crepúsculo de ausências! É assim que sinto por ter esperanças a cada vez que a pretendo próxima...e haja poemas pra fazê-la olhar de lado, para só saber se pe ora ela, mesmo em sua vizinhança desconhecida...

      A gentil dama se esqueceu de divulgar e de compartilhar o que ouviu hoje!

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 26/06/2018 às 17h41
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23/06/2018 17h21
Mais espera sem fim

             Onde está aqueles que compreendem e por nada se habilitam em me indagar sobre as coisas que faço? Onde ficam esse pessoal focado nas tramas de minha vida poética insuflada ou mal conhecida? Como vivem esses que até agora me ignoram ausência, responsabilidades e palavras com contexto nesta vida atribulada?  De onde virá os meus críticos, amigos e leitores a cada ida emque os espero por aqui? Nem todos, eu creio sim...pois até agora nunca se manifestaram sobre meu diário...para onde foram , eu pergundo.

             Se ocultam ou só lêem o que querem. até mesmo quando exponho meu eu? Sei não. Pois fazem 4 anos eque leitor nenhum se manifestou sobre o meu diário por aqui. Espero que sejam muitos, os que se calam e nada queiram falar. Sei que estão lendo quando podem ou quando seuqer sabem, se postei algo mais, mesmo com atraso habitual. E não posso todo dia ir a este encontro neste diário pra falar mais sobre mim e de outras coisas. Nem sei se estou sendo lida, compreendida, renegada....talvez o karma de minhas palavras estejam indo longe demais! Pobre de quem tenta me entender e só me procura para achar palavras erradas ou frases inconclusivas. Serão os ossos do ofício com que tenho que lidar? Parece que sim.

             Mais uma vez essa questão que pesa em todos meus escritos. Nunca saberei se a contento estarei fazendo algum bem a terceiros. Ou algo de ruim em prol de minha sagacidade, individualidade, e até grosseira (!) compostura. E adianto que não tenho culpa por ser forte, combativa, lésbica do tipo, maluca por mera especulação. Faço o que mais pra agradar a todos? Nunca sei.

             Bem, continuo na estradinha. Alheia aos que sequer sabem de minha existência pessoal. Esperando ser vista e reconhecida por alguma coisa boa de meu diário inconstasnte. Bem sei o quanto me esforço pra só manter este diário em pé a cada dia. Na esperança navego meus anseios, podém um dia alguém dirá algo pra mim sobre isso. Ou n ada dir[a até of im deste diário, se é que chego a tanto um dia. E s eum dia sair da Recanto levarei comigo este diário copiado item poir item, dia a dia se der.

              Corro sempre esse risco de ser a esquecida, por ao menos uns anos ingratos. Escrevo pra manter parte de mim na senda do bem.  Espero que seja nunca o dia de ser demolida daqui e sair sem mais delongas...afe!  

 

               

           Que mêda de nunca ser merecedora de atenção, apesar de tudo...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/06/2018 às 17h21
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21/06/2018 18h24
Cadinho de misturas

                  Quando se permanece no vácuo o ar não não flui por temeridade. Se uma intensidade de uma dôr é abismo ou sedução. o prazer depende do amôr em questão. Se tudo fica como está então estamos quiase parados, mas a realdiade nos comove e faz evoluir as coisas pra frente. Sá ao tempo delegamos a espera de um dia com ou sem poesia, um empreendimento ou uma causa em sentido..

                  Falar seria fácil mas dizer o uqe se falamos oculto é mais simples. O que digo aqui se esvai na ,eitura em olhos que não serão meus. Farta--me tanto escrever tanta sandice que acabo por falar verdades que até soam meio eternidades...ora, são tantas as controvérsias e coisas boas a serem ditas...

                  Experimente a fala incoerente, solta e livre de sentidos que terá uma sublime devoção de suas saudades. E se exclamo que grito menos que a chaleira escapo de esta rentre 4 paredes alcochoadas...e volta e meia constato que meus leitores só querem ver se escrevo palavras inúties....ora essa!

                  O livre expressar é bom doutor, melhora o ímpeto de ser loquaz, no entanto me deixo levar sim. Se outros entenderem que sou assim bem solta e deliberadamente uma poetisa incomum, estarei ganhando o meu dia! Quem dera eu pudesse ser mais contida e fosse menos fladeira...hah! E hoje resolvi tirar este meu gotejar de falar "emiliano" ( gracias Emília, favorita persona... ) e me esforçar a ser tagarela com noção, e alguém deve me ouvir, decerto....

                   E se aparento louca logo drei que de estrelas não escuto cintilados!

                   Avante que meu bastão mágico/trágico ainda não passarei para as outras...e tá dado o recado meus amiguinhos que não vejo! Miau miau miau!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 21/06/2018 às 18h24
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17/06/2018 18h46
Humana feminina

      Compartilhar é a suprema arte do ebm querer, do pertencer aos seres, oferecendo do melhor sem máculas maiores. E é dar aquem precisa um pouco d ehumanidade, do ecletismo de uma alama solene, amores que sejam como deve de ser. Dar com amorzinho grátis aos que precisam mesmo que ofereçam um quase-quase nada por tão pouco! E generosidade com limite até sabermos como são os que merecem alguma coisa...embora tanto se pode oferecer sem em troca desejar as mentiras que perdoamos. 

      O compartir, petenciosamente sem algo menor que tal amôr. Isso funciona com as mulheres. Nós somos felizardas em dizer que ainda não ficamos piores que os homens, mesmo que sejamos vistas como cortinas ivisiveis. Damos de amôr ao fazer os filhos ( se é que posso achar que os terei ) carinhosos senhores de qu alquer vida que tiverem. Dar a cada um desses renegados, se acaso os forem dignos de estarem perto do feminino qual candura, uma flôr simplória, um pouco de humanidade ambígua que esquecem muitas vezes. E oferecer o que poderia dar a mais jamais deverá ser culpabilidade que comove inútil...

     Ter em mãos a passividade de nada conter além de grãos, lágrimas ou at´pe flores melhroes. Isso nos dá a alegria de semros o paraíso de saias que a todos dá e convence amõr verdadeiro. Amôr é sobrenome daquilo que muitos homens negam ter por ser afeminado conceituar. E eles se travam de um jeito que precisaria ser perdoado, mas em face do pior se tornam anti-humano! O que mais oferecer a uma atitude dessas? Mais amôr? Mais piedade? 

     Antes d etudo ser oque somos. Amantes, mães e irmãs, com a crença de que somos especiais o bastante pra comover o mais duro dos diamantes! Pois somos as contrapartida de suas masculinidades, desses pavorosos senhores do desamôr.  E desejamos assim proceder, para o bem de nosso comovente destino de sofredoras escondidas. PAdecemos na verdade, mas a cada um desses tiranos da vida a gente oferece mais que a morte e mais que a justa felicidade. Ser mãe é padecer, confortar o idílio, determianr que rira´morrer com alguns filhos gratos a darem as costas. Mas nem sempre tais coisas tão humanas serão assim...e a desumanidade ainda não deu o seu último passo!

 

               


Publicado por Jurubiara Zeloso em 17/06/2018 às 18h46
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13/06/2018 15h51
Uns dilemas ou ditos cármicos

        O que mostrar  se tudo se tornará repetitivo?

        De onde tirar tanta controvérsia dos ares de uma diva?

        Como dizer que somos únicas, fortes e o mundo lá fora é frágil?

        Pra onde vou se digo diretivas imutáveis de viver sem luta?

        Se sou feliz como deixo que outras não sejam menos?

        Faço do sexo a mudez em meu quarto, mas não silencio gemidos...

        Entãio para que amar se a consciência fala de outros não amados?

        Lá fora a inverdade é impudica, infame, atroz. Para que a verdade?

        Ah, se eu pergunto então existo, mas cogitar logo não respondo...

        Sou mulher, castigada e ouriçada, mas jamais estou desanimada! 

        Oh, meu carma...meu Nemesis, mas estou bem a cada dia assim mesmo!

 

        Escrevo, descrevo, falo demais, mas a essência de meu eu feminil está absorta em vales de alegria ou bacias marítimas de infelicidade. Lá de outro lado da vida estamos a vivenciar escolhas, mentiras e alguns videotapes com sacanagem de corruptos. O que dá em nada me diz em fazer do ser poetisa o bem a cada verso. Se vou longe sou vanhguarda de uma era, mas a vida real é louca, desprovida de imaginação que somos, ecurta a nossa existência com a sabedoria do abismo...mas estarei divagando se eu ir mais longe que vocês...

       Ah, sei! Meu diário? Sim, é meu, escrevo assim e de outros modos, e daí?


Publicado por Jurubiara Zeloso em 13/06/2018 às 15h51
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