Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONO DO MÊS DE JULHO
              
                Aderaldo Ferreira de Araújo [1878-1967]  
                              - escritor brasileiro cego -

                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
20/03/2018 22h31
Eu sei como pilotar, me deixe que vou!

              Posso andar e tudo, mas pilloar moto e dirigir carro é mais minha onda agora. Antes era um tal de ônibus, carro emprestado e carona sem graça. Por vezes zozinha dentro d eveiculos cheio de gente apática ou dei insossa afetação. E isso muda. E mudou! Espero ser mais diligente no caminho e nas estradas, tasnto na vida quanto nas fisicas. E claro que não deixo de ler ou saber das coisas da realidade que nos ronda. As minhas amigas adoraram o flerte com veiculos só meuis, carro entãio ainda é luxo, mas emprestando outras me dão garantias d eliberdade e nenunha reclamação alheia. Fiu fiu! Quem te viu e quem te vê! É o que sempre dirão...

             Faz tempo que tenho carta de direção - cpomo chamo essa carteira assim penabunda que me deram, mas eu dirigia pouco até uns tempos atrás, apesar do medo de atropelar velhinhas ou patinar em poças grandes de água de esgoto! O que faria se batesseme outros carros com gente estupida e briguenta? Nem sabia como agir mesmo com seguro, essas coisas. Agora tenho noção sempre. Apesar d epoetisa tenho de navegar no mundo, plenejar rotiros, ou de visitar mil lugares mais aprazíveis e tal. Posso ir responsável afinal de contas. E eu tenho liberdade pra agir adulta, mais do que nunca adulta completa, lógico! Queq seja lógico então!

            Tem horas que gosto é mesmo MUITO de andar por aí, nas intensas avenidas movimentadas de gente. Entretanto possuir um veiculo me dá mais passos, mais escolhas livres. Isso não quer dizer que contribuo ou não com o ambiente espalhando poeira ou poluir este mundinho arrogante. Mas tenho consciência pois eu faço o bastante de minha parte perambulando com todas as pernas pelo mundo afora. Parcelas de culpa sempre vem depóis, enfim. Sou uma andarilha e pequena pensadora, faz parte essa coisa que me faz tão humana. Poetisa é somente um passo bom entre as milhares de passadas pela realidade presente. Eu respíro isso, com responsabilidade e boa aceitação mútuas de terceiros. Assim é esta vida moderna, acho. E tem que ser, em parte sim! Viajar ainda que possivel, impossivel é não deixar de viajar com vida de felizarda. Eh eh eh!

            Nas ruas tem lojas, vitrine, compras e passeios que só me divertem, e instruem sobremaneira na arte de ser e perceber as pessoas. Sem isso não tenho como evoluir somente presa em casa comlivros que admiro ou com contingências parecidas. Sou ave rara por assim dizer. Tanto me dou bem parada em casa, na biblioteca instensiva quanto na sociedade de fora. Nunca poderei me eximir de escapulir um pouquinho das ansiedades domésticas. Eu tenho livfre arbitrioatpe pra vijar na maionese em todos os meus escritos mais cativantes. Ainda tenho de ir mais longe nesse quesito...esperemos!

           Sei dirigir desde o dia em que a realdiade ca´ptica do transito me permitiu ver o real sentiodo das coisas de fora.  Já iomaginava ainda miocinha se teria uma motoca das boas ou mesmo um carrão do irmão pra espairecer de qualquer jeito da mediocridade reinante. Foram sonhos de molequinha CDF estudiosa e rebelde em - eu diria - caução prórpia...kkkkk e agora estou nessa parada dura de agir conforme leis pedantes. Afe de afe! kkkk

            Pilotarei avião algum dia? Será possível sonhar assim, Falta-me entretanto brevê de piloto na certa. Só uso simuladores de computador, o que não é a mesmissima coisa. Tenho talento pra ir longe, mas uma ilusão dessa me tiraria de vez do chão para alturas poéticas mais trancham? Quem saberia dizer se eu pusesse roupas de avadiora e pegasse um avião  desses de duas asas antigas, e assim sair por aí, fazendo voleios ou arremates no céu? Meus limiares de poetisa valente e arredia iriam longe com certeza que sim! Um dia é um dia qualquer e sonho é realização em outro plano, assim eu concordo que seja...ou posso ao menos pensar meio doida com isso...

           Este ano marca muito minhas idéias e demoras de escrever com mais rigor, portanto eu farei o possível pra manter coerências, registros e paçlavras bonitinahs em tantos versos de minha lavra. Quem sonha alto não cai assim indiretamente para o chão, se acaso tiver sonhos, com pensamentos-guia mais condizentes consigo mesma...será que posso pensar nisso? Pois é...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 20/03/2018 às 22h31
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
13/03/2018 15h59
De costas e ao olhar duas vezes duas

         Planejei e não foi executado, nem brilhante, nem sequer um dizer que não esteja atrelado ao temor. Um planejar cuidadoso, com amor nervoso, algo a ser dito mas não oculto de todo. Sendo o uqe sou revelo o meu futuro, os meus mêdos supostos, indo atrás de uns amores que se afastarem. Com o lúgrube andar eu sinto qu esou diferente, imutável amante do que vier. E se estou de costas a perambular na casa, qualquer cômodo - mesmo que vazia ou quase cheia de artefatos tão meus - ouso pensar que sou Lovecraft, Poe, alguém com temeridade nas palavras ou versos lusos de alquebrado brasilismo. Sou espera e aflita, querendo aprender entre os comuns, os vagos anseios, os mais normais da realidade. 

         Um dia me pegaram com  afrontas, disseram duras palavras de desamor. E eu chorei. Me fiz de cobaia dos sentimentos, estran  andarilha motivada por pertencer a muitos mundos, lugares ou lares distantes. De costas ignoro o mundo que me envergonha de existir cheio de males, de monstros bonzinhos, gentes de rasa mentalidade se matando dentro de si. Estaria longe se pudesse ser uma menina mais livre dos pesadelos adultos. 

          A esperança em fundo verde falseado, cada colorido modo de viver, o tudo qu emantem viva com vigor ou atemporalidade. Eu sou como o futuro mneos complicado e talvez complexo de alguma forma. Eu sozinha, de vestido azulado com santidade de inocente, A nunca violada na mente pelo desaparecer da inocência. E sofrer a cada passo é estar na sala 101 do desespero e da violênica do mundo. Estou é bem longe disso agora ou mais solitária na jornada. Louca que sou, permaneço a filosofia viva de ser diferente mesmo na angústia dos ontens desperdiçados...

  

               

          

           Sim, já amei como antes, olhando pra trás dessa vendeta do dia-a-dia sem amor. paixão, candura mais linda com visual modesto. Pareço a esquisita com visões salutares, sem máculas de vício algum. Uma ciborgue afeminada mais mulher do que nunca. Sou este futuro que me logra poucos defeitos. Uma donzela poética de firmes pulsos, vontade indômita, forte diante da vida normal. Quase máquina viva, a pulsar delirante, mantendo a mentalidade além dpo padecimento. Memória e corpo, senhora de sonzela, mas uma expressiva inovação a cada pretérito obstinado. Estou só como desejar, por[em de coração quente, latejado de naturezas únicas. Merevelo soturna, inquietam porém mulher de rigores que assustam. Uma inocente enfim a ser purgada dos defeitos de outrora. Pois vim ao muindo cedo demais, evoluida a não mais poder curar-se do progresso, mantida silenciada na sombra solene da tarde, entre famosas figueiras ou casas arruinadas com prestígio antigo.

           E você me olhará e dirá: "menina, moça, te vejo diversa, anormal das vicissitudes humanas, tão silenciosa" Ou também a predizer o meu perfil, recontar o meu nascer impossível, Por isso ando a esmo com pé no chão, a cabeça com propósitos. Alguém hei de conhecer saber de minha origem feliz, quiçá infeliz tambem! E quem foi a me conceber líder do prazer controlado de viver, e quem seria? Afe, como sou dificil  de pertencer a mim mesma!!!

           Logo voltarei para trás em meu destino, o rever os passos marcantes naquela estrada costumeira. Olharei pra ti, pros outros irrelevantes, com um orgulho feminino acima da mpedia, poetisa sublime encolhida num canto bem aquecido, me alimentando dos éditos escritos, os livros do mundo, os autore que sofreram mais que eu. Ao fazer isso lançarei o olhar suplicante, sofrido, banido ou contido diante de terceiros que me julgarem mal. Que me perdoem a tristez dos olhos. O quarto conhecimento dividido em mourejados olhares com perdão e aflição. Jamais perderei a alma quanto a essa visão dupla que irá além das fronteiras mestiças da realidade.                     

                         

 

           Repito sempre a mim mesma, orando sem dogmas, sem religião de mesmices. Me observo inquieta, caladinha com o riso alheio. Falo amenidades num sopro com suspiros do passado. Tenho ira em frente, convidada pelo futuro onde mudarão a face do planeta com sonhos orgulhosos. Sou a filha do karma da mãe sofredira, morta antes do adeus comigo. Sou a distante dama de eletrônicas de vanguarda, com palavras novas a envaidecer os mortos que nunca abracei, De minha mãe os sermões cálidos, nesta certeza da diferença, a artificial mandante do coração conflituoso..,enfim de rosto plácido, irresoluto, marcado pela realidade inculta. Esta minha reza incompleta a falar tudo que devo purgar de meus erros distantes. De frente para o mundo quase informe, povoado de crimes dos homens ou mortos em guerras sem sentido. Estou é mesmo solitária no campo, ou nas ruínas, certa da esperança que ainda me qualifica ser humana devidamente, Esperança que em minha face se conjura de quetro maneiras de sobreviver.

                         

         

            Já não sou o monstro feminil partido pela compaixão, imersa dos pendores que lacrimeja existirem. Nem sequer sou a temida consorte de alguma Górgona que empedra os homens temerosos dentro de si. Sou o que sou, impigida a existir reescrevendo poemas da vida que me acalenta. E me disseram que sou a feia verdade, que nenhum ser por mais homem que ouse revidar com disórdias, assim incólume na solidão. Com as palavras ditas com lábios semicerrados faço o possível só pra me ouvirem ser mais verdadeira. Sei sim, claro que existirei pra garantir que pertenço ao meu predestinar uma santidade. O que sou em nada confirmou que estou errada, amalucada, uma máquina de carne, resolvida a padecer, nem santa e nem disparidade. Comigo eu levarei o coração machucado, as compaixões perdidas, os amores que ficam dentro de meu lembrar, sozinha eterna. E quem há de me amar assim? 

          Um dia fui a outra felicidade e hoje sou a andarilha convicta de alguns lugares. E sendo o que sou confessarei ainda mais os meus dilemas, Em algum ponto dos poemas, das palavras que ressoa em mim, dos vrbos caiados do medo de ser mal entendida, dsestes versos que deixo algures em diários nos muitos recantos quase sombrios. De tudo retirarei uma resposta incerta. Em algum dia serei feliz sem face triste, talvez apadrinhada pela consciência menos pesada de alguém...e nem tenho amores pra dar essa resposta de como sou, fui e serei...

     

             

          

          


Publicado por Jurubiara Zeloso em 13/03/2018 às 15h59
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10/03/2018 22h03
Símbolos pra umas eras novas, quem sabe?

            Me cansei bem pouco tempo de escrever muito,pra dar tempo ao meu tempo em horas bicudas que me ocupam a vida diária. Daí a necessidade de ares novos, das procuras sem achados, das falas de vanguarda ou novos horizontes sem fronteiras. Que tal umas novas formas e gravuras já existentes pra appoiar essas ideações d eminha parte, o que nesta realdiade em nada acrescento de boas novas, repetidas como clichês. Abaixo seguem as figuras que vão povoar os muitos universos de minha crias poéticos de permeio. E quem saberá se não irei até mais longe em tudo isso que me lança a novas descobertas ou anseios de mulher vanmguardeira? E se me oermitem eu vou colocar toda a expressão de uma vida acostumada a ver as coisas além com imensas diferenças, e eu vou inicair sim uma de minhas paixões inuditas, a Ufologia! Que me entendam como quiserem.

            Pra cpomeçar, quanto a UFOS e toda uma esquemática de saber sobre isso, quando e onde resvala os mistérios? Sim, a parte um de diversos todos em separado, de acordo com minnha visão sabida e reconhecida como louca. Só não se supõe de mua aviltre que a loucura faça parte eterna da sanidade...deixo a todos o critério de me responsabilizarem e ser BEM criticada vez a vez...essa é a minha ótica da vez...kkkk

           Comecemos algumas novas eras, ora...

 

 

       "Um novo tempo desacostumado exige novas aberturas a mais"


Publicado por Jurubiara Zeloso em 10/03/2018 às 22h03
 
05/03/2018 11h20
Do tanto que é clichês pra muitos...

              Um novo tempo exige aprendizado, compreensão dos erros a se consertar a cada instante, toda uma verdade somente sua e liberdade de esciolhas. E tambem de olhar bem o amanhã, certeza somente nossa, e acreditar que está tudo certo se realemente o estiver. Olhar o novo mundo com argúcia, honestidade, pleno amor ou desapego à vida incompleta. o essencial a ser entendido sem perder a esperança. Mas falarmos de uma esperança não impede que se espere o fim dos dilemas do mundom pois devemos ser plural, É de querer tanto esperanças ao máximo de seu conforto que o que vier pode acontecer, surpreender. Esperanças multiplicadas mil por um amanhã mais justo.Quem sabe pra onde se esvai as esperanças sem futuro, apesar das perdas sobre tudo? Tal coisa vista desse modo não pode estar conosco a cada momento. Esperanças tem que vir é de dentro, ocasionado sim por estudos, aprendizado de vida e na certeza desse pretérito vago que julgamos muito conveniente. Ser humano é assim meio complicadinho às vezes...

              Uma nova realidade sempre alcnça poucas praias, com possibilidades que podem perder-se, quase nunca brilhante se não atracar nos lugares quase certos. Porém eu tenho visão mais clara dos fatos, A realidade não é o que aparenta ou que se apresenta, farto ou sem uso. Um novo amanhã tem de ser esperançoso e visto com dignidadem sem atiranias inventadas ou modismos nada nobres. E eu escrevo pensando nessas coisas, contudo nem sempre as façanhas de sobreviver deixam claro as novidades. Precisa-se de olhares novos, renovados sem fim, pretendendo aceitarmos como vem. Posso estar repetindo "ad nauseam" o que é compreensivel e repetitivo por tantos outros, entretanto eu aprebndi cedo a ir pra frente com menos soberba e diversas erguidas de cabeça corretivas. Sempre assim, devo acrescentar. Posso ter errado nos detalhes e tal, mas acontece. 

           Escrevo isso tudo por acreditar que boas novas vão chegar, que estarei velha com esperança renovada eternamente, que milhares de novidades no amor virão, e nas coisas que me asseguram pra sempre viver este dia-a-dia incompreensível. Se algo vier à tona que seja benvindo, sem estardalhaço ou sofrimento ienlutáveis. Tenho comigo a arte do poetar seguro entre trovoadas e bonanças fajutas, a escrever com convicção nas coisas boas para serem ditas, entender mais de mim mesma a cada verso. E isso parecerá meio clichê pra qualquer um que aceite isso acima como verdade pessoal, mas o que disse permanece real pra mim. Tenho de aceitar o amanhã imprevisto, saber muito combater as perversidades de lá fora, ou averiguar oquanto d ebom posso tirar daquilo tudo, Não mudo um a vírgula dita em meu próprio clichê de agora. De fato vejo tudo com olhos acostumados a cada boa nova que surgir, Assim tem de ser.

           Hoje é mais um dia de um ano que nunc aesperei ter vindo à luz, pois temi desde nova de que esses dias demorassem a se fazer presente, como uma sensacional espera de tempos compliocados pou relaidades prtéritas dificeis de encarar. E assim veio os anos e estou aqui, renovadinha, amada, a escrever este pequeno clichê de renovação pessoal. A verdade é que assumo responsabilidades e neste instante estou mais madura como nunca! E tenho amores a cuidar, realidades escusas a sublimar e um trabalho renumerado como secretária da melhor categoria! E nção que me acabe me gabando ppor tais coisasm, mas a situação atual qu e vivo que me remete À lembranças e lutas que vivi. Chego a um ponto neste interim o qual devo salientar as minhas virtudes muito bem. Tem sido dura as conquistas que tenho recebido.

          Esperança é o meu motivo maior de olhar bem a suituação que me envolve, nessa vida, na arte menor de ser artista sem ninguem notar, o de só escrever poemas como quero,  fazer textos como desejo e viver feminina em meu setor ou na vida dompestica...e são as tantas variáveis a se supor corretas e tantas as variáveis de meu destino...afe... 

          E mais uma vez o meu amanhã é o desconhecido, parece-me.


Publicado por Jurubiara Zeloso em 05/03/2018 às 11h20
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02/03/2018 23h32
Escrever arte escrita

          Escrever é o meu senso, meu Nemesis de vez emquando, a minha peculiar vida por teclado ou caneta Bic. Antes nanquim e pena, máquina de escrever e lápis grosso 6B! Hoje estou no traço digitalm nas mal fadas linhas que compolicam textualizações e faço poesia desde semore, e voiu em frente com o progresso. Tenho de evoluir pra não se perder. Nem ser esquecida, claro!

          Desde cedo vi  na escrita árdua um rompante da libertação da imaginação sem paepl, sem onde botar os sonhos vistos ou só amar terceiros platonicamente  por esse meio, por cartas físicas de papel, enveloper lindos ou gramática revista. E eu ignorava as tantas artes, mesmo que quadrinhos telas d epintuira nada dissessem para mim, e eu estava enganda muito jovenzinha, meio meiga e meio devagar com llapiseiras, com o primeiro ensaio de um diário, cartas limpas, etc. E ue queria fazer tanto, escrever livros talvez. Mas o tempo é quixotesco, louco e nos arremte a desventuras sem fim, Logo caí na vontade de escrever muito em definitivo! Ir além e ainda tento mais...

        Houve dias que eu era tapada de não fazer nada. E despertei tarde umas voicações quie deixei ao lado. Tinha mesmo vocação pra leitura e escrever bem, se desse na telha e tudo mais. Nem crônicas poderia fazer com esta vida cheia de romances ôcos aqui e ali, mas nada sério de qualquer jeito. Fiz o que pude para amar homens culposos, bobos ou ingênuo. Deui em nada como sempre acontece ou aconteceu. Sei nem definir o quanto de desfeitas o meu ego se insuflou e se revelou. Era comoplicado minhas relações indefinidas com gente sem valor ou caras bocós. Era um tal de "simancol" que não dava jeito...

        Ruim no aspecto emotivo com seres tão díspares, fui me revelando toda diversa de tudo que o caminho nA VIDA me traçou o destino infame. Nisso creio firme que seja. Pois de algum modo estou bem, escrevo bem e tenho paixõesmuito  completamente diferentes de antes.  Antes de mais nada enfim, como queria que fosse, fiquei lésbica assumida, feminista branda, cautelosa dama de ferro e repleta d eamor pra dar entre mulheres co-iguais! As mesma que hoje me aplaudem ointelecto e meus feitos mais fugazes. E tive muito de batalhar pra tudo! Sozinha e impávida sem colossos...se é que me entendem!

       Sóme orgulho do que nada sei, do tanto que sei e do intenso dewvaneio de minhas palavras quando quero. Sou livre, solta, sem queixumes, preparada pr adesafios mundanos e sedenta de escrever mais e mais! Mas não páro por isso aí. Gosto de me aprofundar sempre no conhecimento e nos diveros livros de todo cunho literário possível. Tem vezes que erro e até assumo, Não sendo perfeita admito a estranha delibreção de minha sina nesta vida. Juntas com minhas compoanheiras invisto demais em ser a vanguarda de um tempo e senhora de si, com vasto amor a terceiras. E eu amo mulheres e isso é uma benção de todo jeito.  Bom ser mulher e gostar mulher, desdde que afim de meu mundo e solicita em seus anseiso, qualquer que seja. Isso nunca afeta meu trabalho e sou speria muitas vezes sem conta! Há espaço pra comicidade de livre iniciativa pra todas, vivencias, incluida eu mesma nessa equação.

       Um dia irei mais longe nessa expectativa da coisas, destas corretas ou compassadas por relutâncias modernas. Sou diferente de algum modo e dou um jeito de ser eu mesma a cada temporada de estação, ou devo acrescentar que sou histriônica, altruiista e adoro imenso falar dificil!

       "Vou estrada afora levar os doces, mundo a recontar, para a velha casa da Vóvozinha, minha vizinha..." E lá vou e eis que me torno Alice ou quase a Chapeuzinho Arteiro, até mais! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 02/03/2018 às 23h32
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