Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
08/07/2018 15h27
Aparente

             Se és pequena, então maior será a sua temerosidade. e isso quando se começa a pertencer ao mundo que te cerca. Começa diminuta solitária e engrandece aos poucos sua coragem a cada enfrentar desse mundo. De ser a pequenina alma logo se chega com mais afinco ao vestir-se corajosa sem os andrajos de perdedora. Sai dsse seu meio berço, pequenina ou a fragilzinha, lentamente, vendo as coisas e temendo pouco as muitas sombras da vida. Mas de início é dificil o observar a escuridão em lusco-fusco ou esquecer assim...

             Pode ser que seus horizontes sejam poucos ditos ou reconhecidos. Sem referência você acaba temerosa, medrosa, querendo ser mais uqe um mamífero cheio de monstros. A cada dia ergue a mão a repensar que aquele brilho distante é esperança. Sabendo disso estás é preparada pra adiantar-se nos passos que teme. No dia seguinte já não tremerá com sua sombra ou por meio dela. Tudo num universo está à sua espera, mesmo que tantos outros te enxerguem como um vazio qualquer. Não te deixe assombrar, nunca além de si, sempre a relembrar a lição custosa de anteontem. Sei como se sentirás.

            Olhe em volta e tombará tremendo dum frio ausente. Este algo que lhe fará sempre questionar os abismos, de outros fatos e outras verdades. Mesmo envelhecida você estará sendo sondada pela vida, pela realidade. Saiba que sofrer é só a penúria menor, alguma coisa mais obra por sua satisfação, tarde a te fazer sofrimento se quiser. Esta é a magia menor do mundinho louco que temos em derredor. O esoterismo comum dos seres vivos. quais organismos a serem mergulhados no torvelinho da sobrevivência. Caberá a você instituir as verdades somente suas. Um passo em direção ao seu temor te garantirá umas lições pretéritas. De fato é preciso erguer os pés...

             Te faço essas propostas, lhe farei acreditar, serás imune algum dia aos piores conflitos. Venha andando solerte, cambiante, com as mãos friorentas, se fazendo aprendiz desde este momento. Um pequeno animalzinho sabido, no esperar as diversas quedas dos muros altos, sempre a ser corajosa comigo a aprender neste perambular mundano. Somos até iguais, mas eu já estava bem aqui antes de ti a ficar com medo da amplitude das feridas da vida. Sei o que falo e te conduzirei melhor ao prazer de ser feliz, solta, libertada! 

             Venha pequenina, de face tristonha, olhar grande. Aguce seus sentidos e ouvirá outras vozes além da minha. Não estás é louca, apenas sintonizando com devagar astúcia a minha divertida aula de sempre. Aprenda, te convido a assim desejar, te fazendo companhia mais adulta do que nunca. Provará as minhas poesias, esta minha prosa inconteste de revoluções. Sim, participará de meus versos, do meu amôr possante, um coração só teu. E te ofereço este meu ser caliente, este corpo professor, este conhecimento que abrasa ternura!

            Uma pequenina estrelinha para o bem de meu seguinte predestinar, Ao ser minha cãndida visita por muitas horas de atenção. Somos duas, no nosso prosseguir humanamente no sofrer, no padecer dores curáveis a cada vez. E serei teu guia, tua mãe, sua amante sem malícia - este tudo que sou por saber que você ainda é catita, trêmula, aprendiz eterna! Vamos embora então...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 08/07/2018 às 15h27
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
04/07/2018 17h35
Um instante canhestro!

         No dia que segue as nuvens mais carregadas estão calmas, estão até mais calejadas de frio desapegado, a permanecerem lá no alto querendo fazer do inverno a sua moradia pra assombrar os despreparados; E toda minha mística de ser se embala por elas, a querer ser amante de novas idéias que farão esfriar os monstros céticos da mesmice. Tudo em mim a estar enevoado, mais nublado por custoso amor em querer exorcizar os monstrinhos da credulidade, os quais nos detestam neste bairro onde moramos. mas não ligo pra eles. Estou é forte e mais mulehr do que nunquinhas! Que venham a deixa de serem infames que os colocarei abaixo da terra, bem longe de meu reinar astuto.

         Sou sensível e antevejo os problemas, dilemas ou as celeumas e faço pouco caso deles desde moça. E sou poetisa, fragilzinha em muitos pontos, mas de verdade estou fortalecida por uns anos de contenda entre eu e as realidades dos outros que tentam me ludibriar. Não renego fraquezas tipicas do feminino em si, Eu spou capaz de saber quando estou longe do meu galho, embora navegue por aí lutando pra sobrevier numa selva de pedra. As nuvens de que falo sõa menos sombrias que as de ontem, que outrora me feriam a sensibilidade. Tais nuvens me são favoráveis agora, mesmo que na contramão de meus sonhos, apetuites e meu destino. 

         Sou deveras meio bruxinha, meio paranormal, bastante mediúm. Sei do que falo. Acaso nublada - por assim dizer - sempre estarei ligada ao tudo que me cerca ( sejam desfavoráveis ou não mesmo ). Sinto a cada dia o primor de estar sendo a vanguarda de um tempo próxinmo, mais maternal e mais amôr. Um matriarcado benévolo até quie seria bem vindo futuramente...espero que sim!

          Sempre sou a esquisita, mas de nuvens e marés entendo muito, né? E não é a toa que fico a dedicar parte de meus poemas aos rigores da solidão . do afeto distante ou coisas alienantes fora de mim mesma. Sou uma poetisa multiuso de qualquer forma, polivalente, poliândrica ou, se preferem, eclética até demais. Nem sempre me satisfaço em acreditar que sou pouco sconhecida fora d emeu círculo de ajudantes e amantes. E tenho a proposta de fazer desta comunidade lésbica, altiva, pluralista feminista ( ops! ) - uma vanguarda quieta, silenciosa até, mas atuante entre nós enfim - sempre como deve ser.

          Não nego minha realidade de mulher, frágil poetisa e fortalecida bruxinha deselegante pra muitos. Apesar dos pesares continuo mulher deliciosamente feminiina em qualquer estação, não importando meus prazeres com outras ou desafeto contra homens. Dos homens então, nada quero portanto ( irc! ). Que me deixem na "nuvem voadora" mais próxima e tenham insegurança quando me virem...hah! Assim que seja.

           Levo adiante a vida. Levarei para adiante o meu caminhar e meu pesar no mundo falso que nos alimenta com surdez e nada escutam. Brado a minha voz diminuta em tons pastéis, em caneta, em lápis muambeiro,em versos só meus e de mais ninguém. Tenho um destino, um sofrer e vários pesares. Mas no entanto sou dedicada ao que escrevo com veracidade ou não, e com esta volúpia doida de falar como quiser. Estou na Recanto pra bailar um pouco, mas num amanhã vindouro estarei noutra avenida, outra mais solta pra questionar o mundinho besta de lá de fora. No Facebook só estou com certeiro tatibitate de comiseração e cuidadosa astúcia, no Youtube só para ver ou assistir - nada a dizer que terei um canal e coisa e tal - já que sou curiosa...mas ainda assim eu esperarei uma mídia mais livre de empenho por dinheiro ou com outra variada colocação mundana. Talvez uma Recanto bem diferente em algum lugar onde minha liberdade seria TOTAL, COMPLEXA e EXPRESSIVA. Talvez eu chegue longe e dê d ecar a no chão...talvez nem isso. Por enquanto pago para estar menos carente de atenção dos outros: meus leitores de agora.

           Se as tais nuvens do tédio medonho, da acomodação e dos fatos pífios, se realemnte tais percalços se avizinhem dos "penedos dos meus temores"; se tudo mais oferecer resistência besta. de algum modo erguerei esta cabeça e nunca mais ficarei numa mídia qualquer - retorno ao meu tempo de antes, de antes de estar mergulhada nisso tudo e onde nada que fizesse me faria brilhar entre os leitores comuns...e olhe que na Recanto cheguei a esse nível por um certo tempo, mas isso é outra historinha...

          


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/07/2018 às 17h35
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01/07/2018 17h21
Como deixar de censurar o sopro

               Voce não pode censurar os ventos, nem barrar a ventania, sequer a silenciar a brisa que grita alvorada ou brada por crepúsculos. Sem poesia você só luta com isso quando percebe a sensibilidade, evita as censuras e fala do venturesco, em prol dos ventos, do dia despertado que recém-nascido dá as boas novas, indo além dessas mentiras que voejam pelo mundo. No silenciar de um verso você pode dar a entender que algo te censurou o respirar mais profundo. E nas injustiças dessas mil ditaduras a verdade se esconde, mas ficar quieto é a solução e esperar nonos tempos o resultado feliz. Por isso evitar calar a ventarola livre que é perda de tempo, pois o próprio tempo está nos lugares que o ventinho bate sem pedir licença! Acho que é isso....

               Jamais cale-se, mas aprenda o silêncio que ecoa atemporal, que dá a justiça ou prêmios pela coragem de nada dizer por ora. Um dia terá a custosa recompensa dos justos e dos valentes que agem na sombra. Pois numa hora futura seus bons esofroçps calados darão frutos. A História te dará o melhor justiçamento devido. E quanto às tiranias perpétuas e às muitas das ditaduras rançosas ( as mais prediletas dos acomodados e violentos recalcados ) estas estarão no aguardo do desprezo da humanidade. Por isso nunca coloque os muros diante do vento rebelde que esboroa por todo lugar, jamais se deixando locupletar com as mentiras sombrias, fardas nojentas, censuras descaradas. fatos sociais impunes, a morte de consciências pelo disparate. Não pare esta ventania antes que o eco de sua passagem reverbere saudades dos falsos ou ardilosos de outrora. Isso é irrelevante, pois até o vento se liberta de si, sem te precisar o rebuscamento do calar-se eterno.

             Poesia é a arma, o calmante do silêncio carregado de ações. Como a última rebelde nunca se cala, nunca desaparece, nunca se deixa vencer-se mesmo que uma máscara de chumbo lhe evite a primazia. Tirano fútil algum, mesmo alheio aos ventos libertários de sempre, pode suplantar a verdade que não pára de usar folhas brancas preenchidas com amôr, sinceridade, até com esperança que advir insepulta. Sou dessas poetisa que assim se dedica a insinuar essas coisas únicas. Eu jamais calei o vento, nem o aprisionei com a conjura do abismo que o abala, nem mais nem menos organizada em  prol das mentiras infecundas!.  NUnca a mentir à ventania  a lhe dizer que uma esquina próxima o impedirá de manusear o tato das coisas. Somos livres como vento, soltas como furacão ou filhas da brisa, pois uma poetisa como todas as que despertam sempre sabe saborear a liberdade dos ventos sem fim...poetisa, a que não cala o remoer táctil da ventarola natural...kkkk

             Que se dane se me chamam de louca, arrivista ou desapegada desse querer ser soemnte humana...

                          

                     "Deixe que os ventos não te façam tremer de temores...

                   E deixe de ser desencantada com a pouca beleza na vida"


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/07/2018 às 17h21
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30/06/2018 18h11
Ôpa que tô!

              Estou um arraso de conquistas, amante enclausurada numa situação das boas, cercada de minhas queridas correlegionárias lindinhas. Sou a tal agora, mas com aquele quê de mulher carioca livre, desejada, amada pro muitas sem privilégios! Ai, como estou elegant[errima de óculos escuros Rayban e sentada na varanda deste casarão maluco. Deveras uma solteirona lésbica b em servida e muito amada de todos os jeitos possíveis. Afe, como estou gostosa de saber que muitas das minhas queridas jamais me av=bandonarão de imediato. E nada de machos aqui, viu?

               Afinal de contas uma abelha rainha, poderosa ou muito requerida numa cama e na vida, tem de ser otlerante, bela, desarmada de pudores chatos. Muito de mim está aceso desde o dia em que decidi juntar todas nós numa comunidade afeminada pra caramba! Os luxos de mulheres estão carentes, mas se completam entre todas que amo. Sou a rainha consorte de 15 ou até mais as que vierem a ser das nossas futuramente. Assentaremos as bases de um matriarcado lésbico democrático demais e um bem delicioso de conviver...isso tirando o fato de que somos humans sujeitas a erros emocionais fáceis de curar ou discursar. Nem os homens conseguem unir um "clubinho" inteligente tão exclusivo de beldades em unissono! O futuro é nosso se tosdas quiseremos manter a integridade do grupo. Miau! Somos únicas, decerto!

            Fazemos o mlehor de n´´os, numa sociedade complexa e auidna mais dificil de manter-se. Mas eu mesma dou conta do recado com todas as contas, trabalho como condenadinha ( nem a empresa em que trabalho insanamente sabe das minhas atividades laicas, de LGBT e de escritora poetisa....inda bem! ) e sou deduicada a cada amorzinhoq ue me procura pra tudo. Tem de ser assim e nossa realidade se conforma com tantos dilemas da vida, temos de batalhar pra sermos unidas aqui. Sou das muitas quye trabalha foram além do âmbito social que nos ignora, sequer sabendo de  nossa luta matriarcal pra um novo mundo ainda deserto. Os homens devioam temer as mulehres que se unem como nós...eh eh eh eh eh! Mas somos é calmas, dirigindo esforços pra sermos menos isoladas do que antes. E essa minha idéia tá rendendo frutos bem lentos...melhor assim....

              Ah sim, continuo bem vestida, limpa, como todas daqui fazem. Fico elegante, descansando aos Domingos, sendo a deusa que todos não ousam manter triste e que querem um pedaço! Afff, sou dose quando falo assim, bem esquisitona, valente, boniteza, a toda poderosa de uma realidade feminil sem paralelo! Que venham esses doutores me explicar essa tal vidinha louca que adoramos manter perto a toda hora. Dentro de um casarão todo um segredo de deusas em potencial, ó doida! E falo tanto pra cacete! Deixem-me rir um tanto kkkkkkkkkkk!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/06/2018 às 18h11
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27/06/2018 15h00
Fantasia de vida, ó!

Fazendo cara feia e assustando com uma pisada forte tudo que deseja me cionquistar ou ameaçar território de minhas meninas queridas...eu  bato!!!

                      

 

Depois ficamos soltas, leves e lindinhas pra começar um novo duia com os namoricos de sempre, lesbianismo correndo solto, amores implacáveis e idas ao mercadinho LGBT...todas nós somos alienígenas loucas com as crianças aliens! kkkkk

                     

 

Chega a hora e já temos de passar o dia,,,mas eu fico spozinha em meus encargos em prol dessa turma de mulheres afoitas e vanguardeiras! Uhu! Pagando as contas, claro, né?

                       


Publicado por Jurubiara Zeloso em 27/06/2018 às 15h00
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