Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

PATRONA DO MÊS DE JANEIRO              
              Bárbara Heliodora (1758 – 1819)
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
02/09/2017 16h29
Onze de nós...

     Sim, onze das nossas ficam soltas mas unidas em nossa casa, comunidade, o custar tentar ser um domicilio de fêmeas afins. Tudo isso e mais. Poré elas estão a todo instante em muitos lugares, e contudo juntas comigo. De cada uma tiro algum nome que as identifica, por convir que tenho de manter renomes ou defesas para cada uma. E por isso vou indicar por ora e aqui o que significa isso entre nós. 

     Alegria - se enturma, resguarda a trama e ciência de nosso amores em todo conjunto, as nossas glóias enfim. Um sorriso treinado entre as trevas e sempre se volta pra mim e me ama infinitamente sorrindo. Esta é uma das que idolatro sem tirar proveitos, nem risos fracos, num conluio gostoso de mulher pra mulhes. MAs ela não a a única de meu harém suposto. Deixa coloido este nosso mundinho de moças incríveis. Sendo lésbica num menor grau ela nos oferece felicidade, pouco desapego, bastante esperanças. Tem nome ainda maior de ofertas a nos ver ou seduz a escuridão pra desenganar os medos...

     Presença - faz de mim a aurora do dia, mesmo que entre nós fique junta ao grupo, mesmoque a mente dela se faça perder em tesão inelutável. E somos unas na verdade, na cama, na falação na cozinha,. nos beijos com todas. Sem embargo, ela nos proporciona a finesse da candura, sempre do lado de quem sofre aqui e ali em casa. Prefere a doçura fraterna, não iportando sexo a dois, jamais importando se fazemos sofrer uma com as outras. Sabe perdoar a tudo que nos desconforta. Sua fama desarmada dentre nós é a de quem miúdinha nos engrandece. Devemos muito à sua tendência a perdoar de qualquer jeito.

     Vergonha - que apesar desse apelidinho incerto é nosso alicerce contra as inverdades e as observações da vida, daquilo que nos fartamos de omitir se quiser. Parte de si nos encanta e faz evitarmos alguma burrice no falar, no agir e comportar-se. Nos serve de alerta mesmo que envergonhada me faça sentir a paixão por seu drama de outrora, que me recusarei a falar aqui. Temos por ela a maior consideração apesar desses momentos cabulosos de nossos dias que nos fazem entendiadas. E por ela eu faria qualquer destino ser maior que eu mesma. No entanto ela nos brilha pra nos deixar atentas entre sombras.

     Carícia - Tão lindinha, fofa, desalinhada na hora H. Veio até mim em algum dia doido em que eu estava aturdia, em plena chuva forte afora de casa. Seus embalos nos convence que sempre foi feliz e muito aberta ao diálogo do amôr lésbico ou corriqueiro. Nos dá a face pra acariciarmos com desejo, fraternidade e afeto completo. Uma pessoa rara de encontrar como mulher e dona de si na vida que nos consome. Tem pra mim mais valor e prazer que os trouxas ou os piores dos palermas homens que conheci, apesar de nunca dizer-se que seja misândrica como eu. E ela a todas nos consola. Estou com ela no prazer e na sensação, mesmo que todas me cerquem, apesar de que cada uma dou valor tambem, claro! Nem todas são minhas participantes de um desapego qualquer.

     Delirante - minha oriental de olhos castos, cara reta e honestidade ímpar.  A maior de nossas amigas. NEmse iporta se acaso a temos como a mais tesuda d enossas concubinas cooptadas. Assim pesnaria, mas eu prefiro respeitar a nós todas como damas de consorte comuitária. Nem só de sexo ou amor nos deixamos levar, isso sim! Contudo esta Delirante amiguinha parece vir de longe mesmo e nem se importa como pensamos, mesmo que erradas nisso. Posso estar bemerrada em dizer as coisas desse modo, entretando esta nossa mais bela amiga ainda nos proporciona sua arte paciente de amar completa. Sabe se vestir, andar, desejar, estudar e me deixa louca de aflições. Já não temo a culpa por estar insegura perto dela. Somos é unidas, todas nós, sem exceção, assim como ela se pretende unir espiritualmente em sua Yoga de todo dia...

     Menina doce - Um encanto de moça, mulher integral, luxo de uma vida que se queira apaixonar por ela! Meiga de doer, fácil de simpatias, dona de nossos corações. Cuidamos dela pra cuidarmos de nós. Sua magia é nos dar vitória, a espernaça complexa, o que der e vier sempre. Te conquisto bem como a todas, mas me conquistas a cada dia espairecido. Nessas horas de meu descanso ela me vem com beijos ligeiros na face, me dá as mãos e lê meu destino na palma de minha mão tão fina e delicada quanto ela. Somos todas por ela e só ela por todas nós. Sua doçura é extrema ou é assim exuberante, nos dando lumiar a toda prova, e ao dia encanta seu trabalho com confeitos e bolos na cozinha...e eu adoro isso! Esta dama é das minhas! Nós a amaremos por séculos, se der!

     Misteriosa - seu semblante lhe diz segredos. Nos revela o amanhã, sabe das coisas, ama a tudo que lhe sobrar candidamente. Sei como se chama, mas a outros de lá fora jamais repetirei seu nome sacro. Parece alguma fada, meiga fadinha de meu jardim interior, paixão nas horas frias, aquecida pela compaixão quando me vê dançarina votiva. E isso faz rir meu pendor artisitico, pedindo-lhe qe me ame sem cinzas absortas. Veio a mim na madrugada telefonando que deseja se "internar" neste mundo nosso, separadas que sonos deste último mundo externo mais ingrato. Me deixa o tesouro oculto nas vestes que sempre uso dentro da alma. Está conosco e não abrimos.

    Especialista - E esta tem de tudo. Um corpo, jeito, a moral, a sensualidade. Ela sabe nos fazer gozar em tudo, se é que me entenderão as favoritas da minha vida. Tem a artesania das entendidas que conhece outras. PArte d emim est[á com ela todos os dias, mesmo que estejamos no colo uma das outras em busca dos sorrisos meio levianos. Somos juntas e ela conosco nos pertence por saber de cada detalhe de nosso corpinhos arfantes na hora certa da noite. Me conhece por dentro e por fora, analisando com fervor, quererndo as outras por perto pra ensinar o que nos falta tentação. Afe, que mulher complexa e bem deliciosa de querer junto numa confissão de campanário.

     Hermafrota - Dizer o quê? Ela é binária, amorosa, dândi, transexual perfeita, mulher com algo mais. Tem comigo uma relação mutua muito igual em tudo. Se sabe me completar estarei nas nuvens. Se sabe ser múltipla sabe nos dar prazer de duas maneiras diversa. Pode nos ensinar a dif]erença que nos separa do msculino em muitos graus. E sendo o que somos, pares perfeitos se acaso quisermos união casual, aprendemos muito dentro de cada uma de nós. Por ser perfeita hermafrodita tão feminina, nos deixa retidas na admiração, nos prazeres intensos que concebe sozinha. Parece pro vez nem prexcisar d eoutro par co-igual, parecendo que sente-se completa sem precisar de terceiros. Bem esquisita em certo sentido pra muitos. Eu a compreendo por ser lésbica minha condição inflexível de pensar, sentir, ter orgasmos. Sei o que é cumplicidade ou ambiguidade. Herma é forte, bem mulher, mas tem uma diferença que jamais lhe será extirpada se eu deixar. Tem a duplicidade que eu tanto reconheço nas trans que tive relações. Sabe amar e disso não abro mão por ela.

     Rainha - Dessa não falamos muito por ser brilhante e parecer estar acima de nós. De certa feita ela só ama de acordo com afinidades que somente ela sabe convier. Lhe dou sempre boas vinda, Entrego-lhe as chaves dos meus devaneiso. Todas, afinal, lhes damos certeza de um bom "reino" mulheril das mais doces condições. A conecemos num dia de Sol sem nuvens, vestida de branco, cheirosa de bálsamos erógenos, silenciosa dona de nossas atenções, mas comigo lhe serei sempre a consorte convicta no primeiro dia de cada mês. Sim, somos suas súditas e ela uma de nós, trtaada com igualdade pra sermos corretas no agrado de cada noitada. Assim ela emesma desejou e assim lhe confortamos. Eu lhe bato palmas por estar acima dos fracassos... 

     Amorosa - Minha, nossa, assim favorita eternamente. Tudo que temos é de vossa benfeitoria insistente. Dona dos corações e amante imparável se assim podemos lhe conformar.  Comigo seria a equivalente de um só marido ausente mas muito imperiosa, desejada, enfim de tudo! Mas longe de mim afirmar  uma marital conveniência se acaso ofender ela de alguma maneira. De fato eu lhe ofereço guarida no corpo e na alma diletante. De fato somos queridas por sua intensa e nívea verdae. Nos dá amôr preciso, sem  sobressaltos, sabendo ser mulher caridosa, gentil e brilhante amante de muitas. E sendo quinze no total somos afetadas uma pelas outras, mas a AMOROSA completa essa equação imensa. Seu amor infindo nem se encontra nos mais nefando anjos ou santos..

    As outra três terão de ser as ocultas testemunhas das façanhas destas que descrevi acima. Fazem parte da nossa sociedade secreta que nos fundem por completo na comunidade que fazemos parte. E cada uma é um apoesia em si mesmo. Dia menos dia revelarei os esperançosos ditames desta vida que nos move dentro deste mundinho de mulherzinhas valentes e sabichonas! Afe, ae, afe!

 

    

  

    

  


Publicado por Jurubiara Zeloso em 02/09/2017 às 16h29
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31/08/2017 21h42
A Mulher Intruranista ( thank's Leonardo... )

  Não preciso dizer nada, certo? Tentem saber o que é Uranismo....kkkkkk!

  A imagem é só um adendo gráfico bonitinho ao que eu queria dizer, só isso, afe!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 31/08/2017 às 21h42
 
30/08/2017 09h30
Chá de Frescuras, erros sem gosto

      É pouco mas salutar. E é muito mas paradoxal. O tudo que se toma e que se digere. Pois tem sabor e amarga o linguajar, o dizer, tudo que se importe.

       Esse meu chá é de poesia que nunca vem, obscuro, por vezes abstrato ou até loucos versos inerte de paladares. Sei fazer com folhas destemidas, ervas simples e palavras burlescas, se quiser. Não tenho muito bem a receita  na cabeça. E eu sou é um adoida que complica os sonhos a serem descritos no papel, bebericando este chazinho mequetrefe de fazer. Tem muito nome esse chazinho que entornasse líquido e expressa dvaneios ou desejos intensos em baixo de meu umbigo. E eu dou risada por isso ser meio cozinhado, apalermado, complicado de sentir, mas eu beberei com parcimônia na próxima vez.

     Na imaginação tenho um tanto da receita desse chá que, convenhamos, pode dar dor de cabeça e nunca deixar você sair da primeira linha escrita. No meu caso tomo a devida providência de ter um Engov ou um colinho de uma moças daqui, pra em sã consciÊncia aliviar as canseiras das "musas"! Que complicação!

     Uma poesia feita às pressas dar um sabor de fracasso eminente a ser roído por avalanches de pinóias na mente. Tudo se desfaz e não dá em nada. Neste tipo de situação a poesia esrita com desfibrilação do erro, do cansaço e do tanto que se gasta de ideações se torna feia, esquisita. Não daria pra em nada aproveitar um tal rigor frívolo quando se transtorna uma frase e um texto e do vas]zio sair um mero poema besteirol! Argh! Ruim é ter de apagar e recomeçar o sentir-se aquela frase, o querer fazer o belo num trecho dificil, esperar que haja ou não a rima correta. E esse chá tem um teor bem angustiante e amargo pra se desejar engolir por inteiro. Imagine se o chá ferve e entorna tudo pra nos ferir no colo...assim é escrever um poema errado e sem graça, sem élan! Humpf! POr  isso que certa feita nem sempre gosto de rimas, porém não fico do contra pra sempe. Faz parte do oficio singelo ser poetisa desencontrada...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/08/2017 às 09h30
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28/08/2017 11h02
O que machuca não fere o batom

            Me pertmito agora sair do real e vijar na maionese!

 

            "Aquilo que machuca-me, desfere a culpa ou assume a dôr que me safarei com valentia. E a vida que nos desmonta, por vezes s em conta, pede a coragem, aquele olhar furtivo de esperta, a dama rainha dessas valentes que são mais do que mulheres. Dentro de mim a ferida que parece pontuar, como uma supliciante máquina de costura com agulhas, os conflitos além do coração. Embora isso tudo tenha a sua triste continuação durante a vida, o tudoqyue perdurasão feridas que jamais se cicatrizam. Medicina nenhuma consegue ver o que está judiando o meu coração a cada dia. São as mágoas restantes eternas enquanto duram...

             O sofre que penaliza, só castiga, me arruina com o tempo. A cada ano a mágoa que insinua-se em determinados lugare do coração. Algo etéreo que os médicos tentarão curar com pílulas ou anfentaminas abusadas. E ninguém me tira a afronta, a aud[acia, o rancôr desse sofrimento antigo. Como se fosse continuar e nem eu conseguisse desmantelar da vida, minha vida. Os que me cercam mal podem ver o que subjaz além da radiografia do peito. Tem dorzinhas que são chatinhas, se impçõe e como mágoas indeléveis, ficam para o todo sempre. A falta de amor nesse caso é parte do processo, a soma numa desigualdade multiplicada QUASE sem cura! A necessidade de ser amada, ou amado conforme o tolo que não consegue superar - só as mulheres, em parte, e o tudo que importa no viver se esvai distante., o tentar ser feliz e não dá! É a doença mais infame e renhida numa vida peculiar como a minha; Sozinha entre tantos patamares sem culpa de viver sorrindo...

         Sim, a pior doença em parte incurável é essa necessidade de amar e ser amado e nada te garante que serás feliz, sem outro alguém que lhe diga amôr sem fronteiras, a te dizerem coisas lindas sem função. Os solitários entendem o que digo. Os poetas - cercados pela realidade muitas vezes indomável - se ressentem quando solitários nas suas escrivaninhas deletérias. Ou se padece de desilusão ou sorri com uma pontinha de dôr no coração. E de fato é assim. 

        Conheço a mim mesma, e mais ninguém o sabe, situando-se ente a brisa do ocaso intocável, sabendo sofrer como aprendizado ou esperando a deixa de completar-se com terceiros. Tendo sempre uns empecilhos, umas regras assim capitaneadas por censores invisiveis, cada passo tolhido por tempestades meia boca. O mundo que se faz infame, mas dessa fama apropriada a poetas que sabem ver as coisas feias como belas florações. Poetando desfaço a neblina que cega um pouco, esse real que me assassina ilusões, sonhos calejados por anos de desafeto da solidão.E podemos estar asssim, filhas e filhos, nascidos neste mundo pra voltarmos a outro complertamente sozinhos, já que assim só aprendemos e só morremos a cada ciclo de huananidade que temos em nós. O ser mortal tem que se garantir a perpetuar a sobrevivência na ilusão. Deveras, já não duramos muito...e o amor sempre retorna mesmo que desenganado... 

     Sou perdidamente apaixonada por vive, ter esses romances diversificados num acomunidade a ser completa ainda, emsmo que imperfeita. E poucas sabem que em meu isolamento necessário ( apesar d eestar cercada de gente maravilhosa e tão feminina em tudo... ) faz uma tortura que reguarda dentro de mim o sofrimento de antes, num coração com tantas reservas dessas mágoas antigas, as quais ainda dão as cartas. Devo estar de algum modo nesse pesar por saber que muito de mim ainda se sobessalta das feridas vintage de outros tempos. Fui sofrida um dia, porém hoje me alegro, mesmo que iludidamente, e apesar de estar com as ais mágoas do passado, e essas não se ousam curar há tempos! De fato sou solitária "enferma" de mea culpa inconstante na poesia. Uma poetisa que nem tem infernos a delegar, nem deuses a se safar e todo um universo de coisas ao derredor, que necessitam atenção dos versos que só eu distribuo em tantas páginas, físicas ou midiáticas...e é isso mesmo! 

      Que adianta mais esse reclamar-se? Parte de mim mesma está assim, na imcompletitude. Contudo não me deixo abater por tanto. Nem sequer falo de minha arte sangue, suor e nubladas lágrimas - se  bemque isso ocorra e modo raro e recorrente se der. Meu ser está desse modo, como disserto acima nestas palavras aqui transcritas, carente e acompanhada, paradoxal e muito sensível, imolada ou como deixo que seja. Enfim, de fato, sou poetisa de punho leve, solta nas verdades do verbo que persegue-me, doutrinada na liberdade do vir-a-ser, sempre na cura e na doença entre vidas alheias, E no fundo tenho este amôr sem dôres, oculta das mágoas, não em deixando esmorecer. Muito de mim sofre por culpa própria, por não saber amar homens se suas atranhas. Sou tão mulher, bem trans, a bissexual, uma lésbica e acima de tudo talentosa como se deve!. Eu caio, mas o abismo tem um nome que conheço"

       Eu falei e disse! Até mais meus queridos leitores cansadinhos da santa leitura...kkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 28/08/2017 às 11h02
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26/08/2017 23h12
Ai me lembro!

    Sim, lembro-me bem. As escolas que estudei, as sainhas plissadas que usei, as calcinhas fofas delicadas e recatadinhas por vezes. Ai, lembro da escola e das maiguinhas, todas novinhas em cada ano, ,legais e bastante estimulantes na vida estudantil. Sempre usando óculos eu ia longe e fui deveras muito da reservadinha por um tempo...calada e tão cismada, CDF de primeira, com as minhas roupinhas sempre passadinhas, afe! As meninas de cada escola me adoravam, idolatravam a minha dedicação a ler e a escrever tão bem. Mas eu tinha 13 a 16 aninhos a cada um desses momentos em que só estudei em variadas escolas boas. Minha mãe fazia lanches que eu dividia com amigas e raros amigos tímidos. Fui amada muito platonicamente nesses tempos, assim eu acho. Foi bom enquanto durou. Usava lingerie larga por causa de meu sexo xcomlicador nos países baixos, se é que me entendem...

   Teve época que eu era fofa, branquinha de leite, com uns lábios vermelhos semprecisar de batonzimho mequetrefe comprados em bazares. E tive sim as namoradinhas escondidas, sem a maldade e só agarramento, e os amiguinhos tristes que eu embalava e dava até o colo pra dormirem, ai santa lembrança! Choraram tanto em meus ombros...eu fui homenzinho pra muitas mocinhas!

   Tive as melhores escolas e os profesores nem tanto. Usei muitas roupinhas lindas, debruadas e até saias minusculas com as perninhas assanhadas de lisas. As minhas calcinhas e roupinhas "eróticas" de ginástica já deixavam as meninas loucas pra me ver, pois eu tinha um corpito bem apanahdo desde meus 11, e não vou é mentir sobre isso. Foram épocas de mil delicadezas, de descobertas, perdas de inocências e alguma mania louca por colecionar gibis, brinquedos de menino, calças de menino e raras bonequinhas e eu botava as roupinhas em cada uma. A Suzi, iminha primeira boneca lésbica de sonho, uma amiga de encontros e masturbações veladas em noites frias sem companheiras no quarto de visita. Ora, a mamãe só me fazia dormir com as amiguinhas que dormiam comigo juntinhas, pois sempre era tarde as nossas brincadeiras tanto de bonecas quanto de bola no jardim. Eu idolatrava usar algumas das calças compridas de moço mais velho, uns jeans principalmente.   Nem o meu pai desconfiava de minhas tendências lésbicas fortuitas, mas aprendi a mentir com sobriedade vã ou veracidade impecáveis. Sempre amei a todas em cada ano escolar, e muitas delas á me esqueceram. Algumas ainda estão comigo, aqui na minha pretenciosa harénhada de amantes cooptadas. Eh eh eh eh eh...sou dose pra leão. Aliás sou de Leoa e das brabas em matéria de paixão pesada! Como e deixo me comerem, se quiser! Não ligo muito...

    Ah, contudo minha mãe sempre soube de minhas tendências e investidas de masculinidade afeminada. Usava calção, boné, camisas de casimira, botinhas de cano, sapatinhos de arrastar ao estilo mocassim masculino. COnfeso que nem tudo me passava na cabeça tinha um teor macho d eser, pois algo em minha testosterona mínima não era essas coisa. Acabei moça bem feita de corpo, peitinhos e nada emasculada, graças aos deuses! Mas eu atrai muita garota deliciosa de lésbica e ninguém sabia que a postura delas era o contrário do que se vê! Eita mundo complicado de besta! Muitas casaram.

    Sobrei uma vez, encalhei uma e outra, porém nunca me casarei. Espero que parte de minhas meninas me entendam, e se casar terá de ser no civil e coisa e tal. Se querem vestido de moiva não contem comigo. Mas se querem que use roupas de balé, com calcinhas de lamê bem justas abaixo de tal roupa, não me faria de rogada. kkkkkkkkk ( risos ) Deixo muitas é taradas por aqui...kkkkk Sempre me vi solteira mesmo...e sou cheia de tesão por vezes recolhido.

     Dos tempos escolares sobrou recordações doces, leituras amargas e aulas chatérrimas. Mas se me educaram tiveram sucesso, pois empre e sempre fui dedicada a ler, estudar, analisar e me formar em tudo. De tudo sei o bastante. Daria pra ser uma cientista lésbica de primeia grandeza! Uhu! Mas os sonhos ficam sonolentos, se esvaem e aidna restou tetnar mostrar ao mudno que sei bem mais que muita mulherzinha pór aí. Comigo a coisa não engrossa muito mas nenhum marmanjo me superou no Sudoku, no xadrez ou nas intensas leituras que faço em quatro línguas aprendidas a custo! Eu seria um ótimo pai e família, mas prefiro continuar com minha xaninha impetuosa complexa e meu corpo arfante e cheiroso pra com todas além de casa. Afe! Sou assim e não posso mudar

       E, sim, tentei namoricos com os rapazes que já não eram mais meninos, claro... me desiludi e queriam sempre fazer coisas feias comigo. E muitas das vezes eu deixava por conviver com a carência, sempre desejando o proibido, contudo eu era sabida. Somente tive sexo oral com alguns bem apessoaados após longo namoro fingido pra manter as aparências. Nunca tive uma relação mais perdida e  nem sequer penetração. Odiava os pênis dos caras, e ainda mais ficava cada vez mais agressiva e sapatona. Confesso que era bonito ter prazer a dois, trocando fluidos corporais e tal. Ai,que saudade do tanto que engoli e amei de fazer...fui safada um tempo mas curei essa frescura! E os homens agora são distantes ( sou bastante misândrica e trans agora ) e mulher é bem mais agradável em tudo...qu ecoisa. Será que sempre fui assim, depois de descobrir qu eeu era andrógina d efat, quase hermafrodita, poi sequer tenho prazer em certas partes de fora, mas dentro sou trêmula qe nem gelatina doce, Sim, foi cinstatado que ainda sou hermafrodita, apesar de achar meu grelo bem grandinho muitas vezes na vida ( argh!), sempre quis operar esse adendo inútil, Será que os médicos acharam que eu fosse menino e devem ter deixado rolar a natureza das coisas: Mistérioooo! 

     Fui provocante sempre. Usei sempre as roupas soltas, até cueca e calcinha e esta última era cara uns tempos atrás...usei de saias bem curtas e tecidos bem safadinhos, calcinhas deliciosas, óculos do tipo de haste rosa ou de metal fino. Usei rayban e fiz de tudo pra usar de tudo em matéria exótica de roupas, masculinas ou não. Teve um tempo atrás que tive muita decepção por meu órgão de baixo complicado...e o tempo passou! Ufa!

    Um diário com conotações de biografia arretada...kkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 26/08/2017 às 23h12
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