Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONA DO MÊS DE ABRIL                   

                 Simone de Beauvoir ( escritora )
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
06/12/2017 20h18
Prosa confirma

        Sou a moça do esvair das multidões de suas grandezas, tão perto do sofrer que se redime com abraços, imensa flôr em ilustre corpo que niguém vê ou suspeita de especular. Saída da dôr que marca sofrimento, senhora do ser e do ter entre outras que amo completamente. Vinda do iluminar padecimento de seguir-se viva, potente e delicada semente do mundo. Poetisa do espairecer entre jardins de Ofélias, Amélias e Reginas, catando de si o poder silenciada nas feridas da vida.

      De fato a angústia deminina que se repõe entre sorrisos, calejada dos males de mil homens que nunca se entendem. Ornamento de poemas nas palavras, na cantilena óbvia dos argumentos que se fazem prosa Às vezes. Caída sempre nos tormentos do mundo, as ingratidões da multidão, célere estrela de si ou alguém que merecia amor eterno. e de nada veio parecer, para nada vir-a-ser, lamentando causos com os risos de sua gente feminina, ser enfim a amada.

      Tão só e mais sólida, envergandoparamentos de poetisa, mulher, envolta nosmistérios do gerar liberdades, amores pretéritos, a lutar sem os sucessos quando pode. Enriquecida pela vida, por vidas, indo veraz meio a andanças de aprendiz. Sempre a mesma, qiualquer que seja combates, alheia dos astros que parece lhe dar estradas. Amor de moça, mulherzinha, sutilmente afável. O que será tem de ser, pois saímos todos do imenso palco-mundo!

      Sou tantas. Diversos egos em uma. Padecendo de gostos e desgostos. N aestradinha do escolhos feios ou realidades além-muros de casa. Santificada, geradora de benesses, escritora selada a convir, carente do afeto da mãe que partiu, se foi, distante sentimento agora espírito. De amor, causa e causação, a infinita leonina solitária, inda que mil multidões a cerquem demasaiado. Serei a mesma a cada passo, cada mão pousada em mesas caiadas, o coração nobre na pieguice do Universo lá fora. Eu mesma sou Universo, cosmos generoso e delito! Quem mais a faz renascer a cada ocaso dos celestes orbes de cada dia? Eu serei, eu sou e fui a culpada, mas nunca fiz nascer o caos mundano.

      Uma prosadora, poetisa  bem-vinda de quem-me-quer ou indecifrável. Uma donzela infante, aluna de eternidades contadas, vestida de ser nudez quando deseja, mas jamais cega sem andrajos. Ver longe o que de perto ilumina temor. E ser eu mesma com carnaval, sorrisos, tolerando os desafios do ser e do ter a cada crise. Sou o que deveras amei quando menina. Alguma regente de muitos reinos insurgetnes, libertada ou libertária. Poetisa com costume de arvorar-se a meiga rainha de meros poemas. Não há reino pra delongas de viver que sou! 

     Escrevo a façanha do dia. na luta de cada semana, por bocados de sentidos que me tornam viva, inpenetrável aos desejos de terceiros gulosos. De auréola poeta, alma de um, organismo cansado, inábil de aceitar escravidão qual seja. Aquela que se forma usuária da vida, vivendo com outras queridas, amando meio incêndio que se torna fogo comtrolado. Enfim, autora deste diário amante de meus enlevos, a divulgar o que não gabarei ser apropriado. De deserto aos favores dos sentimentos embargo a enciclopédia de minha vida! Deixo pelas palavras o que na ação demora reagir. A minha vida, sua vida...quem me dirá errado? 

 

               "Olho estupefacta ao pouco colhido, mas tem sido imensa cada vitória..."


Publicado por Jurubiara Zeloso em 06/12/2017 às 20h18
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01/12/2017 02h01
Espanca "doces"

Linda poetisa portuguesa! Adoro essa mulher! Uhu! E isso é só pra começar o mes de Dezembro...falei?


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/12/2017 às 02h01
 
29/11/2017 20h55
Tanto que disse, tanto foi dito

           Pois é, andei sumida de um querido e possível diário, o qual até aqui andei só machucando com idéias ou dizeres complicados. Tá na hora de me educar hoje pra se fazer de bonito(!) diante disso. Espero que o diário que fico pelejando(!) nos últimos incautos meses ( coitadim do diarinho, falei tanto nele e nem o chamei de querido uma única vez...mea culpa! ) esteja de bom humor e que me dê forças pra continuar nele no tempo certo, o que relamente não ando fazendo bem aqui...um pouco pra comédia pra abafar e pensar, certo?

 

         "Ferido diário:

          Peço que me poupe e que me desculpe, não se zangue e nem apareça-me no espelho do banheiro aqui de casa - se acaso os meus temores de que és um gênio desconhecido ou mágico sejam temerosos, sei lá. Tenho tido bem pouco tempinho pra te dar uma atençaõ devida. Mas são tantas variáveis descabidas na vida...os tempos estão ficando outros! Ai, que mágica!        

          Estou a lhe revelar que mudo meu jeitão de ser pra me conformar como uma espécie cult de "aranha-mãe", das arretadas ou dessas sem juízo como se deve. Tenho tido muito tempo pra entreter a minha vida no trabalho e quase sempre te esqueço, nem sempre lhe sendo tão contumaz quanto antes. Cada passos desses meses me levam à Dezembro por ser i, mês que fecha tudo, e fico é complicada, distraída ou tatibitate por escrever tão pouquinhio.  Tudo acumula e os muitos dos meus leitores estão escasseando em suas leituras pra comigo. O que me deixa sem tempo é essa atarefada viud amundana, os serviços dessa empresa na qual trampo com sofreguidão que só vendo! NEm tudo pode se rperdoado nessas faltas que dou nestas páguinas virtais - eu diria 'virutais' e etecetera, mas não invento isso por ora - e o tanto que pulo nos dias "rápidos" dos últimos meses. Tem sido uma corrida, se tanto!]

        Diário, doce, meu calminho diário. Te considero tanto nesta minha vidinha midiática! Tem horas que te esqueço só pra falar ou idissertar de tudo sem me referir a você, claro. Outrotanto é que sou atarefada pra cacete! Tem lances ou demoras em que escrevo de tudo que der na telha, mesmo que absurdas, por aí. Se bem que sou calma em meu quarto particular o qual arranjo folga pra ir mais longe sem você, Nem sempre diria "querido diário e tal", mas houve umas ocasiões emque tinha de ser direta, menos pedante e mais poetisa, quase indo à extrapolar mais do que devia fazer. Que me perdoe por tempo enorme sem te ver, te dizer, te benzer, te agradecer. Paciência, eu fiz, e faço o que pode ou pude...kkkkk Doida essa Júrunhanha! kkkkkkkkkkkkkkk

      Ferido diário, que tá dodói, machucadinho e tal, posso ir mais pra frente e continuar sem te chamar de querido isso, querido aquilo? Isso faz parte de minha adultidade, sabe? Entretanto me rebelo por justa causa ( com calda, com cauda, o escambau...sei não... ) e quero te oferecer uma guiinada em nossa relação, se bem que meu diário físico de menina ainda poderia ter algum valor, quem saberia? Com isso memente espero que me perdoe por elevá-lo à categoria de diário da Capitã Aranha ou da Donzela Sapatinho D'ouro, não posso evitar essa mutação. E tenho de fazer isso por doravante! Embora rudo descambe pra absurdos eu farei as mudanças pra evitar te esquecer amanhã. E topas?

      Voltando à vaca fria, eu diria que tava na hora mesmo de mudar. Alterar a vida registrada dia a dia, fazer como se deve. Não tenho os dias todos pra ir escrevendo cada coisita de minha parte. Tomo a iniciativa e fico a dever, mas o diário querido - como não? - se ressentirá com isso. Dele faço um ser "vivo" inquietante, mas nunca o deixarei vazio ou inexpugnável. Dia sim pou dias não o lembrarei de existir como o querido senhorio de meu lápis, aliás de minha digitação, pra falar a verdade...ops!  kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Sou é uma comédia...

      Eu vou de fato evoluir meus textos "amadores" diários, colocando-me na vanguarda de volta e meia dizer de TUDO, como de sempre tenho feito desde há muito. Ler, sobreviver, crescer ou filosofar é o mote pra daqui por diante. Lé com cré, sabe lá lelé....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e eu gracinha... kkkk

      Ferino e ferido diário, aceite de bom grado essa modificação futura! Hah! E ano que vem vamos faturar amigos, leitores e zente bunitaaaa...tá?

 

 

                       

                            "Não fico nessa posição há anos! Afe! SOS!"

                            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ( Jú a seu disppor, 2017 )


Publicado por Jurubiara Zeloso em 29/11/2017 às 20h55
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26/11/2017 01h18
Essas minhas meninas...

              Ao menos eu pudesse falar tudo sobre todas daqui...

              São tantas lindezas comigo, guerreiras silenciosas, trabalhadeiras que unem à tsarde e fiocam à noite, dormem e me acompanham! Adoro a todas sem exceção. Tem umas delicadas como porcelana e outras que queriam casar mas nunca gostam de homens bobocas. Se pudesse eu virava homem e fazia bem o serviço, protegendo-as e amando com vara curta...quá, qué, mas isso seria irrelevante e engraçado de se ver. Pensei em até ter um pinto operado em mim pra satisfazer o vazio d emuitas, mas eulas preferem florestas e grelos plenos de viçosa perenidade...hah! Eu sou doida...penso cada uma...

              Sou aranha, perereca, sapato sem laço e tanta coisas nesta vida! Tambem sou quase home auqndo brigo e desço os tamnacos. MAs isso só ocorre lá fora quando encontro bestas quadradas que adoram me peitar e aporrinhar. Não sou tão machona, fortona assim. Contudo, he, he, he, tenho punhos muito chumbadinhos pra galera machista inconsequente aguentar! Nunca é de meu feitio agir assim, pois sou uma dama delicada, formada, secretária, adulta e muito valente nos momentos que necessitam! Muitas das moças da área me respeitam, amam, sabem e muitos homens tapados idem!

              De noite tenho perereca na gaiola aberta, de manhã o bicho pega se eu deixar, e esta vida\ louca do mundo tenta me desiludir. Sou poetisa e fujo disso pra manter posição e manter aparências de bondosa senhorita, porém tem coisas na vida que nem semore dá pra evitar-se! Aranha ou não , até eu esqueço a minha e chuto um monte de escrotos da frente, ora se faço...humf!

              Sou amor, prereca quentinha, doce beijoqueira, escritora falaz, amiga, arretada boa menina, não uso cuecas e detesto cigarros! Se acaso escapio da normalidade ninguém me segura mais! Sou carioca e nunca levo desaforo pra casa... aceiro a sapucaia e arrebento os cocos devidos...kkkkkkkkkkkkkkkkk

              Tenho mais que fazer do que falar de minha verve violenta que se faz presente só quando quero, pois. Tenho umas temáticas, prosas ou os textos a serem feitos e ando muito atrasada nesse meu diário nos últimios tempoos. Eu tenho mais que relevar as coisas e continuar o trabalho por cá. Faltas-me muito chão pra se fazer presente, poetisa e querida madame do casarão. Não sou de ficar folgada ou vagabundeando por aí, nada disso. Sou trabalho em equipe e trabalhadeira fogosa, tudo junto. E aranha-mãe,a ntes que me esqueça, uhu! Afe! 

               Nos próximos dias vou andar por a´pi, fazer exercíos, tomar água de coco, refrescar as idéias, sair com todas as quinze aqui de casa, papear na praça e paquerar leve as desavisadas do bairro, ih ih ih ih ih, danadas! Ui que doçura de sapatos femininos, seu Clodovil...viu! kkkkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 26/11/2017 às 01h18
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22/11/2017 00h54
A aranha festiva, inconteste!

      Comemoro hoje vinte anos de decisões e tramas, teias e rendeiras! Todo um mundinho de festas já passou desde ontem de madruga. As menians dormioram comigo, dentro do quarto, TODAS LARGADAS ( sem sacanagem à vista )! E é só pra dormirmos juntas pra nos protegermos nessa data. Logo tenho fama de dona arnaha e suas cupinchas aranhinhas....kkk

      Aranha atarafeda essa que sou. Compro, invento e descompro tanto, numa velocidade de tecer qualquer teia lesbiana, a seu dispor! Entretanto gosto de ser assim, meio aracnídea, tentacular, "abraçadora" de quinze consortes ou amigas diletas. Tento ser mais aranha em todos os sentidos, mas tenho de pausar a outra que está aqui embaixo comigo, nos países relevantes...e esta tem que descansar a cada mês, senão...epa!

      Algumas d eminhas teias tem bolo a oferecer, pagamentos a fazer, idas ao banco pra aturar bancário tarado, comprar comida e o lanche das novinhas, ir ao trabalho aporrinahda pelos subservos ou secretárinhas, etc...ufa! Mas eu tenho limites, claro. Um dia pego na minha teia alguém que me roube o coração nerd que me cutuca pra realidade. E não quero homem, pôxa! Que tal uma dessas damas insatisfeitas e famintas por amoreco, só pra varia, né? Eu ainda quero tal ilusão, e que me aceite como sempre sou e tambem, idem, que aceitasse este harém lindo que tenho aqui. Todas concordam sem temeridade esta opção! Espero ter a minha princesa encantada um dia, que seja tão mais valente e amigona quanto eu aqui...e tenho dito! e ela não virá, sei disso... 

       Me acomodo bem na "teia" principal de casa, neste meu quarto-escritório- quartel general. Apesar do tanto que faço eu ainda encontro espaço pra amôr, tendências, complicações e para os dilemas de cada dia. Sou uma arnaha bem boazinha, pois evolui de abelha pra aracne sem espasmos ou zoeira que me irrite. E todas nos damos bem no nosso "reino" feminino, sem rainhas, certo?  E ser aranha me compete a ficar de iolhos abertos babados da casa, aos cochichos das minas, nas festas que dou só entre nós, os saraus intelectuais e todas as tarefas domésticas que temos de fazer, quer queiramos ou não. Cabe a mim o juízo das coisas, o advogar estriebiras emocionais de muitas, fazer as faturas serem pagas, as contas de luz e gás certinhas, por aí vai.

      E eu adorei esse desenhoa cima da aranha de calçinhas largas., bonitinha, fofinha e delicadinha. kkkkk Ela é quase o que sou/fui desde 1991, apesar de alguns rompantes de abelha-rainha que enervava a todo mundo, parei com isso. Ainda me considero rainha do harém cauteloso. Pelo menos nenhuma revolução de "xoxotas" ( kkkkk! ) aconteceu até agora desde os anos 90! Que alívio ter tão boas, meigas e tolerantes amigas ou amantes da literatura sem ócio...estamos todas em uníssono desde sempre! Isso sim!

     De fato sou líder nato, mulher bastante e lésbica militante, ma non troppo!

     Ai se eu fosse elegante, fofinha de calcinha aracne, magrinha como essa aranhazinha desse desenho do cabeçalho acima...afe...que luxo! kkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 22/11/2017 às 00h54
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