Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
12/08/2017 20h47
Uma redação de texto emprestado

   E isso me machucou, feriu um tanto e coloquei na Recanto, mas eu repetirei..

 "Paz a ti mãe que se foi. Chorarei por ti a cada noite sem te esquecer, prometo!"

 

Foste chamada mãe uma vez quando não o sabias, mãe do alto mãe de quem eras filha, humilde rainha. Hoje não te chamam mãe os teus filhos porque são filhos teus e não sabem correntes comprimir sobre os olhos e a língua cortaram por excesso de sol. Tens uma coroa de preces não ditas apertas um rosário de votos secretos. Se abres as mãos feridas, ó quão feridas,antes do Gólgota, antes do Filho, cai sempre alguma coisa e sempre sorris.Recolhes invisível uma outra coroa das preces dos humildes e dos mudos por esses que hoje não sabem orar, conheces a corrente que une os povos sabes quanto paga o pai pelo filho e quanto custa ser mãe renegada. Se estes filhos dizem mãe eu não tenho eu não te reconheço mãe, alguém o disse antes deles, com tom diverso sem olhar para ti. Era teu pai, era teu filho e entre vós não se falou de perdão. Tu sabes, pois, perdoar sem a palavra e a tua ferida é já assim tão grande que nenhum a pode ferir mais, nenhum dos filhos. Hoje teus filhos estão velhos e cansado se todos os velhos sonham-se órfãos, isto é apenas um sonho, humilde rainha,e tu, os sonhos, podes colori-los de flores. Dá a todo filho uma flor qualquer que seja o seu covil, fá-lo cair primeiramente do acordar, suplica.E com os olhos novos sobre essa flor uniforme os filhos de hoje recordarão consolados.Mãe, te cantarão com a mesma voz. Essas flores retornarão aos céus cálido se teu céu explodirá no dia de cores. Paz na terra e os velhos serão jovens. Os jovens nunca são órfãos, ao menos no sofrimento. Suplica hoje, humilde rainha, por quem te suplica.


Publicado por Jurubiara Zeloso em 12/08/2017 às 20h47
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09/08/2017 09h58
Poesia que se quer bonita, talvez

         Belos poemas vem direto do sofrer e do querer dizer que vem de dentro. São as estâncias de um livro bem aberto que padece nas folhas soltas, nessas letras convictas, num sofrimento intenso que consome. E de qualquer maneira é esse tanto que digo é parte do tal segredinho. Uma arte que se aprende sem escolas, sem tanta submissão à regras ou com o conluio delas de certo modo. Escrever bonitinho não basta, nunca é correto se dermos o trabalho de  ver até onde vai o pieguismo insosso de quem não tem talento. Poesia é refinamento de fatores, sensações, desejos expressos com a vontade, tudo a ver consigo se for verdadeiro. Ah, e da alma tem de vir o orgasmo das musas de um poeta, qualquer que seja seu sexo ou indefinição. A alma é ingrediente básico vezes sem conta, porém o perecer de uns sentidos, a dôr, o sofrer perene que nos ataca hora e outra, tudo se soma acaso o belo tenha de sair sofrido, ou arrancado no instante em que inspiração se faz solene; Mas nem sempre é assim quando se quer.

         A poesia tem na lição de vida o seu mestre iniciador. Possui também muitos encargos ilustres na mente criativa , como: divertir, educar, salientar, apontar, ter defeitos, artesanato das frases, aquele quê em cada um que se subjuga com as palavras doces ou não. Também o amargo da vida se faz presente, sempre, e é essencial tenazmente falando. Sofrer nos oferece a arte maior que qualquer poeta de primaira linha reconhece útil. E como não me considero professora de similar categoria ( sendo eu poetisa de menor acerto e conceito na realidade, afora esta Recanto... ) em nada poderei confirmar em absoluto essa possibilidade. Padecer é o fermento, a massa se completa se quiser que o seja. Se puder que aprenda...

          De fato, sofrer, ferir-se, se deixarr cair nas dôres inevitáveis do viver no mundo, possibilita retirar do fundo da alma uma arte sem igual, se souber expor em textos a razão triste desse penar. A arte dos maiores artistas sobrevem de sua inspiração em momentos vagos de padecimento, da angústa ou de fatores penosos em uma vida inteira. Se dá valor ao tempo certo disso acontecer, mas jamais no momento inevitável do vivenciar artístico se deve entregar-se ao abismo subsequente de tudo. Artistas que sabem o que se faz tende a estar acima dessa mediocridade generalizada na hora certa nos lugares errados de sobreviver. Tal é a vida dos grandes acima de mim. Aviso que nem sempre parecer ser assim...o vice-versa também se afirma em tudo.

          Sofrimento faz é parte do processo,admitamos. Uma alegria acentuada, um paraíso confortável, certos confortos de falsas necessidades, materialismo de certa feita injusto, farsa ou reclamações da vida sem base, tudo isso nunca fará parte da boa poesia de fato. Como aprendiz eterna das coisas do mundo eu sei o que digo. Sempre a aprender, sofrer, injustiçada ou não, pelo caminho penoso da realidade complica o processo sim. Entretanto é forçoso dizer que o belo corretamente hoensto  jamais se alia a benesses ou nem pré-julga o que ignora. Até o feio se torna ornato se souber encontrar nele agrandeza de um texto subjacente a ele. De fato tudo que é humano, perecível por analogia ou verdade incomum, convence pertencer à poesia. E desde já um poema pode ser bem preferível do que reclamos vitalícios e rezas sem sentido. Convém, de certo modo, saber que um poeta não nasce, nem se reproduz, sequer inventa-se. em de vir de dentro esse germinar artístico do ser que compreenderá a humanidade que o movimenta. Nem todos podem fazer bonito na poesia de qualquer maneira e achar completo a sua arte furada, sem noção.

         Poesias bonitas podem vir de muito além da alma, do cansaço, de todos que não sabem ver adequadamente. Ela está na natureza viva, no ar de uma floresta, distante das armas violentas, nas crises dramáticas da vida, podendo ser mal vista nunca compreendida na hota. A poesia de um momento é toda a dinâmica das coisas duráveis, de uma cena real que devemos fotografar e a todo momento poder rever . Pode estar nas ruínas de mundos pessoais, numa batalha indecisa onde o amôr não perece, em cada canto de um rostinho a ser alisado pelas mãos. Pode estar a passos de quem nunca amou, que jamais se deu por vencido, o que se faz santo, silencioso, e ninguém mais tanto saberia. Assim sim!  E essa lista seria interminável pelas belezas não ditas e que não as vemos...         

               

 

 

                 

             Poesia é a menina dos meus olhos...kkkkkkkkkk ( Jú/2017 )


Publicado por Jurubiara Zeloso em 09/08/2017 às 09h58
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04/08/2017 15h40
Um tempo pra falar dos outros

    Vezes sem conta falo de mim, de meus anseios, dessa minha esperança quase cativa ou de minha liberdade incansável, ou de meu universo com muitas outras pessoas. Eu sei do progresso individual, do quanto se sacriofca terceiros por essa vida peculiar, pretenciosa anarquia de um em prol de abismos, sei lá mais o quê. O que questiono agora é o fato de qquerer expandir isso e ir além falando dos outros, de quem merece e dos dramas alheios que me incentivam escrever ou ser eu mesma. De fato eu deveria me expandir-se libertando meu diário, uma vez ou de outra, das amarras individualistas de mim mesma. Devo salientar que desejo expor uma e outra ferida desta vida que me cerca. Quanto a mim basta-me continuar, vez e outra também, a ceder espaço às minhas ações na vida particular e noutros lances...e cada uma coisa a seu tempo único.

   Muito de mim anseia em dizer mais sobre o peculiar mundo da gente aqui. Das moças e amigos externos que conheço, acima de tudo, eu devo dizer até mais que deveria. Sou grata a todos por me manterem na normalidade, longe de neuras ou depressão inevitáveis. A contento estou disposta a liberar este espaço no meu diário pra falar dos outros que sofrem tanto quanto eu. E não estou só, reconheço isso. De algum modo tiro lições na vida, na profissão e na sobrevivência do dia-a-dia. Quase sempre não tenho cavals d ebatalha e nem sparring pra bater e focar meus medos ou aflições diários. Tem de ser assim, livre e poeta, amorzinho e delicada dama, num mundo aí fora bem cruel de certa forma...

   Bom, seguindo essas regras pra outro momento desde já:

   Certo. Em outro dia falarei a respeito de quem mereceria mais que um diário firme de vida ou paixão de um drama pessoal sem fim, ou  algo desse gênero mesmo. Cedo espaço em prol de compreender que nem tudo na realidade é meu cosmos de ser, este universo fanho de falar bonito e expor ferimentos felizes ou não da minha pessoa. Tenho de expressar o mundo, se qiser ser mais que poetisa em todas as idades futuras de meu ser indivifual. Potencialidades são muitas, enredos e lições idem, e da mesma forma temos que nos libertar pra outros, compreender o mundo enfermo de sempre. E eu sou firme neste propósito, Contudo continuarei este meu diário muitas vezes, futuramente, sem fins permissivos, orientando este viver pra que todos leiam e saibam de minha luta a cada dia. 

   Lembro que de certa maneira irei falar não só de mim, mas, sim, deste meu universo bem complexo que assumi desde o começos dos anos 90 ou perto disso...e todos que me cercam aqui e ali estão relacionados a isso de todas as formas, creio eu. É bom começar a ex]plorar mais potenciaidades no escrever um diário acostumado à trivialidades sem conta. Espero que compreendam.

   "Besa me mucho!"


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/08/2017 às 15h40
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01/08/2017 17h03
Estou travessa e decidida!

   Hoje estou sapeca, brincalhona, tolerante a zero, deliciosamente a divertir-me na minha Bat-cavernícola cercada dessas mulheres lesbis lindinhas! Ueh! Ueh! Portanto comecei mais um mês serelepe, poetinha ou menina levada. Quem me conhece bem sabe como sou demorada pra envelhecer a cuca e brejeirar novidades. Espero que sorriam com minhas diatribes ( epa! ) nos muios dias que virão, e retiro do meu baú velhicidinhas idéias de sapatilha. Dou o troco e arrebento a sapucaia ( ou sapucacaia - ai, deuses meus! ) mas de côco  como fruta e cocada entendo bem pouquinho. Hihihihihi! Novidades virão com o meu tempo, em algum climatério ( cruzes! ) ou doideira quaisquer, claro!

    Aproveito a hora pra dizer que tomarei liberdades com alguns recortes e desenhos afins, de qualquer lugar ( com o autor enfurnado ou não ) nos mil desenhosinhos  de praxe, e sem prolixidade ou puxa-saquismo. Não darei o devido crédito se houver ou não esse aquele direito da utor na imagem. Que todos me desculpem mas eu não sou de azer isso assim descaradamente. Só usarei a imagem e desenho devido a respeito de meus textos que contribuem mais ao "élan" da imagem. Se tiver um autor com assinatura eu deixarei lá no cantinho numa boa. Se acaso eu infringir a má vontade de terceiros assim tão chatinhos de direitos, eu retiro de socapa na hora! E estou entendida entã: Pois antão...prossigamos... ( risos )

    Ah, além do mais, os desenhos ou recortes farão parte de meu acervo das imagens lindinhas que eu GOSTO MUITO sem medir esforços, os guardarei até segundo uso ou não. Gosto mesmo desses desenhos, recortinhos e afins, pois me identifico como uma possível autora poetisa que os podem tornar belas descrições de si mesmos, e assim valorizo a coisa toda. O meu intuito não é infringir norminhas bestas de direitos ( os quais dou até toda contribuição pra valorizar tantas figuras... ) e sim de ilustrar meu modus operando na escrita.  E se tem gente que reparou nisso deve entender minhas ideaçãos acerca disso! 

    A maioria de minhas fotos de bom gosto são legítimas e outras expropriadas por aí por uma ou outra razão de minha "artezinha"  das palavras lindérrimas. Somente não faço é atribuir uma determinada foto uma coisa que não é sequer a minha. Vou além e abdico mesmo dessas fotos a sua origem tôla e as faço ornamentar bem a minha prosa divesificada. Faço dos outros que  nem sabem o que sei fazer bem sem maior alarde. e não sou mera ladra de fatos e fotos, mas eu me dedico a me expressar bem o que sempre digo em prol dessas aquisições fortuitas. E cerca de 5% dessas coisas feitas são realmente minhas, não iria negar, sendo assim recortadas e colecionadas ao longo de 30 anos de labuta! E sei tambem que estou numa mídia corretora de modos ( na verdade é recente a minha entrada na Internet - há uns 4 aninhos usando tantos micros e eu esperei tanto chegar esse dia ... ) e que de certa maneira tem que se evitar desassossegos ou aborrecimentos diante de terceiros. Não, não esqueci dos engraçadinhos que volta e meia vão pesquisar a origem dos muitos de meus recortes adquiridos e irão querer me sabotar ( ou me despertar com aviso e alaridos! Argh! ) a vida por aqui. Claro que vou informar o mais possível a origem de cada imagem outrora custosa de adquirir em livros, jornais, revistas, Google e tudo mais... não tô nem aí...mas não farei isso metodicamente, claro!

    Acrescento na poesia a imagem por motivos óbvios d edemonstrar o estado de espírito ( ou outra coisinha mui íntima ) na hora de estar imersa entre musas e mil outros devaneios emocionais, hormonais, as coisinhas típicas de poetisa sensível ou feminiina, ui! Sou muito dengosa ao ver que escrevo calma e bem mocinha pra falar a verdade. Tento agradar a Greguinhos e Troianinhos de uma incerta forma quase pedante...afe! OMGods!

    Certo, continuo menina levada, sapecona e de sapato arrastadinho como se deve. Uso as roupinhas mais "tcham" pra aparecer santinha entre as minhas musas e taradinhas de plantão. E ai ai ai!  Faço isso pois sou criança crescida e tenho de me alimentar de razões, sentidos e sentimentos pra existir, e desses desejos viventes de ser amada a cada quarto de hora. Com homens eu não me daria bem mesmo com isso.  Ser mulher e gostar de mulher é um prazer que somente conheço desde menina crescidinha. Meus pais sequer imaginavam que esta delicadinha menina de botinas ( epa! ) daria pra outra coisa menos ser casada como deveria ter acontecido. E se enganaram, felizmente! Ainda assim continuo bonitinha pra nego nenhum botar defeito! Mas não mudo de fronteira não...eh eh eh eh!!  Prefiro lesbianismo no lugar de comodismo vaginal infértil,  trampo ocupacional, vidinha doméstica pueril ou ser uma escravizada quando se trata de homens a vista! Eca! Nunca casarei com um cara de duas cabeças, com a debaixo muito feio pra encarar e a outra na ponta sem noção...aha! Antes sapatona do que segurando passarinhos que lambuzam azedo o bico!

Se eu fosse casada eu odiar o tédio e a espera na cama todo dia por um mero punhado de carinho, tesão e pinto na floresta...argh! Eca! SOCORRO! Nem pensar...e olha que já vi pênis e esperma e até houve uma época que adorava de montão essas coisas na boquinha, eca! E eu não tenho medo de falar isso!

    ( risos à beça! )

    Portanto agora estou mais convicta de sempre, ao caminhar firme por essas bandas da mídia internética (!) e sempre certa de manter o humor e o coração nos seus devidos lugarzinhos. E demonstro por ora que estou firme, tambem, em continar expresando meu talento com palavras e imagens, a despeito de dizerem que eu deveria ser menos intelectualizada em muitos textos, Prefiro que pensem como quiserem, jamais alterarei os meus encargos e mil deveres de poeta de caso sem solução. Ehe! Quero dizer aqui que eu nunca - jamé! - mudarei patavina nenhuma de meus contos ou de versos que digam, ou não, respeito ao que exponho ornamentado com desenhos e fotos, dando-se valor imenso ao que se vê, só que isso em outro contexto revisto por mim. E ponto final.

    Estamos compreendidos meus amores? Sou doida mesmo? Ah, afe, miau!

    Senão eu mudo e me revoluciono toda noutra vez para o bem de terceiros!

                           

                             Miauuu! - assim disse a Jú!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/08/2017 às 17h03
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30/07/2017 12h34
Balaio de gatas!

Já começa o fim de mais um mês ( o do meu aniversário que foi deliciosamente miauvilhoso ) querendo é mesmo abritr mais o jogo por aqui. Mas fica coisa complicada se abrir demais. Espero que ainda falte muito pra se dizer o tudo que realemnte importe, assim creio eu. Então pensei em divulgar rapidamente um resumo bobo e talentoso, dos nomes ou apelidos das minhas musas de casa, todas elas bem irmandas em me aceitar e gostar um tanto de minhas críticas por ora. E oje posso fazer umas alterações em prol de nossa segurança e admitir que posso romper(!) os fatos e falar de maneira segura; Me refiro a dizer algo a respeito das inúmeras moças, idndividualmente muito soltas e muito felies comigo, falar de seus apelidos que costumo usar em histórias e entre nós. Por isso pedi com afetuosa gratidão e elas me deram a liberdade de falar, quem  é quem, somente se forem conhecidas por seus apelidos que dou ou dei desde o início que nos conhecemos aqui. Todas aprovamos sem alguma reticência e com extrema tolerância zero nessa coisa toda.

     E já era hora da turma se esbaldar em serem conhecidas!

     Espero que aceitem isso como um bálsamo divertido em suas minúcias, o qual pode dar um sorriso bonito em gente que nos desconhece e pensa erradamente do qie somos. Na verdade sinto as coisa como num harém de amabilidades feminias soberbas. Cada qual me disse como deveria ser tanta consideração pra se colocar na Racanto, até mesmo em meus diários físicos, que nunca exponharia JAMAIS por escrito na mídia se acaso tentasse os levar à público - o que evito por motivos óbvios. Todas estão cooptaas nesse sentido divulgar, talvez a título de coméda de uma vida pecuiar, sem subterfúgios. E eu aceitei isso fazendo com todas uma votação legítima acerca desse fato, nunca me importando se vale ou não a pena dizer-se tudo de uma vez. Não é o caso, evidentemente.

     Divulgarei seus acrônimos, apelidos, tendências ou inusitados pareceres de tantas existências em minha vida privada. Foram anos de amizade, compaixão, companheirismo que tal só agora tornados sérios e verdadeiros ao longo dos anos. A cada uma devo um amôr sólido, uma feminilidade concisa,  esse todo dia de afeto, essa inteligênica em cada uma que amei e que ainda faz parte de meu coração fraternal como um todo coeso. Um harém de afetividades dessas de dificil encontro no mundo. Feminismo ao elevado grau de aceitação amiga e que trago aos pouos em minhas vibrantes nuances poéticas, que vem de vez em quando, claro...isso tudo somos nós, Eu sou só o inicio abelhudo ( risos ) de um lance mito caro ao nosso conviver mundano, de uma ação em entre as amigas que se conjura ser comunidade, felicidade, tesão, luta, piedosa vontade conjunta. Se pudesse casávamos umas com as outras, todas juntinhas comigo numa família somente nossa desde já! Se acaso meio mundo fosse diferente... 

    Logo me chega a idéia de só lidar com apelidos geniosos ou arinhosos que damos umas as outras desde o começo de nossa "fundação 1+15" lá nos anos dominicais sem igual de 2013. Eu sozinha estive pensando nessa coisa toda desde os anos de formação, e talvez desde menina! E começou tudo em 1999 no sétimo mês onde o meu "rei-rainha" do amor estava prestes a se fazer conhecer, mas tudo um ledo engano de minha parte. Ao fim daquela décda de 90 realmente esperei demais, mas conheci certas moças, certas paixões muito caras ao coraçãozinho desamparadinho ( o meu, claro! ) e isso mudou parte de meus enlevos amorosos por somente uma única pessoa. E que tal se na real houvesse uma espécie de "harém", numa casa cômoda, grande e cheia de serviços pra fazer? Uma comunidade de algumas mulheres afins que jamais se deixaria lociupletar com o universo dos homens que todas conhecemos  bem. Um algo que não fosse mera putaria de lésbicas insanas, mas superior a isso e mais alguma coisa no embalo todo. No fim de 1999, Dezembro aliás, conhecia a mais bela formação de trio inicial com essas três coisas lindas que nomeio agora: Mana, Téia e Eu! Nos juntamos por estarmos afim uma da outra sem tropeços ou preconceitos mútuos. E tínhamos a mesma ideação, o mesmo igual espirito de co-irmãs, aliadas tanto na cama e na vida complexa, uma só paixão queimante que só vendo. E nossa idéia era essa. Termos à disposição mulheres que estivessem a fim de uma relação conjunta intensa e intelectual, comunhadas num só lugar, sem paralelo entre reuniões de machistas de todos os tempos! Parte lésbica e parte esqusita tem sido essa caminhada. Entretanto além do sexo devido, o sentimento totalizante e outros babados, tínahmos de se esrabelecer num lugar próprio, quase muito isolado, pertinente aos nossos anseiso primais. De fato estamos intelectuaizadas demais - desde o principio! -pra coisinhas do tipo ciumeira, brigas enfadonhas ou fatos típios num grupo unido de múltiplos confortos! Idéia de doido desde o inicio, claro, porém muito vantajoso pra nós aqui desde então. Tempos dificilimos, na verdade;

      LEvamso um ano pra dedicarmos, como trio iniciante, a esse sonho louco. No meu caso fiquei e fico entusiasamada como tem dado certo. Encontramos raramente as primeiras pioneiras pra isso. E levou dez anos até 2009, por aí, a ter uma quota bem completa de moças sem par em matéria de sabedoria ou tentação pra enrar no nosso vínculo como comunidade ( mas pra uma comuna de cinco a seis voluntariosas senhoritas, lésbicas ou bissexuais, não importa ) e como união expressa de afinidades. E ampliaimos o leque de feminilismo, se posso usar esse terminho, com a bem vinda aceitação de transexuais feminianas já operadinhas ( fdeixando de ser meros ex- homens afeminados tolos, nascidos em corpos inusitadamente errados, eu bem sei ) e das hermafroditas plenamente desenvovlividas em sua alma feminina complexa. Se pudsse eu pagaria a operação de mudança de sexo de cada uma, mas, enfim, só aceitaríamos as já conformadas como "mulheres" em nosso grupo. De certo jeito eu devo afirmar que adoro e amo demontão essas criatturas corajposas que passaram pela transição tão temida de gênero. Uma relação e outra com elas já aconteceu comigo e digo que foi maravilhoso nomememnto certo de cada uma. Eu me considero então bem polivalente, desde então, ao me dividir atenções e apetites com todas, talvez eu devesse ter nascido como um safado paxá de harém...risos...brincadeirinhaaa!

     Mamna, Téia e eu ( Jurubiara Zeloso pra todos) tivemos a idéia e deu certo. Demorou a engrenar e tal, mas foi decisivo em nossas vidas qu eseparadas eram chatas, incômodas e devaneio surdo. Juntas nos tornamos a base de uma piÂmide social somente nossa, de todas que vieram a seguir. E nem todas puderam ser o que tivemos em mente dentre nós. As casadas, as frígidas más, malucas, perdidas, religiosas e as comprometidas nem passam perto e nem devem fazer parte disso, assim pensamos desde o comecinho. Fizemos noção e questão de que assim fosse.  Evieram muitas que atendiam nosso anseio por comunidade assim, entretanto são pucas que sobram desde então. Em 2010 fomos avançando a média de 30 delas por mês, cooptadas por um tempo ou temporárias se quisessem, e assim foi. Em 2011 tivemos a média pra 20 a cada ano e nem sempre puderam nos acompanhar, ou casaram com homens, ou sumiram, sei lá. Já em 2014, Julho, pra ser exata em meu aniversário, tudo se normalizou pra umas quinze a dezesseis das nossas, e tem sido assim até o momento! E com elas que começo a divulgar uns apelidos costumeiros que damos a todas.

     Por enauqnto apelidos e só isso:

     Jurú ( mas eu nao conto nisso! )

     Mana ( não conta )

     Téia ( não conta )

     Mara Tara

     Japonesca

     Ilya Xavá

     Marinada

     Íntegra

     Sonica

     Jandirana

     Condessa

     Zelda

     Andromeda

     Clarineta

     Alexandria

     Bonequinha Incansável

     Zuleika 

     BIônica

     Amandarte   

   

    Eis aí a nomeação de cada uma, Mas se contar o trio inicial somos umas 19!

    Bela comunidade feminista de verdade! E já fazem quase 20 anos!!!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/07/2017 às 12h34
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