Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

PATRONA DO MÊS DE JANEIRO              
              Bárbara Heliodora (1758 – 1819)
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
02/10/2017 21h56
Estou de olho é em mim!

        Não sei dos outros, mas me preocupo com minha persona, meus vastos conceitos, minhas neuras, meus sofreres ou padeceres. Tenho de agir como a estranha em meu mundo cismado, carente quando muito ausente, silenciosa quando pulso orgasmos e no silenciar da noite amada com improvisos. Se beijo perco as lábias, se calo fico muda de sentir, longe das outras quando posso. E isso não é uma sandice, porém estou a só vigiar a cada passo de antes ou do porque daquele ontem se decidir que parece ser hoje! Ai caralho, eui tenho mesmo é de rir de tudo isso se meu humor amanhã virar "macho"..eh eh eh...e diabos me livrem disso!

        De fato sou o meu censor de saias, cuido para evitar a maluca idéia de ser eu mesma longe do mundo, e entretanto tenho compromissos, palavras, idéias, toda umas virtudes entre as minhas doçuras de casa. Saio para a rua temendo voltar assim esquecida de ser eu mesma, apesar dos martírios de um passado antes do ano 2000. O que foi ontem poderia é voltar A custo a me desmerecer as horas, as mil semanas devidas, até mesmo nas conquistas deste meu ego lésbico de agora. Tenho é que zelar pelo meu coração que jamais se afastará das paixões. Meus sentidos ficam nas palavras feitas ação, na poesia do meu ser diante de todas aqui. Jamais esmoreço minhas idéias por causa desta tão desconfiada temeridade de se perder um destino. De fato, é isso aí, um certo perder deste ser que sou, na harmonia tantas vezes reconquistada diante dos homens tolinhos. Nem fugirei por menos...  

       Escrevo poemas cansativos, reponho as energias de antes, mas eu estou sempre ficando à mercê da realidade do mundo que me ignora, Isso de fato me assusta de vez emquando, admito isso. E sei de mim mesma que devo guiar os meus passos, olhar aquelas formiguinhas lá fora, do alto de outro andar. Ver se meu sorriso acampa na gentileza física de meus amores diários, à noite, com a valentia destemida repousada num quarto entendiante. E no instante que tais fatos estranhos de meu ser ficam evidentes, nunca perco a esperança de se manter a união, o amor, as certezas ou os sentimentos corretos quanto a todos que me cercam. Não faço do tédio a jormada da tarde, de jeito algum. Leio, saio, converso com terceiros, faço comprinhas, ando rápido pra evitar os maus agouros da esquina, e de tantas variáveis urbanas questionáveis. Vou e volto, mas sem antes ter certeza de que eu mesma sou alguém bem vestida.  Claro, olho em derredor e sorriso matreiro, com um conspirado hermetismo básico de minha índole feminina de sempre. Uh-uh, isso mesmo! Uhu...risos...

     Sou a secreta senhora de meus momentos versáteis, minha consciente ou demais consistente utilizadora d eóculos lindos, sorriso safado nos lábios, com vestidos largos e calças bufantes por baixo ( epa! ) e deste modelito tenho de mudar a cada temporada de minhas idas a passeio personalizado. Uso de tudo que ousar ser cativante e me olho no espelho bem demoradamente, a ensaiar gestos e fazer exercicios labiais rejuvenecedores, algo típico de meu ego tão saliente. Brinco com isso, contudo sou ajuizada pra evitar exageros. Sim, tenho de vigiar até meu espelhinho pra notar um escape qualquer dos meus devidos temores. Ufa! E sou de falar tanto, tanto, atpe sozinha se deixarem. Digam que sou a louca que nem chegarão perto de mim, hah! Nem te ligo...humpf!

      Já estou é da bem velhotona ( ai,que horror! ) aos quarentinha para temer o que acham de minha pessoa. Não acredito nos outros por mim, mas de incerto modo afeto a muitos sem ter de notar mesmo. Falha nossa!!! Danger!! E eu sou a menos robotizada que algumas dessas coelhinhas antigas na linha Hefner de montagem...risos...

        Poetisa que sou, preciso de méritos próprios pra julgar menos todo mundo que me conhece. E tenho de me vigiar para não tropeçar na linha, cometendo e fazendo "furos" ou sendo pedante numa rodinha de fuxicos ( tirei do baú essa... )! Tambem gosto d eacertar os óculos na face pra dar ares mais intelectuais que de que do costume, mas os espelhos em casa me mostram "vampira" com ar de gata de 40 primaverinhas frescas! Minha face ainda parece a de trinta e parou por aí, acho. Que bom que me acham sempre uqe soumenos velha que aparento. Não sou boa em ter rugas, ao menos isso me salva. Uh-oh! Risos!

       Ser intelectual parece demais pra uma dama quietinha, revolucionária na e´poca certinha de ser, lésbica deliciosamente sem ser emasculada ( ai, horrores essa filha da Gretchen, argh! Sai fora! ) e tendo tanto fervor feminino por conta das paixonites de toda hora, afe! Uhu! Comemorem, que a titia aqui tá na base de ser lindinha, queixudinha, oculita, famosérrima no diário constante! Senão eu me perco e estarei a perdida, se acaso eu dormir cem anos no porão!  :P

     

P.S. Não se preocupem comigo, não fiquei tantan e nem como merda no jantar! Nm rasgo dinheiro, apesar de já terem inventado a fita durex...estou  bem lúcida e conheço até uma certa Lúcia que me vê na rua e fala muito comigo na boa! A gente toma café, chá, raspadinhas geladinhas e fazemos "análise" até a hora da volta pra casa...e ela nem sequer é minha psicoterapeuta,que aliás já larguei faz década e meia em um divã de couro tratado com belo estofado de renda...ui, que luxo! Não se preocupem, gente!!! Os normais sómente nós, o resto só dá tantan,, risos frouxos....adieu!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 02/10/2017 às 21h56
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30/09/2017 00h19
Risos

               Tenho que rir por causa do fim do mês, sem grana, sem dinheiro, sem prata e sem tais caraminguás de um salário de empresa modestamente contra as mmulheres afinal de contas. Uma comédia entre seres humanos que deviam estar em igualdade de condições bem reles trabalho de escritório. Nem direi do quanto eu tenho de penar pra garantir meu dia-a-dia. O mundo de homens não permite nos dar o luxo demasiado de greve a cada semana que pudesse, e na lutar pelos direitos das feministas e simpatizante como eu, é a resposta cabível a essa machezada sem sal com besta gravata ou paletó. 

               De fato os homens me fazem rir sempre que dão trabalho menor a cada mulher capaz que se apresentar digna e correta, acima de alguns deles. Temos nos colocar na linha pra dar exemplo, assim garantimos ser muito vistas sempre. No entanto eu não me queixo de minúcias trabalhistas, mas que esse machismo corrompe isso é sobremaneira uma atitude medíocre. Se temos que obrar do mesmo modo que eles, então temos que fazer uma hora extra, serão e sabatinas das mais complexas que apresentarem. A luta injusta haverá um dia de mudar essa vilania oculta, velada ou até muito assanhada por parte dos homens, os quais não gosto muito de estar ao meu lado quando estou sozinha, claro...garantia inexistente de combate à uma paquera que me irritará...

               Prefiro rir disso tudo e crer que mudaremos esse quadro insolente de um mundo de trabalho com cacoetes do passado há muito distante. Risadas do meu tipo não comovem, mas asssutam de certo modo dentro de ambientes que vivem cercados de olhares de macho ou frescuras que disfarçam ereções das mais detestáveis dos que não são tipinhos fáceis. Argh! ( risos )

                Manter-se, entretanto  no trabalho exige muito do "masculino" que se esconde dentro de mim, ora essa..hah!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/09/2017 às 00h19
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27/09/2017 18h08
Caros carros imaginados

      Eu não tenho carro, tenho os pés. Tenho ares de doutora merengue, macia e delicada, rosa se pudera fosse merecida. Não tenho autos e nem merengues na dieta, mas tenho suspiros poéticos naquela base. Aventureira que só temenso as estradas ou doces longe de mim. Afe, quero um carrão mas nem possante andei na adolescência, e se fosse teria de ser preto, metálico fosco, sem buzina...bi bi bi!

     Se desse estaria em cima de um capô de carro com short azul escamado de escarpim, quase que cinta de couro azu, tezudo. E tenho de rir, pois para eu ter um carro daqueles tenho de sonhar com economias que levariam séculos para se juntar. Não estou com tanto crédito assim na praça, diabo me livre. Pudesse eu seria rica, com vasto harém além do atual dentro de casa, aquele casarão que vocês bem sabem como assusta ter de sustentar. Um automóvel dos bons pode ser uma BMW ou um mais avançadão da hora que puder comprar. mas estou menos propensa a ter mais dinheiro que um Rockefeller qualquer, humpf!

     Milionária bem que eu queria ser. Ficaria é mais doida e a mais lésbica que o normal. Andaria por todo o Brazyl, com caronas das mais lindas, as minhas belas amiguinhas de casa, todas que fossem afim. Um carro assim grandão de 8 cilindros, gastador de gasolinada adoidado, todo meu pra fazer de seu...ih, ih, ih, ih, ih, ih! No meui cafofo não teria espaço pra um, mas tendo uma garagem que pretendo colocar aqui na minha área já será o primeiro passo, talvez pra uma charanga de menor esforço de "guerra" no cotidiano daqui. Se der pra mim conseguir alguma coisa de 4 rodinhas que aparente ser mais do que um fusquinha já terei ganho a vida. Eu acho que sim. 

    Já imagino eu tirando fotocas em cima do bichano roncador, junto com meus acessórios e roupas galantes...sei lá! Um dia chegarei a ter um carrinho bacana para fazer compras em outros estados sem poupar gasosa no tanque dele. Aos que me virem por aí com um desses mais ou menos será a chamada de capa para uma vizinhança do pedaço...eh eh...risos...e todos vão correr pra me ver bonita, arisca e mais cheia d emantes do que nunca! Upa lá lá!

    A meninada de saiotes vai ficar animada com a novidade. Eu terei a glória e farei mais poses em cima da capota do autozinho brilhante. Olharei pra cima, ao sabor do sol e do ventinho fresco, pra o meu melhor ângulo do lado direito. 

    Ai se pudesse comprar um agorinha mesmo e com certeza...e entretanto não dá pra fazer grande coisa com a rala graninha de minha gente tão doméstica. E uma de minhas coleguinhas daqui ( ui! ) pensa em ajuntar um bocado de seus proventos ( eu hein... ) e manter mais uma conta bancaria comunitária dentro de nossa "casarola de calcinhas"! Rindo à parte, eu diria que teríamos de nos esforçar + em termos uma conta conjunta entre 14 de nós! Já pensou no tanto que teríamos economizando assim? O que sobrar poderemos comprar vestidos de lamê, calcinhas de rendinha ou cachemir, camisetas debruadas de cetim e mil peças de roupas inimagináveis! Iriamos visitar opaís do Oiapoqiue ao Chuís umas trocentas vezes seguidas! Uhu! Estaremo ricas em três tempos!

   Bem que ter uma conta assim conjunta já ultrapassa a paciência de qualquer dono de banco! Imagine que fossem 14 de nós a juntar um pouco que resta do mês a cada vez? Uma dez poupanças e cinco contas bancárias seria ótimo da conta, embora eu duvide chegarmos a ter tanto respeito por isso. Pensarão que somos as irmãs metralha ( risos ) e onde escondemos o ouro pra chegar assim a milionárias do bairo! Irc, nem quero pensar no perigo de sermos assaltadas!

   Voltando à este diário, eu estaria bem na vida om um carro modesto, bem do largo pra caber tantas tontas como nós. Seria no minimo o máximo em nossas vidas modestissimas de agora. Ir pra qualquer região desolada pra camping, namorar pesado num local ermo, ficar de andarilhas pra conhecer este mundo. Porém fico mais pé no chão com a minha realidade de pão -dura atual...

  Agor apraticarei nas mesas de casa as poses que eu faria em cima do capõ de um carrão imaginário...aff, coisa louca!!!! Estoumesmo animada, gente!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 27/09/2017 às 18h08
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23/09/2017 19h32
Transmufêmea...

 

   Bip bipado. Do restinho que sobra, de maneira espoucada, liberta...

   Do erro meu, ciberlesbian, que questiono em devidos alfarrábicos tenores sem canto, dos loucos robôs de meu laboratório feminino tresloucaz. Ainda faminta pelos informes de algum amôr impossível em tempos meus que ja foram momentos idos, Amalucada, tão assim desapegada deste mau vínculo com tantos seres sofredores, à mercê que estão das falsas necessidades em telinhas de seus "smartslaves". Escravos de si ao dissabor dos tantos sonhos mais temidos. Um mau ciberataque do despropositado encheu este meu fiel desktop de fervuras erráticas sem vapores, eletricamente como telas de Led questionáveis. E um erro de minha lavra impõe um futuro das máquinas em digital amabilidade de vida eletrônica. Agora estou é mais cibermoça do que nunca! E que vivo esta nova etapa em adição ao novo tempo deste meu ser! Insanidade? Talvez queiram que seja, não?

   Falha não admita-se. Questionar não será a lenda. E parte de mim evoluiu...

   Do tanto que exibo este erro, imune a gramáticas das mais compreensiveis, sendo eu mesma a terna e quente organizada dama da tecnocracia dentro de casa. Estamos ligados, estamos sintonizados, sabendo o quão insano é este desfile nada santo, embora de profano se assemelhando. A lógica me diz que a frieza de ver o mundo é a da sabedoria da engrenagem a mais inteligente de todas, E sou parte do processo. Emboto-me os sentidos na sala 101  e meus amores se casaram entre si, estamos unas, unas por distribuida necessidade, Todas por módica unidade e as unidades por todas em unissono. Loucas que estamos ou à mercê deste mundo digitalizado com outro amôr que sabota-nos idílicos sonhos  nos nossos monitores vivos...

   Mundo futuro que no vê, a sala 101 que me segmenta. O erro em negra tela indigesta a indicar o que aperfeiçoei nas lógicas iniciais só minhas, e somente minhas! Este mundo está imerso, imortalizado na memória, nos amantes, nos gélidos bancos de memórias recordatórias. Um impasse: errata plausivel do sistema. Um fato: já não sou a mesma de antes. A Cibermoça, a ciberdama, a senhora de si num esquema. E esse é o circuito que se complementará. Sim, Error Overlord, meu lorde de meus dias, Numa noite conjugaremos as nossas amantes competitivas com tantos variados apetites intermináveis!  E o meu leque de afã lesbianismo despudorado está meio frio, e de enregelado tal qual a plácida aflição. Loucura total numa evasão dos sentidos ou dos sentimentos  digitados em prosa e poesia eita à máquina...onde amei amahã sem ontem? 

   A máquina, hoje e provectamente, em outra época, proverá a esperança!

            


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/09/2017 às 19h32
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21/09/2017 02h58
Tentando sacar o que somos

                               

          Uma desenhista que mal conheço fez este cartoon que me diz muito e me faz até pensar mais. E duvidar do que se vê e tentar entender o visto é tarefa pra comediante, mesmo não sendo um! Essa visão de desistir e tentar sacar o lance dos seres que somos é exasperante. Eu que bem sei disso aí muito bem. Ainda mais se tais seres forem somente homens em sua maioria...

          Já nós as mulheres eu prefiro não ter de opinar para não ofender o meu próprio gênero...mas que a desenhista sacou era o que eu ando dizendo aqui e permanecer estar dito, neste procurar esse entedimento (!) do que devemos aceitar válido hoje em dia. Em todos os tempos aliás..afe!  São os dias de um presente no futuro imperfeito por enquanto...risos...e lá se vai o dia!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 21/09/2017 às 02h58



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