Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
10/09/2018 18h27
Carinhos no cantinho

                  

          Se vc me faz feliz, eu estarei consigo. Ao me querer bem vc se especializa não só em mim mas com outras que merecem. Nada de ciúmes em meu eu, nada de temeridades sem deixar de convocar um beijo. Tudo por um instante ao lado seu, mas sem a covardia da realidade de antes que só me machucava. Estou com você para ser feliz, em uma felicidade para todas que cooptamos amor. Não serei só de sua certeza, contudo estamos cada uma de nós unidas, sendo beijadas, amadas o bastante. E fico vermelha de sensações íntimas, aquecida por muitos abraços endêmicos. Se vierem todas ao mesmo tempo explodirei num universo de gozos, risos, prazeres no corpo e desejos carnais fantásticos! Na cama e na vida temos tudo de bom, acredite.

          Se você sempre deixa-me feliz, mesmo que muitas aqueçam o meu lar e o coração, só estarei mais acima dos privilégios que outras diversas pessoas renegam. Pois, se és feliz comigo, junto a mim, quente e meiga, faremos amôr divino, sem fronteiras! Seremos únicas em flôr eterna no jardim importante.

"Trago comigo esse sentimento, que não revela o céu secreto da serenidade, mas que revelou dentro de mim a maior devoção por todas que se tornam uma só. Eu amo mulher, sou mulher ( e mais poetisa! ), e prefiro esta tão constante feminina, SEMPRE! Dentro de mim esta sinceridade sem ciúmes, sem queixas, indene de culpas. Indiferente aos homens - que nunca me amaram, que nunca convencem ou erram tanto - eu nunca negarei as belas iguladades deste meu gênero escolhido...sou felicidade doravante!"


Publicado por Jurubiara Zeloso em 10/09/2018 às 18h27
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
07/09/2018 20h18
Sombras Caladas pela Maluca

           Por mais que nos aparentam serem tenebrosas ou meras cinzas de uma ameaça temos de nos acutelar. Usar de armas ambivalentes costuamrão a agir bem, mas o melhor armamento nem sempre impede a queda de uma sombra. E precisamos de armas valentes pra combater lanças covardes, neste mundinho de desencantos sociais já é de praxe fazer isso. Ameaças imensas costumam ter os pontos fracos, temem a liberdade do agir da gente, assombram a soldadesca de ares afeminados; e a gente se arma de poderio frágil, coração disposto, com este amor mulher, de tão feminina em coração confiante. Ninguém ameaça fácil uma conduta como a nossa se for o caso, mas empenha-se em ser caladas nas suas bélicas teimosias. Mas nunca me conforme, mesmo sendo a mestre da batalha sme rendimentos, jamais recuando, e sem render-se às emoções fáceis..

        Sim, pode ser imensa a sombra que nos acolhe, espreitando a poesia com amargos desideratos. Imensa, enquanto estou em desarme por muitas horas  a "disparar" sem recear. O arcabuz que  me contenta esfria rápido e minhas setas são certeiras como fossem balas! Olho pra cima, assim vestida numa roupa em cintilante esperança, sem coldres feios, de verde ardente como a minha selva de mundo. Poeticamente esforço-me em dizer as palavras finaism pois o gigante sombrio empunha pernas fortes a me esmagar. Jamais a retroceder. Jamais morrer infame! E somos filhas de meus únicos atos que se emergem na coragem de enfrentar o sombrio antipático...

         Uso de farda, sedimento de seda ou cota de malha, com nome de outras heroíans que me servem de apoio, sedução ou  renascer.  Impedirei inconteste a sombria fanfarrona, o desgaste de meu céu carente, as sombras que recuam a me atingir! Escrevo os versos em palavras faladas ao vento, as minhas muito belas correligionárias irão se afrontar ou confrontar esta impostura...ora se vão!

         Dou um beijo a cada soldado de saias qie me amam, guerreiras sublimes e senhoritas lésbicas sem desprazer. Nunca em tão macho combater entre as sombras escurecidas. Mulheres de brio másculo, mas femininas em tudo que diga respeito às suas silhuetas, seus muitos pendores não revelados no amôr conosco! E eis que cairá o gigante cinza, mas comigo ao lado de sua queda, de todo jeito, está a minha vitória. A nossa vitória no exterior de meu harém...

         Hoje o esquisito, o sintomático e o que assusta meus contendores, com a minha palavra e versos, num rompante de comentário até. E descrevo não o gigantesco arremedo social que se faz Sistema e realidade. De fato descrevo mais que o pudesse pensar durante uma luta, o infame combate contra meus tirânicos comentadores de amanhã. Sou tão sua devedora que acalento o meu coração nesta minha inventiva.  Decerto sou a mais equipada para as batalhas da vida, os opressores masculinos de sempre, tanto de lá fora quanto dentre nós! E faço desta prosa um exemplo da loucura íntima que se áresta em meus ditos e poesias.

          Com a grandeza de maestrina das páginas de nossas vidinhas em casa, me estabelço como uma rebelde poetisa, faladeira que só vendo! Nem todos me entenderão em solipcismos, enigmas e manias de escritpra menor...afe! Sou de soldadesca peculiar, mulher de mil modos, uma dondoca lésbica das "bem" combativas, assumida nos encargos de ser feliz com muitas co-iguais a mim! Unu! Que venham gigantes como se fossem moinhos de vento, eu lutarei com armas equilibradas ou frágeis roupas de seda cara...

         "Não leu, não entendeu, o pau de madeira comeu!" kkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 07/09/2018 às 20h18
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
04/09/2018 12h16
O ano está quase no fim!

       Pois o tempo passa, o tempo voa e minha poupança continua gelatinaaa!!

       kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

       É verdade, a minha bunda continua macia, tremulante e mutio cuidada! A maioria das garotas adoram isso, adoram idem bater no bumbum e beijar tudo que encontram por lá...kkkk sou mesmo uma doida dizendo isso, mas é verdade! Eu já não tenho mais os pudores em afirmar as minhas intimidades, porém estou é cautelosa e náo vou além disso que falei acima...deuses meus! kkkk sou assim esquistia mas no controle eterno das emoções....kk

       Claro, sou amada, idolatrada com certo desejo de parte delas, e minhas amadas queridas da comunidade tão nossa sabem o que fazem. Elas todas se freiam em tudo que fazem comigo e nem podem ir longe, eu deixo sempre. Faz parte de mim ser mais passiva, solta, libertas de pudores antigos, ou posso ser ativa e predadora como quero. Às vezes. E ser lésbica me permite ação ou boa reação, conforme nossa relação fluir dentre todas ou só com algumas. De resto muitos vão achar que adprp estar num harém femininl só meu e etecetera e tal, contudo nós nos contentamos em ir devaga, pra nnunca sermos tachadas de "as mulheres de puteiro feminino" ( argh! )...nada disso meus caros, está muito longe da verdade dizer. Sapatonas como nós queremos liberdade, sermos  nós mesmas, não importa como eu ou todas dirigem suas vidas. Estamos numa só comunidade integra, ainda que desejável, e a gente não vai tão longe numa espécie de hedonismo de abelhas-rainhas sexualizadas. A gente se gosta e só fazemos tudo de bom, sem maledicências maiores. Faço de tudo pra manter nosso caráter acima de tudo, mesmo que nós fossemos fazer um randevú sem fim de sacanagem implícita ou não...afe! E tem gente que pensa assim de nós!

       Confesso que ser lésbica é querer estsr numa ilha de Lesbos cheia de mil taradas que nunca param de ficar  na cama. Eu não sou dessas d epensar tão grosseira visão da vida num hedonismo implacável. Se fosse assim nossas relações internas há muito teriam se dissolvido em mumunhas azedas, brigas e ciumeiras tôlas. Estou afirmando que criei isto aqui pra sermos livres, uma boa comunidade longe dos homens que em nada compreendem mesmo. A gente se vira como pode e jamais caímos na tentação de se desejar homens ou sexo grátis sem parar - quem deram se houvesse homens decentes...e nada disso poderia acontecer comigo e com as outras tantas no "comando". Jamais vou deixar as coisas perderem o total controle, seja emocional ou até sexualmente falando, pois de jeito maneira que não! Oras!

       Minha zanga se torna suspeita ou até aceitável, mas é assim que agimos em detrimento do mundo de lá de fora, aquém dos muros dessa casa grande. E somos íntregras em desejar um lugar pra fuicar, uma luta a sustentar e amôr generalizado ( mas sem muito apelo intenso, pois... ) e um lugarzinho para lésbicas ou héteros simpatizantes(!)  se sentirem mais mulher e se gostarem de qualquer jeito. Mas me considero uma abelha-rainha e estou no mais alto comando por aqui, se é que posso dizer isso sem braveza. Sou amada e querida, trabnalho e de noite tenho minhas funções de criada e criatura, dama de um sorteio elegante de corações em unpissono! E se eu falo dificl, tentem compreender a minha situação e o quanto sou de intelectual ajuizada a cada passo que dou. Não somos meros bonecos que se atiram uma nas poutras, enm pensaria mais que isso.  A gente se ama, se gosta demais, temos paixão, entretanto somos verdadeiras no coração e na vida complicada do mundo. E smepre convido as que entram ( se quiserem e eu não forço a barra! ) a serem elas mesmas, se querendo ficar ou saindo fora só de ver meu sorriso bonito. e jamais imponho uma seleção ou suas vontades encadeadas ao meu poderio emocional, nem pensar! Demonstro logo as minhas intenções fazendo com que  todas conheçam o resto de nosso meio, um tanto absorto em criar-se e recriar arte, vida ou um ambiente sofisticado de seres maternais sem a mácula externa. 

         Nunca passaria na minha cabeça em ir tão longe no sexo, no amor e nas criações de relacionamentos inevitáveis por aqui. Faço o bem geral, faço o que eu digo e nem peço que todas façam como eu faço...simples assim!

         Se tenho um harém apesar isso? Ora, vá pastar no campo e crie bois!

         kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

        P. S. : o ano está mesmo no fim e já tpomei as resoluç~eos p´ra o ano que vem, quie será mais interessante...e guardo surpresas. Do tipo botar umas crianças pra cuidar, pois tantas mulheres aqui maternais e que seriam boas mães. Fazendo com isso uma grande maternidade-creche só para meninas abandonadas ou de quem não pode criar o dia todo. Seria uma boa, mas tenho medidas legais a por emd dia e tam. Mas faremos o pos´sivel pra ir adiante na idéia. MAs uma coisa não se mistura a outra...haverá separação entre o que as crianças precisarem, e a nossa vida particular intensa dentro de casa...e vinho não se mistura com água em potes velhos demais...vai ser complicado isso! E a minha intenção maior é não fazer um exército de lésbicas desde a infância, nada disso, nada disso, sai fora dessa! Se pensarem assim estou frita! kkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/09/2018 às 12h16
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
01/09/2018 22h20
De mim sem corretivo ( + 18, please! )

     

Estive sozinha um dia, mas era escuro o embrião da madrugada, o sermão da insone, as horinhas caladinha, tudo numa loucura de um tédio. Mas olhei o vidro e vi na chuva inclemente, no relento ou nessa boa atmosfera do meu raciocinio, encerrando os pensamentos naquelas amigas que um dia estariam na minha, me compreendendo o suficiente. Pois o momento era calmo, sem bipes de monitores ou estalos de Tv, mas eu estava caída em terreno insólito, com poesias a mil percorrendo as veias, na mente, o tudo que me importava ainda vivaz e sabida. Nunca desabei, pois nas horas precavidas da solidão que estima ficava quieta e relia meus alfarrábios - sim, comprados à custa e revelia, mesmo que afortunada eu nunca fosse. E trabalhei, e trabalho e ainda vivo a este sobreviver, mesmo que chorando oculta estivesse querida distante. Meu quarto era A bagunça mas a minha inteligência sempre será ferina, alerta e jamais solapa por mera desilusão. Arrumei bem mais que uma sala e um bom quartinho. E fui criada pra ser, sou e deverei cumprir como destino. E não sou maluca! Pois sim...

Na solidão, mesmo que brejeira, de vez em quando, a gente aprende muito! Apesar do torcer pra ser vencedora eu ainda caio nas lágrimas e me convenço da aventura de viver. Jamais soçobrar! Jamais arruinar  a feminilidade! Valente mesmo que a vidraça de meu apartamento fosse embaçada revelação...

Agora eu combato com armas próprias e respiro com mais vigor, mesmo que envelhecendo eu seja parte da engrenagem de um dia ido, numa noite, a tão firme ou louca quanto uma feiticeira que fosse minha ancestral ou algo mais - o eu que não ouso duvidar de crer... 

E eu ousarei ir com imparcialidade, sensualidade oculta e atrevimento, como faço ou tenho feito desde mocinha! Meu combate ainda nunca terminará tão tardiamente...hah!

                                      

       


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/09/2018 às 22h20
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
29/08/2018 21h44
Eu desci e não caio

           Parada dura ser diferente entre tantos desiguais por este mundinho doido!

           Enfrentar a ventania sem escolha de amuradas, tudo a defender sempre!

           Apaziguar os temerosos que não fazem parte da trupe feminina valiosa!

            De certo modo é assim esta realidade louca, este tão nosso Brazyl sem responsabilidades transnacionais invenciveis, a cultura esfriada na esquina dos bares, dos barões da mídia e toda essa festa de mediocridades políticas. Nada disso me importa se estou em conluio com minhas correligionárias da vida! E eu estou certa em agir pensando, sempre avaliando, contendo os palavrões. E o todo se torna uma realidade fácil de reclamar. Pois sim...e tenho muito mais palavrinhas a dizer...

            Prefiro minha ansiedade acalmada em pernas quentes, almofadas lindas e beijos calientes, sedutores, de uma mulher - qualquer uma de minha turminha. O que convém é esquecermos dentro deste casarão este mundo externo agora mais complicado do que nunca. Só me queixando de poucos entenderem os nossos conceitos matriarcais infecundos ainda. Mas darão os frutos um dia. Peninha que tenho rarissimos leitores que me escrevem algo salutar, grande ou correto. Isso me incomoda pelo fato de querer que meus leitores nos dessem mais atenção pormenorizada, mesmo que seja pequena a colaboração e tal. Entretanto estou é no vazio, pois já fazem anos que peço a manifestação de meus leitores mais calados e sequer me dão certeza de suas atenções para conosco como um todo. Continuo a crer que estejam soturnos, inquietos ainda e temerosos de nos fazer comunicar dentre eles. E devo só entender isso aí como "ossos do ofício" de ser somente uma poeta menor, eu acho. Bem, ao menos sou poetisa, querida e bem desejada, isso sim..

           Eu páro e deixo descer, saio de fininho se quiserem. Não largo o ensejo de escrever mais e com mais prodigalidade, se puder. Doravante farei este meu discurso repetitivo em outras linhas de arguição ou sentido. Devo notar que estou bastante "macaca velha" pra entender meus leitores, por isso nada pedirei que venha fazer eles se manifestarem ou não. Estou sábia, mais pura, mais convicta do que faço. De um jeiro ou de outro poderei ser uma esquecida como uma mera passagem de vento numa moradia sem paredes. Já me conforma o fato de poucos realmente se importarem com o que escrevo no diário ou em mil poesias aqui exposta na Recanto. Tento de aculturar e criar cultura ou nunca exigir de terceiros qual é a deles sobre mim. Logo me inteiro de dizer/refazer meus resmungos e obrar no sentido de recriar, substanciar e de revelar cultura, fazer poesias convencidas ( que sejam, ora! ) e textos inéditos como sempre faço. No entanto tenho de manter prudência sobre esta minha arte, pois nesta realidade física tenho uns manuscritos e poesias que eu jamais demandarei esforços em ter de publicar aqui, por isso, por razões bem óbvias de genialidade contida...humpf! E eu admito que sou gênio ou geniosa pra efeito de conversa! Hah!

       Sim, tenho de me conter, descer do bonde, não ir pelo tapete mágico de uma mídia hoje escrachada demais. Escrevo apenas por aqui o meu básico, o simples, o menos complexo de minha arte por escrito. Só darei a todos uma parcela de pouco, por saber que parte de mim pode ser arrancada de algum modo, do todo que aqui exponho desde 2014...isso é certo e até farei mais pra evitar que eu acabe perdendo coisas em favor de que plagia!, E eu bem sei que sou plagiada às vezes! Imitada ou plagiada, sei não, contudo diminuirei a senda dos meus textos por aqui ou ali, limitando parte de mim mesma. lógico...

     Sigamos em frente, estou já no chão e não ando de carroças pra atrasar a sinecura dos meus atos. Sei lá entende? kkkkkkkkkkkkkkk Um dia entenderão!

     Beijocas pra todos!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 29/08/2018 às 21h44
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 4 de 73 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras