Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE SETEMBRO
   
        RAINHA ELIZABETH II ( Queen of the England )
                      
                           

                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
18/07/2018 17h54
lupus feminae

 

A lôba em actio ferinae! uhu! 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 18/07/2018 às 17h54
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16/07/2018 20h20
Indiferente de diferente

                Ser do contra. Ser sempre do nunca se locupletar com humanismos de beiral de quintal, os falsos modismos do bem social fajuto. Sendo do contra, pra sempre assim é. Ficar no omisso diante do mau compromisso que a nada leva o espírito livre. Estou menos presa a essa precariedade de ficar a favor dos outros que se acham superiores ou algo assim. Sim, livre e do contra, a cada passo em que me dizem o contrário. Solta e mais livre, sempre do contra sem se aliar aos defeitos que lhe trazem a favor.E entendam como quiser essa liberdade demais afrouxada, livre de estar com terceiros mal acompanhantes...

               Ficar a favor do vento nem sempre refresca acomodados que somente usam leques pra se abanar. Ficam à mercê de si mesmos querendo que outros sejam como eles. E nada é tão bom do que ficar sendo do contra diante deles! O dia que se perde como isso é lamentável esvair de tempo. Outros que caiam nessa lororta de estarmos juntos pra que, como uma maioria piegas, vençamos mediocridades...

               Sou eu mesma, sou é do contra, e jamais deixo-me que façam a minha cabeça tão lindamente encrespada de cabelos castanhos. Estou em outra fé, me outro parecer de vida teimosa. Encanta-me que outras como eu venham até a mim e peçam amôr que cura, o amôr desconhecido que muitos homens preferem negar entre si. Dedico-me ao nunca a ceder diante daqueles que querem que eu seja outra diversa. Minha pressa de ser não se envolverá com compromissos fáceis que cedo despreza minha individualidade. Nunca fui assim. Não parece hora pra cair nessa tolice da aceitação das doutrinas ou  encargos ideológicos infrutíferos. Estou em outra realidade, sem consumo de carências ou declínio da mente. Jamais cederei umpasso a minha virtude, meu caráter, minhas paixões. Nada disso de se enturmar com recalcados que me querem mudar tudo que mais estimo. E não tenho ideologias a falsificar...

              Se estou entre iguais que me aceitem com a desigual imparcialidade. Que me queiram sólida, firme, convicta, porém jamais solícita à revelia ou à favor dessa ou daquela consequência. É de firme vontade que prego a minha liberdade e meus conceitos do muindo sem embargo dos que me rejeitam. O que sou se fundamentou numa recusa de se entregar à uma reles lavagem cerebral, à qualquer coisa que me impingem como obrigação em conjunto. Ser do contra permanentemente, não obrigada a entrar em clubes que me aceitem como sócia inalterável.

             Se levantam a cabeça eu encolherei um orgulho com segurança de sempre estar certa ao meu jeito. Tem de ser assim. Preservarei a qualquer custo meu raio de ação, minha vertente poética, meus dilemas e prazeres mil! Não sou daquelas que se entregam a mentiras, vivendo uma secura d eiréias livres, se iludindo tolamente como se tivesse viciada num enredo de teatro mundano besta. Fingir oque se é nunca parece o certo, e é verdade. Fingir tanto vicia de algum modo, de tal modo,  até que nos enchamos de tudo e s´p acabemos no fosso. Não sou de arregar meus princípios. Sempre do contra, aliás.

              Miau! Meow!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 16/07/2018 às 20h20
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11/07/2018 15h06
Napoleoa tá na cara... ( + 18 anos, please! )

                  Poderosa sou, poderosa fico. Digo tudo e falamos pouco, mas estou é ligada na vida poética como nunca. Sou essa tonta que insiste em dizer as coisas belamente e a ninguém comove inteiramente. Mas não faz mal. Já conheço a tal da natureza humana o bastante. Se ninguém me manda uns comentários por uma carta imagine se vou ter de esperar receber e-mails legais...mas tudo bem.

                  Sei que sou poderosa na prosa e loquaz ( ui! ) nos versos mais bem feitos. Nem sou tão bonita pra dizer que escrevo pra embelezar o meu ser. Sendo assim sou deparecer que muitos dos meus conterrâneos não se contextualizam diante de mim, preferem o oculto ecletismo das multidões...e se não mandam nem sequer cartinhas bonitinhas eu fico  na minha, esperando Godot...kkkk

                  Minha poesia pode não ser um quê de teatralidade ofucasnte. Nem eu almejo que façam das minhas escolhas. desta minha vidinha, um teatro ou uma novena esquecida - quanto mais uma oração descabelada em roteiros doidos. e só pediria que o regente teatral que a modificar aprenda poesia sem escolas...afe! Poerisa com efeito e não uma tonta similar...

                  Tenho muito que aprender, sem ensinar como contrapeso, mas da vida carrego amantes, sobrevivência mudnana, trabalho infame, palavras engolidas ou "sapos" mal digeridos. Sim, posso ser uma poderosa moderninha, quietinha e talvez fofinha de se apalpar. Uma flôrzinha que não se toca e nem cheiram. Contudo tenho um destino bom e nas mãos outras que se destinam a serem vivas, delicadas por mim. Palmas pra elas! Somos todas as amigas do peito e amantes sem defeitos até certo ponto. A poderosa agradece mais uma vez a grandiosa  preferência! Miau!

                  Teimosia por teimosia é esta arte na qual tenho de muito aguardar justiças, nas cartinhas sem noção ou nas amizades sem distorção. Sei mesmo aguardar bem, sim! Sou de fato a esperançosa poetisa esquisita que só perde batalhas mas ganha doces em lutas menores pela vida. Sou viva, luz, mulher, a coisa bacana e a coisa linda, tudo que quiserem, olvidando ou não! Certo! Esperemos tempos melhores para as mulheres como eu se manifestarem lá fora algum dia!

 


      

   "Do alto desta minha pirâmide castelar, umas 16 ou 40 candidatas ao amor livre me contemplam a calcinha bem modelada!"' - Napoleoa Táboaparte!  kkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 11/07/2018 às 15h06
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08/07/2018 15h27
Aparente

             Se és pequena, então maior será a sua temerosidade. e isso quando se começa a pertencer ao mundo que te cerca. Começa diminuta solitária e engrandece aos poucos sua coragem a cada enfrentar desse mundo. De ser a pequenina alma logo se chega com mais afinco ao vestir-se corajosa sem os andrajos de perdedora. Sai dsse seu meio berço, pequenina ou a fragilzinha, lentamente, vendo as coisas e temendo pouco as muitas sombras da vida. Mas de início é dificil o observar a escuridão em lusco-fusco ou esquecer assim...

             Pode ser que seus horizontes sejam poucos ditos ou reconhecidos. Sem referência você acaba temerosa, medrosa, querendo ser mais uqe um mamífero cheio de monstros. A cada dia ergue a mão a repensar que aquele brilho distante é esperança. Sabendo disso estás é preparada pra adiantar-se nos passos que teme. No dia seguinte já não tremerá com sua sombra ou por meio dela. Tudo num universo está à sua espera, mesmo que tantos outros te enxerguem como um vazio qualquer. Não te deixe assombrar, nunca além de si, sempre a relembrar a lição custosa de anteontem. Sei como se sentirás.

            Olhe em volta e tombará tremendo dum frio ausente. Este algo que lhe fará sempre questionar os abismos, de outros fatos e outras verdades. Mesmo envelhecida você estará sendo sondada pela vida, pela realidade. Saiba que sofrer é só a penúria menor, alguma coisa mais obra por sua satisfação, tarde a te fazer sofrimento se quiser. Esta é a magia menor do mundinho louco que temos em derredor. O esoterismo comum dos seres vivos. quais organismos a serem mergulhados no torvelinho da sobrevivência. Caberá a você instituir as verdades somente suas. Um passo em direção ao seu temor te garantirá umas lições pretéritas. De fato é preciso erguer os pés...

             Te faço essas propostas, lhe farei acreditar, serás imune algum dia aos piores conflitos. Venha andando solerte, cambiante, com as mãos friorentas, se fazendo aprendiz desde este momento. Um pequeno animalzinho sabido, no esperar as diversas quedas dos muros altos, sempre a ser corajosa comigo a aprender neste perambular mundano. Somos até iguais, mas eu já estava bem aqui antes de ti a ficar com medo da amplitude das feridas da vida. Sei o que falo e te conduzirei melhor ao prazer de ser feliz, solta, libertada! 

             Venha pequenina, de face tristonha, olhar grande. Aguce seus sentidos e ouvirá outras vozes além da minha. Não estás é louca, apenas sintonizando com devagar astúcia a minha divertida aula de sempre. Aprenda, te convido a assim desejar, te fazendo companhia mais adulta do que nunca. Provará as minhas poesias, esta minha prosa inconteste de revoluções. Sim, participará de meus versos, do meu amôr possante, um coração só teu. E te ofereço este meu ser caliente, este corpo professor, este conhecimento que abrasa ternura!

            Uma pequenina estrelinha para o bem de meu seguinte predestinar, Ao ser minha cãndida visita por muitas horas de atenção. Somos duas, no nosso prosseguir humanamente no sofrer, no padecer dores curáveis a cada vez. E serei teu guia, tua mãe, sua amante sem malícia - este tudo que sou por saber que você ainda é catita, trêmula, aprendiz eterna! Vamos embora então...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 08/07/2018 às 15h27
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04/07/2018 17h35
Um instante canhestro!

         No dia que segue as nuvens mais carregadas estão calmas, estão até mais calejadas de frio desapegado, a permanecerem lá no alto querendo fazer do inverno a sua moradia pra assombrar os despreparados; E toda minha mística de ser se embala por elas, a querer ser amante de novas idéias que farão esfriar os monstros céticos da mesmice. Tudo em mim a estar enevoado, mais nublado por custoso amor em querer exorcizar os monstrinhos da credulidade, os quais nos detestam neste bairro onde moramos. mas não ligo pra eles. Estou é forte e mais mulehr do que nunquinhas! Que venham a deixa de serem infames que os colocarei abaixo da terra, bem longe de meu reinar astuto.

         Sou sensível e antevejo os problemas, dilemas ou as celeumas e faço pouco caso deles desde moça. E sou poetisa, fragilzinha em muitos pontos, mas de verdade estou fortalecida por uns anos de contenda entre eu e as realidades dos outros que tentam me ludibriar. Não renego fraquezas tipicas do feminino em si, Eu spou capaz de saber quando estou longe do meu galho, embora navegue por aí lutando pra sobrevier numa selva de pedra. As nuvens de que falo sõa menos sombrias que as de ontem, que outrora me feriam a sensibilidade. Tais nuvens me são favoráveis agora, mesmo que na contramão de meus sonhos, apetuites e meu destino. 

         Sou deveras meio bruxinha, meio paranormal, bastante mediúm. Sei do que falo. Acaso nublada - por assim dizer - sempre estarei ligada ao tudo que me cerca ( sejam desfavoráveis ou não mesmo ). Sinto a cada dia o primor de estar sendo a vanguarda de um tempo próxinmo, mais maternal e mais amôr. Um matriarcado benévolo até quie seria bem vindo futuramente...espero que sim!

          Sempre sou a esquisita, mas de nuvens e marés entendo muito, né? E não é a toa que fico a dedicar parte de meus poemas aos rigores da solidão . do afeto distante ou coisas alienantes fora de mim mesma. Sou uma poetisa multiuso de qualquer forma, polivalente, poliândrica ou, se preferem, eclética até demais. Nem sempre me satisfaço em acreditar que sou pouco sconhecida fora d emeu círculo de ajudantes e amantes. E tenho a proposta de fazer desta comunidade lésbica, altiva, pluralista feminista ( ops! ) - uma vanguarda quieta, silenciosa até, mas atuante entre nós enfim - sempre como deve ser.

          Não nego minha realidade de mulher, frágil poetisa e fortalecida bruxinha deselegante pra muitos. Apesar dos pesares continuo mulher deliciosamente feminiina em qualquer estação, não importando meus prazeres com outras ou desafeto contra homens. Dos homens então, nada quero portanto ( irc! ). Que me deixem na "nuvem voadora" mais próxima e tenham insegurança quando me virem...hah! Assim que seja.

           Levo adiante a vida. Levarei para adiante o meu caminhar e meu pesar no mundo falso que nos alimenta com surdez e nada escutam. Brado a minha voz diminuta em tons pastéis, em caneta, em lápis muambeiro,em versos só meus e de mais ninguém. Tenho um destino, um sofrer e vários pesares. Mas no entanto sou dedicada ao que escrevo com veracidade ou não, e com esta volúpia doida de falar como quiser. Estou na Recanto pra bailar um pouco, mas num amanhã vindouro estarei noutra avenida, outra mais solta pra questionar o mundinho besta de lá de fora. No Facebook só estou com certeiro tatibitate de comiseração e cuidadosa astúcia, no Youtube só para ver ou assistir - nada a dizer que terei um canal e coisa e tal - já que sou curiosa...mas ainda assim eu esperarei uma mídia mais livre de empenho por dinheiro ou com outra variada colocação mundana. Talvez uma Recanto bem diferente em algum lugar onde minha liberdade seria TOTAL, COMPLEXA e EXPRESSIVA. Talvez eu chegue longe e dê d ecar a no chão...talvez nem isso. Por enquanto pago para estar menos carente de atenção dos outros: meus leitores de agora.

           Se as tais nuvens do tédio medonho, da acomodação e dos fatos pífios, se realemnte tais percalços se avizinhem dos "penedos dos meus temores"; se tudo mais oferecer resistência besta. de algum modo erguerei esta cabeça e nunca mais ficarei numa mídia qualquer - retorno ao meu tempo de antes, de antes de estar mergulhada nisso tudo e onde nada que fizesse me faria brilhar entre os leitores comuns...e olhe que na Recanto cheguei a esse nível por um certo tempo, mas isso é outra historinha...

          


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/07/2018 às 17h35
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