Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
28/08/2017 11h02
O que machuca não fere o batom

            Me pertmito agora sair do real e vijar na maionese!

 

            "Aquilo que machuca-me, desfere a culpa ou assume a dôr que me safarei com valentia. E a vida que nos desmonta, por vezes s em conta, pede a coragem, aquele olhar furtivo de esperta, a dama rainha dessas valentes que são mais do que mulheres. Dentro de mim a ferida que parece pontuar, como uma supliciante máquina de costura com agulhas, os conflitos além do coração. Embora isso tudo tenha a sua triste continuação durante a vida, o tudoqyue perdurasão feridas que jamais se cicatrizam. Medicina nenhuma consegue ver o que está judiando o meu coração a cada dia. São as mágoas restantes eternas enquanto duram...

             O sofre que penaliza, só castiga, me arruina com o tempo. A cada ano a mágoa que insinua-se em determinados lugare do coração. Algo etéreo que os médicos tentarão curar com pílulas ou anfentaminas abusadas. E ninguém me tira a afronta, a aud[acia, o rancôr desse sofrimento antigo. Como se fosse continuar e nem eu conseguisse desmantelar da vida, minha vida. Os que me cercam mal podem ver o que subjaz além da radiografia do peito. Tem dorzinhas que são chatinhas, se impçõe e como mágoas indeléveis, ficam para o todo sempre. A falta de amor nesse caso é parte do processo, a soma numa desigualdade multiplicada QUASE sem cura! A necessidade de ser amada, ou amado conforme o tolo que não consegue superar - só as mulheres, em parte, e o tudo que importa no viver se esvai distante., o tentar ser feliz e não dá! É a doença mais infame e renhida numa vida peculiar como a minha; Sozinha entre tantos patamares sem culpa de viver sorrindo...

         Sim, a pior doença em parte incurável é essa necessidade de amar e ser amado e nada te garante que serás feliz, sem outro alguém que lhe diga amôr sem fronteiras, a te dizerem coisas lindas sem função. Os solitários entendem o que digo. Os poetas - cercados pela realidade muitas vezes indomável - se ressentem quando solitários nas suas escrivaninhas deletérias. Ou se padece de desilusão ou sorri com uma pontinha de dôr no coração. E de fato é assim. 

        Conheço a mim mesma, e mais ninguém o sabe, situando-se ente a brisa do ocaso intocável, sabendo sofrer como aprendizado ou esperando a deixa de completar-se com terceiros. Tendo sempre uns empecilhos, umas regras assim capitaneadas por censores invisiveis, cada passo tolhido por tempestades meia boca. O mundo que se faz infame, mas dessa fama apropriada a poetas que sabem ver as coisas feias como belas florações. Poetando desfaço a neblina que cega um pouco, esse real que me assassina ilusões, sonhos calejados por anos de desafeto da solidão.E podemos estar asssim, filhas e filhos, nascidos neste mundo pra voltarmos a outro complertamente sozinhos, já que assim só aprendemos e só morremos a cada ciclo de huananidade que temos em nós. O ser mortal tem que se garantir a perpetuar a sobrevivência na ilusão. Deveras, já não duramos muito...e o amor sempre retorna mesmo que desenganado... 

     Sou perdidamente apaixonada por vive, ter esses romances diversificados num acomunidade a ser completa ainda, emsmo que imperfeita. E poucas sabem que em meu isolamento necessário ( apesar d eestar cercada de gente maravilhosa e tão feminina em tudo... ) faz uma tortura que reguarda dentro de mim o sofrimento de antes, num coração com tantas reservas dessas mágoas antigas, as quais ainda dão as cartas. Devo estar de algum modo nesse pesar por saber que muito de mim ainda se sobessalta das feridas vintage de outros tempos. Fui sofrida um dia, porém hoje me alegro, mesmo que iludidamente, e apesar de estar com as ais mágoas do passado, e essas não se ousam curar há tempos! De fato sou solitária "enferma" de mea culpa inconstante na poesia. Uma poetisa que nem tem infernos a delegar, nem deuses a se safar e todo um universo de coisas ao derredor, que necessitam atenção dos versos que só eu distribuo em tantas páginas, físicas ou midiáticas...e é isso mesmo! 

      Que adianta mais esse reclamar-se? Parte de mim mesma está assim, na imcompletitude. Contudo não me deixo abater por tanto. Nem sequer falo de minha arte sangue, suor e nubladas lágrimas - se  bemque isso ocorra e modo raro e recorrente se der. Meu ser está desse modo, como disserto acima nestas palavras aqui transcritas, carente e acompanhada, paradoxal e muito sensível, imolada ou como deixo que seja. Enfim, de fato, sou poetisa de punho leve, solta nas verdades do verbo que persegue-me, doutrinada na liberdade do vir-a-ser, sempre na cura e na doença entre vidas alheias, E no fundo tenho este amôr sem dôres, oculta das mágoas, não em deixando esmorecer. Muito de mim sofre por culpa própria, por não saber amar homens se suas atranhas. Sou tão mulher, bem trans, a bissexual, uma lésbica e acima de tudo talentosa como se deve!. Eu caio, mas o abismo tem um nome que conheço"

       Eu falei e disse! Até mais meus queridos leitores cansadinhos da santa leitura...kkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 28/08/2017 às 11h02
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
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26/08/2017 23h12
Ai me lembro!

    Sim, lembro-me bem. As escolas que estudei, as sainhas plissadas que usei, as calcinhas fofas delicadas e recatadinhas por vezes. Ai, lembro da escola e das maiguinhas, todas novinhas em cada ano, ,legais e bastante estimulantes na vida estudantil. Sempre usando óculos eu ia longe e fui deveras muito da reservadinha por um tempo...calada e tão cismada, CDF de primeira, com as minhas roupinhas sempre passadinhas, afe! As meninas de cada escola me adoravam, idolatravam a minha dedicação a ler e a escrever tão bem. Mas eu tinha 13 a 16 aninhos a cada um desses momentos em que só estudei em variadas escolas boas. Minha mãe fazia lanches que eu dividia com amigas e raros amigos tímidos. Fui amada muito platonicamente nesses tempos, assim eu acho. Foi bom enquanto durou. Usava lingerie larga por causa de meu sexo xcomlicador nos países baixos, se é que me entendem...

   Teve época que eu era fofa, branquinha de leite, com uns lábios vermelhos semprecisar de batonzimho mequetrefe comprados em bazares. E tive sim as namoradinhas escondidas, sem a maldade e só agarramento, e os amiguinhos tristes que eu embalava e dava até o colo pra dormirem, ai santa lembrança! Choraram tanto em meus ombros...eu fui homenzinho pra muitas mocinhas!

   Tive as melhores escolas e os profesores nem tanto. Usei muitas roupinhas lindas, debruadas e até saias minusculas com as perninhas assanhadas de lisas. As minhas calcinhas e roupinhas "eróticas" de ginástica já deixavam as meninas loucas pra me ver, pois eu tinha um corpito bem apanahdo desde meus 11, e não vou é mentir sobre isso. Foram épocas de mil delicadezas, de descobertas, perdas de inocências e alguma mania louca por colecionar gibis, brinquedos de menino, calças de menino e raras bonequinhas e eu botava as roupinhas em cada uma. A Suzi, iminha primeira boneca lésbica de sonho, uma amiga de encontros e masturbações veladas em noites frias sem companheiras no quarto de visita. Ora, a mamãe só me fazia dormir com as amiguinhas que dormiam comigo juntinhas, pois sempre era tarde as nossas brincadeiras tanto de bonecas quanto de bola no jardim. Eu idolatrava usar algumas das calças compridas de moço mais velho, uns jeans principalmente.   Nem o meu pai desconfiava de minhas tendências lésbicas fortuitas, mas aprendi a mentir com sobriedade vã ou veracidade impecáveis. Sempre amei a todas em cada ano escolar, e muitas delas á me esqueceram. Algumas ainda estão comigo, aqui na minha pretenciosa harénhada de amantes cooptadas. Eh eh eh eh eh...sou dose pra leão. Aliás sou de Leoa e das brabas em matéria de paixão pesada! Como e deixo me comerem, se quiser! Não ligo muito...

    Ah, contudo minha mãe sempre soube de minhas tendências e investidas de masculinidade afeminada. Usava calção, boné, camisas de casimira, botinhas de cano, sapatinhos de arrastar ao estilo mocassim masculino. COnfeso que nem tudo me passava na cabeça tinha um teor macho d eser, pois algo em minha testosterona mínima não era essas coisa. Acabei moça bem feita de corpo, peitinhos e nada emasculada, graças aos deuses! Mas eu atrai muita garota deliciosa de lésbica e ninguém sabia que a postura delas era o contrário do que se vê! Eita mundo complicado de besta! Muitas casaram.

    Sobrei uma vez, encalhei uma e outra, porém nunca me casarei. Espero que parte de minhas meninas me entendam, e se casar terá de ser no civil e coisa e tal. Se querem vestido de moiva não contem comigo. Mas se querem que use roupas de balé, com calcinhas de lamê bem justas abaixo de tal roupa, não me faria de rogada. kkkkkkkkk ( risos ) Deixo muitas é taradas por aqui...kkkkk Sempre me vi solteira mesmo...e sou cheia de tesão por vezes recolhido.

     Dos tempos escolares sobrou recordações doces, leituras amargas e aulas chatérrimas. Mas se me educaram tiveram sucesso, pois empre e sempre fui dedicada a ler, estudar, analisar e me formar em tudo. De tudo sei o bastante. Daria pra ser uma cientista lésbica de primeia grandeza! Uhu! Mas os sonhos ficam sonolentos, se esvaem e aidna restou tetnar mostrar ao mudno que sei bem mais que muita mulherzinha pór aí. Comigo a coisa não engrossa muito mas nenhum marmanjo me superou no Sudoku, no xadrez ou nas intensas leituras que faço em quatro línguas aprendidas a custo! Eu seria um ótimo pai e família, mas prefiro continuar com minha xaninha impetuosa complexa e meu corpo arfante e cheiroso pra com todas além de casa. Afe! Sou assim e não posso mudar

       E, sim, tentei namoricos com os rapazes que já não eram mais meninos, claro... me desiludi e queriam sempre fazer coisas feias comigo. E muitas das vezes eu deixava por conviver com a carência, sempre desejando o proibido, contudo eu era sabida. Somente tive sexo oral com alguns bem apessoaados após longo namoro fingido pra manter as aparências. Nunca tive uma relação mais perdida e  nem sequer penetração. Odiava os pênis dos caras, e ainda mais ficava cada vez mais agressiva e sapatona. Confesso que era bonito ter prazer a dois, trocando fluidos corporais e tal. Ai,que saudade do tanto que engoli e amei de fazer...fui safada um tempo mas curei essa frescura! E os homens agora são distantes ( sou bastante misândrica e trans agora ) e mulher é bem mais agradável em tudo...qu ecoisa. Será que sempre fui assim, depois de descobrir qu eeu era andrógina d efat, quase hermafrodita, poi sequer tenho prazer em certas partes de fora, mas dentro sou trêmula qe nem gelatina doce, Sim, foi cinstatado que ainda sou hermafrodita, apesar de achar meu grelo bem grandinho muitas vezes na vida ( argh!), sempre quis operar esse adendo inútil, Será que os médicos acharam que eu fosse menino e devem ter deixado rolar a natureza das coisas: Mistérioooo! 

     Fui provocante sempre. Usei sempre as roupas soltas, até cueca e calcinha e esta última era cara uns tempos atrás...usei de saias bem curtas e tecidos bem safadinhos, calcinhas deliciosas, óculos do tipo de haste rosa ou de metal fino. Usei rayban e fiz de tudo pra usar de tudo em matéria exótica de roupas, masculinas ou não. Teve um tempo atrás que tive muita decepção por meu órgão de baixo complicado...e o tempo passou! Ufa!

    Um diário com conotações de biografia arretada...kkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 26/08/2017 às 23h12
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23/08/2017 20h25
Atacando polemistas de polichinelo - UFO!

   Julgo meu dever falar e repetir o que passei nos útimos dias quando achei que liberdade que tenho de ser o que sou nnca seria olbliterada. Entrei em sites cujo teor de seriedade sem sal é intenso, velado e muito machist de certa forma em "decretos" ou regrinhas fominhas. Vou repetir aqa baixo este meu pesar e uma espera de aceitação, com desculpas, que dirigi a intelectos de censura prévia light, limitados em sua democracia decente e coisa e tal. Até me atrasei neste meu diário por cona dessa simpatia que encontrei por aqui e ali nesses sites de brilhantismo crú e liberta democracia fanha. Assim, eu acho, mas a tolerância zero quanto à sexualidade e aos fatos do que sou e digo nunca encontram justiça diante da sregras duras de alguns mecenas desses sites. Espero que estejam elendo, pois eles sabem do meu blog e devem ler uito este diário. Deixarei livre esse texto do diário de hoje - hoje tão atrasado em dias!  - pra que "eles" copiem e divulguem por lá ( ou nem sei se irão fazê-lo a contento... )! Nada pedia pa ser livre pra dizer oque quisesse d emim, de minha sexualidade livre e sem censura catedrática de permeio. Sou muito inteligente e isso "eles!" constataram um tanto, mas pegavam no pé por tentar ser livre em tudo, dizer o que sinto ou que sou e pronto final! Este diário de hoje ´[e um registro d que sobrou das agruras freudianas por lá. Eu exponho aqui o meu último texto que escrevi por lá, assm na dura e seco, e depois sai de vez pra voltar sabe os deuses quando...

     Parte dessa gente é muito presa na defesa de moraliade evidente a evitar certos diálogos de cunho sexual idem evidente, mas nem disse um palavrão ordinãro mais pesado ou coisa pior pra atingir uns educadinhos moralistas de penacho em pé. Não os defendo e nem peço que me crucifiquem mais que oevido. Deveras estou é passada com aquilo tudo!. Nunca vi tanta "muralha" moral firme com tom aguerrido, e com ameaça de expulsão como se fosse uma excomunhão assustadora pra papalvos temerem. Fui sábia e bem inteligente por lá enquanto podia, mas vi que sem liberdade extrema e sem a tolerância zero nenhuma regra em contrário me servirá a contento. Sexo pessoal  ainda é tabu, se revelado ainda é mais e isso mexe com a passionalidade brazuca lógica e arretada dos moralistas defensores do melhor de si. Que assim seja! Eu é que não volto por lá até resolver parte de minha vida complicada. E se me descobrem com avatar novo e nome igual, não nego me nome masculino restante, porém detesaria contrariar a mimmesm apor isso! Não entro mesmo em clubs que me aceitem como sócia. Saio de lá ou nem sei se volto depende d e,ue silênicio por laá chamar a atenção, se der...parece que é ruim ser diferente, solta, sexualizada com compostura única, e ninguém quer discutir as razões desse proceder. Se tem regas demais p  negócio pega no meu pé e ponto final. Vai daí que tenho razão em expor aqui parte dum desabafo e o pouco que era ser aceita por falar demais! Ufa! Humpf e com razão! Que "eles" pensem pequeno com regras bonitinhas e sejam democratas em sua casa, pois não passarei além da porta e só vou lá pra ver o que falam de mim. Estou passada mesmo, meio abismada, saída da gleba...afe!  

Lá vai parte do problema e assunto que deu que falar:

"Tem sempre os líderes enjoadinhos, que te avisam pelo que vc disser com verdades, pois não admitem diferenças e nem em se falar de dilemas domésticos, de coisas que chocam e fatos que distorce seu trabalho governamental. Te mandam fazer a sua verdade em outra freguesia e esse recalque de ditador é fogo!! Preferem admoestar e depois expulsar aqueles que não se coadunam com suas ( comunitárias,que seja... ) regritas as mais burlescas! Nunca gostam de opositores contrários e adoram manipular e sossegar os recalcitrantes, e ainda vem com ameaças vazias. Ditadores vivem disso, temem o que não amam, fazem sofrer os incautos, detestam tolerância zero, colocar as cartas na mesa e vc tem que fazer pianinho nos pensamentos. Liberdade pra essa gente é indicar o melhor doce pra evitar amargas histórias de vida, talvez para não bagunçar o restante acomodado que vive nas regras tirânicas ou não do escárnio do dono do poder. Já vi esse filme antes e conheço a situação. Se alguém ameaça o "status quo" controlador do tirano, mesmo que bondoso aparentemente, ele destrói a tudo e exila os descontentes...fácil ser ditadorzinho meia boca com regras antipáticas de governo, o qual só ele aceita o que deseja "verdadeiro" ou "bom" pra todos. Não faltam exemplos na vida e na mídia...ui! Bote uma doida numa gaiola com puxa-sacos silenciados que ela fará coisas de pivete malcriado, jogando pedras na janela ou passar a pipa em cima da casa dos outros, é pimenta como refresco! Entre os aliens isso não deve acontecer entre eles há milênios!!!! Ao meu ver inexiste liberdade fora ou dentro da casa dos outros se o outro te dá regras demais no mesmo teto!"

 

E minha defesa-desabafo:

"Não tive intenção nenhuma de assim proceder. Apenas me lembrei do Faceburra por term feito algo similar a ditadores de socapa e de um tal JMS96 ou JSM69 que me disse que devo ficar pianinho, mandando meus dados À uma entidade racista conhecida ( isso me assustou! ) e que mandou ameças menos veladas mais do que eu poderia dizer. Mas eu não sou de falar por trás com entrelinhas e nem criticar com frieza imparcial, eu apenas me empolguei na reação legítima minha por ver um tirano na Coréia do Norte que anda fazendo coisa pior do que meras "velações" de minha parte ou segredos pessoais de menos importância social. Se falo demais de um fato, que não é um desvio psicológico sem graça inexistente, então peço desculpas tantas quantas eu tiver feito. Sou composturada(!) o bastante pra não falar vulva e pênis de modo tão clinicamente falado por vc, meu caro e doce Spock! essas palavras clinicas de medicina legal jamais eu disse em qualquer texto aqui veiculado. Na próxima só falarei de UFOS, UFOS, UFOS, UFOS, UFOS e demais correlatos po ciÊncia paralela. Eu não tive intenção alguma de erradicar moderação ou dizer tais veleidades que teorizam, mas eu sempre falo a verdade com uma ponta de razão externa. Se não quer ver nessas desculpas aqui eu mesma saio de uma vez por todas da Internet e de qualquer mídia pra SEMPRE. Voltarei TALVEZ em dois anos após mudar nome ( Denise ) e uma condição orgânica idealizada. Na altura do campeonato de minha vida já estou acostumada a ser mal entendida e assim vai. Espero ver respostas mais leves do que análise fria e lógica das coisa que sou ou fiz! Daí, se eu sair, eu continuarei a escrever meus diários físicos e a externar minha cultura entre 4 paredes outra vez...pegar ou largar! Com educação eu baixarei a crista e falo só de UFOLOGIA E TECNOLOGIA AFIM...correto? "Não posso estar morta," 

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/08/2017 às 20h25
 
18/08/2017 01h40
Um instante de beleza ocular

     O nada pra ser dito. O tudo pra ser visto. Sem comentáros... 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 18/08/2017 às 01h40
 
16/08/2017 22h44
Tudo pra quem merece

         Ouso dizer que conheci gente boa, já que as ruins eu deixo pra lembrar em algum livro em nome deles. Os piores s eforam, mas resta muito de bom pra se lembrar dos outros que merecem minhas atenções. eu já não ligo mais pra certas coisinhas pois estou "vacinada" há tempos.  melhor sempre se aprimora e volta com amor ou cadência de interesses. Os piores desaparecem contudo ficam numa lembrança encoberta que volta e meia me prejudica as recordações  Sofrer como mulher é a dignidade de nossa história desde tempos imemoriais!

       Gosto de lembrar dos dias de criança, de escola e das formaturas desde o primário, e eu pulei o pré e fiquei feliz com isso reconhecido. Os dias de ver TV e as sessões da tarde tão supérfluas e piegas, com algumas coisas que vi e acho até hoje ótimas de relembrar. De cada filme de adolescentes, os que só faziam pensar e que valiam a pena raciocinar em seus enredos, de tudo isso que curti desde menina. E vibrei com tanta coisa hoje já consideradas bobas, vintage e "quadradas"! Foram tempos de aprendiz com inocência fortuita. E tive amigas e amigos que sumiram com as décadas que passaram rápido demais. Foi bom e durou instantes em uma minha vidinha de pequena burguesinha de apartamento. Minha mãe fazia de tudo pra me satisfazer com as ralas mesadas que tive. Ai ai ai...a realidade tem como patrão a quadratura do círculo...

        Do papai prefiro guardar o melhor e esquecer as desfeitas,as mágoas, o que fiz de errado por ele ou assim por diante. E meus diários pertencem a essa época entre os anos 70 a 90, tão inesquecíveis que chegam a doer. Ainda há as feridas que não apagam, mágoas que ainda me cutucam silenciosamente, a realidade de um tempo de inflação galopante, desenhos bons e mediocridade na TV e nos cinemas. E ainda tem os quadrinhos que curtio até hoje e não lagarei jamais, vício delirante e empolgante, sempre...eh-eh! Ainda guardo muito gibi de minha coleção peculiar. Coisa d e,menina sapatinha iniciante. E houve idem muitas outras paixões íntimas que hoje estão maduras e corretas.

       Papai está em seu lufgar, contetne com a deixa d eminha vida longe de suas preocupações para comigo, nem se importa com minhas namoradas e questões lésbicas de viver. Não se deve mexer como que está aquietado por "cimentos" pássionais antigos ouperdidos. E os sentimentos se congelaram que nem tabela de preços dos tempos do Collor, argh! Contudoa cura ede uma mágoa não custa os blusões da blusa, se é que me entendem ralamente...kkkk

        Da mamãe guardo tudo do melhormesmo. Dela devo a tudo que sou, pertenço ou tenho. Soua sua queridinha eterna a lembrar dela a cada vhoroque escondo na noite e na beirada de minha cama às vezes vazia. E as moças de minha comunidade, a nossa comuna, me ama e bastam pra sanar bastante as lágrimas de veterana que sou. Eu amo todas elas de todo jeito impossível de querer. Afe! Tão bom essas lembrancinhas desse agora, este atual presente momento...eita...

      Parece justo çembrar com cândida meiguice, se posso assim proceder. Lembrar com meiga ternura das horas que namorei e transei com tantas novatas que poertencem à este harém de verdade qe me cerca. Gostamos que seja assim, mas as lembranças de meu passado solitário são ainda grandes e engolem fácil o agora que me convence. Se eu tivesse sido homem eu teria sofrido bem mais e acreito nisso piamente, já vi esse filme antes em muitos dos meus mais próximos ou esquecidos amigos de outrora. Nem sei se cabe aqui dizer-se tanto sobre isso, de minha vida que não é a de ninguém, pois o mundo não se importa com vc,mesmo que morra como herói ou desconhecido. Tem muito disso lá fora, neste globo faminto, infelizmente, por mártires esquecidos. E meu exemplo de sofrer me faz levantar a poeira, isso sim! O resto fica como a lembrança de um conto mal contado...de dias ruins a serem tornados parte de uma nota de rodapé. Isso sim que é verdade a ser demolida...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 16/08/2017 às 22h44
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