Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
28/09/2018 16h29
Jornaleco sacaninha

  

  Miau!

  Em alguma banca de jornais se encontra o "meu jornal", tanto favorito sem nenhum nome ainda, o qual ninguem lê e nem podem comprar. Ali está as palavras do mundo, os meus mais vistosos segredos lésbicos ou amarguras de mulher que sou. Compete ler a cada uma de suas linhas, cada página revirada em paródias dos meus risos, nunca fácil de se achar por qualquer transeunte, nele encontro umas desculpas, modéstias, os atos falhos demais. Pois tem é muita coisa aqui em cada edição. Bate me mim o coração de Camões...kkkk

   Cada página um algo a ser escrito quando passo meu olhar instigante numa busca pro novidades íntimas, seguros de mais vida ou até os verbetes nunca antes encilhados em versos, estes que aqui e ali padecem de comentários. e ne,le tenho tudo À mostra. Parece ter vários idiomas, se acaso olharmos com a conduta de censores ou mal-amados moderadores. E, sim, tem algo de muito prórpio que somente eu enconter: a verdade escondida! Ela que me ama e que destoa de existir no mundo, mas estará sempre viva e é esperta, mesmo que não desapareça de rodo.Este jornaleco é o meu precioso e sua editora é de outros mundos, os mais femininos possíveis...

   Seu custo minimo lhe permite ser meu, só meu. E a cada dia que lhe dou a vista de olhos,.revejo a linguagem de que é feito. Tem uma edição de luxo, um visú despojado de útil. Está à venda solamente para mim! Repasso suas páginas diversas vezes pra ver que algo muda a cada minuto, como se fosse meu íntimo incrédulo. Jornal de cunho meio mundano, e tem todo um abismo à disposição dos incautos que nele lêem. Na verdade nunca enxergam que nele spmente eu abro suas linhas escritas com seda.Por ali, nas entrelinhas somente enxergo o que outros vêem com outras formas ocultas por mim. Pena que só um leitor o conhece, o que por acaso sou eu mesma. Navego na verdade em suas páginas com frescor de moça, hábito de donzela ou suspiros reveladores. Um jornaleco que tem o mundo com vasto mundo, sim senhora!

   E por vezes me perco na poesia e encontro essas belezuras, em bancas de jornais de improdutivos leitores, onde fica a margem do cume de meus raros conehcimentos - onde seus fundadores morreram à muito...mas não entrei em detalhes quanto à sua dedicação de existir tão somente para minha pessoa. E estamos conversados...de louca ou arrivista só as muitas baratas da cozinha de casa...SOS!!!!

A origem desse periódico não te conto e estes conluios com a minha vã poesia são agora os substantivos de mil regras ainda que ( prezo que sim! ) nunca sejam gramaticais! Humpf! Não farejo mais que as sílabas, a me desprezarem, e estas oriundas das bocas desses meus sisudos críticos "forenses"...kkkkkk ( risos ) Direi convir estrelinhas...

E eu ainda encontro páginas de sacanagem, pornografia deliciosa e mulheres do meu jeito lésbico de gostar, um prazer ocultamente desfavorável à minha imagem de boa moça de outrora, in sic gloria mea...afe! Nunca renegarei essa saciedade ou impureza de meu ser...tentem fazer isso!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 28/09/2018 às 16h29
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26/09/2018 16h17
Cavalo Quixotesco

     

Em algum lugar tem um Corcel me aguardando, pra passear e cavalgar brioso comigo, na avenida, eu seminua e um monte de sectárias atrás d emim! Uhu! Mas onde esse equestre senhor das cavalgaduras, um nosso eterno Pocotó, aquele que relincha palavras inestimáveis, e aonde está esse senhor comedor de alfafa? Espero dar mais cenouras em troca de um trote pelas ruas...

Será que está num prédio de lajotas vermelhas e À espreita de sua futura dona e servidora? Ou será que vive dando patadas no chão incomodando vizinhos mais animais que o próprio dito cujo? De algum modo ele só faz as perguintas rocinando nervoso ou rindo só pateticamente como um anti-herói sem medo? Deveras devo crer que ele nem ao menos sabe desta minha astúcia de achá-lo um dia por este mundo...

E será que fala inglês e eu sou uma heroína em busca da sua ajuda cavalar?

Não sei dizer e nem responder. Sequer demandaria escoltas atrás dele, para retirá-lo de sua controversa prisão urbana, mas na sua espera isso é menos que uma cela desconfortável de um estábulo idiota. Onde mais achar o meu descabido locomotor de quatro patas? Só eu responderei quando achar em algures na cidade este bravio galopante, tão lindo quanto sabido!. Ai, como eu estou doida...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

E este cavalinho deve estar dando trabalho pra seus donos transviados...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 26/09/2018 às 16h17
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22/09/2018 00h47
Uma menina ilustre

       Não, não era tão ilustre, mas muito ilustrada e sabida. Com direito a pencas e pencas de livros infantis e outros quase complicados pra ler. Tudo a disposição de uma menina BEM disposta  a saber do mundo, conhecer as maravilhas, países de incontáveis enredos ou amores distantes de princesas inexistentes. E era boba essa menina, ao acreditar e ter uma inocência imensa. Nem que eu pudesse eu poderia mudar a sua presteza em ser "eu" um dia - neste agora que somente faz recordar o continente que era essa inocência distante. E que foi solapada com o tempo, mas isso é outra história, viu?

       A ilustrada por enciclopédias que assustavam pelo tamanho, regularidade e tantos assuntos! Era eu essa menina por um tempo inocente perdido mesmo. A que lia deitada de bruços nos livros que amei ( que amava por este tempo, porém ficaram vintage nas décadas seguintes ) e tantas enciclopédias demais pra ler. O meu momento não exigia complicação como a Internet ( um sonho vago de uma revista cientifica, lida ainda em alguma década nebulosa...

       Tive acesso, não vou negar, a tudo de bom pra se ler. De mil revistas em quadrinhos de todo tipo e genêro até a livros mais genenrosos d eaventuras princepescas ou sobre reinos ineficazes de aceitarem a realidade que eu ainda n em conhecia portanto. Desde que comecei a ler aos 6 ou 7 anos, começando com reles palavras cruzadas simples ( que saudade da Picolé, cruzadinhas as mais simplórias, sem besteiras além do mais); de fato, acho que comecei bem ainda bebê com revistinhas que não lia mas rasgava e mui depois. mais tarde, assim quietinha ficava no quarto a ler e reler de tudo!!! E mesmo eu não entendendo o bastante eu percebi a fantasia, o riso e a aventura que estava ali nas páginas. Sei que eram poucas minhas referências, mas o aprendizado longo e coerente nas escolas iniciais me deu certezas e cimentou tudo mais.

      Parece que  não tive infÂncia, mas minha mãe tinha certeza de que foi a mais encantada ou impudica infância d emenina, poucas tem essa chance de ter tanto sem necessidade de carências maiores.  Certa dosso eu creio de que fui bem menina, tive bnbrinquedosm, bonecas, carrinhos e até coisas d emenino - o resto era escondido do mundo. Fui de certos modos bem mimada e isso foi bom sim, mesmo que estragasse alguns mimos mais antigos. Sei agora que ser mimada mdemais nos reduz à realidade, ficamos alheios ou até somos tornados "sonêmbulos" da fantasia. Mas não foi assim, nunca e nem tanto foi alienante em toda parte final da minha infância - tive oportunidades por causa de ter nascido em classe média bem mediana por assim deizer. E sempre soube das meninas qque nunca tinham muito, mas como eram amigas brincávamos longe da realidade adulta e isso tambem foi ótimo! E claro, tive amigas fiéis e uns amiguinhos...como se tudo parecesse sonho agora...

      De certo modo ficava isolada várias vezes, sem brincar, a ficar inquieta com os meninos que conhecia, suas posses e interesses. Eu ficava doida pra ter um carrinho ou soldadinho de plástico. Até usei cuequinhas que roubava dos meninos na esolinha priomária...hihihihihihi...mas minha mãe me proibiu essas "frescuras" esqusitas. Eu tinha um anoção vaga do que deveri agostar depois de menininha. Talvez eu teria uma chandce de mudar de lado, mas eu desconhecia e MUITO qualquer relato sobre gêneros operados ou mudanças de sexo sem vantagens. Se pudesse eu teri aoptado em ser menino mesmo que nem tivesse pintinho pra poder urinar em pé! kkkkkkkkk E que coisa feia, hein, Jujurubi! Normal que eu tivesse tido medo dos meninos, daquele negócio que urinava e era feio...ui! Deuses meus!

     Só a afeição de meus pais importava mais que tudo. E quando esta minha restante inocência se foi em várias causas ainda não ditas aqui,  fiquei sendo a CDf da vez, bem sabichona e usava vestidos mal caídos e as calças de feltro feitas pela vovó, mãe de minha mãe...foi diferente mesmo entrar na puberdade ainda com cabeça de menina-moça, e isso tambem é outra história. COntudo basta saber que sempre me guiei pelo mundo das brincadeiras, dos livros, das revistinhas, das MUITAS prendas que tinha de aprender: costurar, fazer comida, saber fazer continhas...tudo devido à mãe nas horas de companheiras que fomos. Na verdade o único amor conhecido por esta menina era da mãe, das tias e do pai distante...nem outra pessoa à vista me encantaria mais...nem visitas sequer me atraiam pra mundos novos!

    Sempre nos jardins e varandas ficava quietinha lendo, ouvindo LPs de rock suave, com amiguinhas me beijando e flertando inocentemente. Aprendia e só aprendia: os segredos, os tesouros, as palavras e juras - cada coisa a seu tempo em muitas horas de festejo infantil qualquer. E aprendia que somente amor de mãe é diferente por pertencer a outro universo só nosso. O ùnico erro foi ter deixado de ver a vida ou a realidade distante sem aviso, sem terem me aberto os olhos e tal. Da infÇAncia contida ao multiverso além das escolas ou de casa...nada disso passava certamaente em meu paraíso infante. De resto nada tenho a reclamar, senão o fato pretérito de ter errado num casamento e acreditado nos homens, isso sendo outra de minhas histórias na vida! E passei por tantos maus bocados até ser o que sou hoje...

     "Aquela menina viu as coisas em cima de um muro ou dentro dele, porém nunca houve uma precipitada queda desse muro acolhedor.., assim essa boa menina ainda continua nas suas andanças pelo mundo do livresco e do amor por outras mulheres..."

     Afe!!! Voe abelha-rainha, voe!

 

                                        


Publicado por Jurubiara Zeloso em 22/09/2018 às 00h47
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19/09/2018 19h26
Prosa louquinha da bonequinha

                       

                Hoje não dá pra falar muito. Uma de minhas bonecas quer sair pra passear no parque e museus e não posso negar senão ela nunca me deixará dormir ou fazer compras! OMG! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 19/09/2018 às 19h26
 
14/09/2018 18h46
Um conto desconto

            

          Seja eu mesma a minha cosnsorte rainha, no meu despotismo generoso, com a anarquia que reinará com coração francamente humana e que eu sinta ir pela estrada da virtude feminina complexa. Sou muito este meu reinado, sua consorte, o valente mundo somente seu, a maior das imperatrizes. Sou é tua e somos nossas, estamos é loucas por saber reger um continente de paixões em uma só primavera! Convenha-se em ser tu mesma a rainha de seu prórpio ser, sua alma deliciosa, o tudo que vamos ver. Afinal sou todas ou todas por uma! 

                             

           Me emocione com delícias, apetites generosos, as coisas do cardíaco modo de vida mulher. Sem esquecerdes das emoções a cada paladar de uma beijoca molhadinha. Sendo tua e sou sua, tudo meu ergo em prol das dívidas  do prazer servido. Ofereça-me dos céus o chover em terreno macio, aquecido sentimento, com essas oferendas além das lágrimas sorrindo! Somos todas as governantes de nosso corpo, nossas mentes, cada átomo emocionado. Afe! E que venha consolar minha fome parcionada em carências, entre todas nós, por mais loucas que fiquemos...

             

          Ao acordar seremos participantes, Seremos autoridades de um bem comum, deste conviver interminável por uma década, milênios, seja como for! E sempre teremos ao lado de snossa anfitriã reinante a sacerdotisa, a fada, a quase inocente co-irmã da rainha que escolhermos. Esta de tão poetisa, tão meiga do olhar, caridosa que em instantes nos agrada ver. Ela menina, moça, mulher pertecente a outro nivelar dos desejos calados. Uma patrícia de nossa "Roma" oculta, dentro da comunidade que desconhece conflitos, que nenhum homem repousa a sua atrocidade ou volúpia de poderes. Govermnamos com as duas, a Sentimental e a Rainha Mãe, mesmo que ignorem tronos ou meros cultos de personalidade infame. Somos todas reinantes, governadas assim!

                               

             Que outra não nos roube o faustoso tesouro de emoções, participantes de nosso legado, sem afrontar o que nos restar. Jamais furtes esta tal herança que conjugada entre nós pertence à outra jornada de outras maiores heroínas da vida que nos prejudica sempre.  Que outra mão se guie numa virtude, e que nunca nos retire um destino, uma rebeldia impossível de nos tirar, e indo além de nossos sentimentos ou posses calejadas! Temos o amor, o único lembrete que se tornou constituição de nossas vidinhas em casa, tão em conluio com a nossa bnecessidade de estarmos juntas. Somos todo um continente, sem as conquistas celeradas dos homens tôlos de fora...e nenbnuma ilha será grande para nos confortar a grandeza materna inconquistável!

 

                                                                                               Jurubiara, a única! Sorrindo e poetando...

                                       

 

PS:

                                                                                                                                "E eu não estou doida, não!! kkkkkkkkkkkkkk!"  

 

 

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 14/09/2018 às 18h46
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