Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
09/09/2017 22h59
O que tive e permanece

       Houve tempo inocente em que eu perambulava com amigas, ia à escola sem esquecer minhas limitações, sem jamais em perder de vista que o meu futuro seria diferente, sem delinquências de moça levada ou namoros chatos. Era nerd, geek, criadora d emotivos e lia bastante, até demais. E poucas amigas sempre me foram importantes, sem dúvida! Diria que fui mais bem meis feliz com elas do que com os namoriados descolados gostosos...enfim mudei muito.

       Ajudei muitas de minhas deliciosas namoradinhas incansáveis, e fui feliz de se acertar com as brigonas e tudo mais. Conheci muito da vida mulher, desse "it" em cada uma delas, sem a malícia, sabendo do amor mais que os homens poderiam desejar de mim. Vi, em raras meninas de alto desempenho muito emocional ou as queridinhas da semana, o empenho de serem felizes. Muitas se foram ao braços dos carinhas mais toscos ou babacas do tipo. Sobrava ao final de tudo, após os estudos que nunca ficavam em seguindo plano, as poucas felizardas que me deram felicidade sentimental, mais que qualquer frouxo que quisesse minha tôla atenção - ah, mas eu era dessa esperta e arisca como uma gata!

       Em outros momentos caros à lembrança - tambem indeléveis - eu tive os relacionamentos masculinos da hora pra manter eterno as aparências, Nesse equilíbrio sensual e compassivo ( além de pervertido pra alguns... ) sempre tive a chance de escolher o melhor, o mais CDF, o mais capaz da turma em meu encalço. E até gostava deles e nas recaídas femininas inevitáveis, era a culpa nos hormônios em crescimento ( epa! ), e eu desejei taras, prazeres ou delícias hoje proibidissimas para mim, entre o gênero masculino de reserva, se é que posso dizer isso...de fato parecia ser bom e pois foi, mas se desfez com meu avançar da idade tão mocinha...e esperta!

       Tive relações sexuais com homens, mas nunca permiti penetração e deixar fazerm de mim uma esquiva escavoceta ( irc! ) demais fácil! Gostava imenso do sexo oral  feito neles - e aos deixava loucos com minha técnica, idem dos amassos, das cartinhas amorosas com intenções e de agarrar muitos durante a afeição por vzes ciumenta de ambas as partes. E tenho de rir é agora desses tempos maliciosos ou sem vergonhas de minha vidinha aborrecente. Fatos que falo aqui sem reservas não me fazem mal, nem servem de escolhos e outros desconfortos da revelação como um todo. E como tenho esse diário, que para todos se libera e se faz é presente com a verdade, eu deixo o registro. Mas no entanto realmente eu gostava dos caras e do prazer que lhes proporcionei com graça, mimo e muito amôr desperdiçado no fim. Como mulher, ao me abri neste instante, me sinto asatsfeita de ter sido bem provida de coração, honestidade e tanto aprenduizado. Do sexo com eles não sinto mais falta. Me dou melhor com mulheres e transexuais femininas operadinhas mesmo.. ( risos ) 

         Olhava as carteiras das distraídas pra sorver suas esperanças e com os rapazes fazendo a mesma coisa, e isso quaindo estava necessitava de anseio preenchido, vazio espiritual de amiga(o)s e dos altos papos pra entreter minha cabecina fumarenta de nerd. E tantos pensamentos...tantos momentos...tantas hesitações...e tornei-me espécie de "índia" esperta e fugidia, de certo modo....

         O tempo passa e a poupança da minha ameríndia continua numa boa!

         Foi bom estar entre tantas desventuras, amores, dos favores sexuais e nenhum juízo. No entanto agradeço por ter eu mesma evitado uma ou outra gravidez inoportuna ( realmente nunca tive a "geração" no ventre ou desejos de engravidar, e só de pensar num pênis me penetrando me dá nojo sempre... ) e de certa maneira vital evitei muito uns erros típicos das adolescentes mocinhas descuidadas. Os prazeres mais efeminados de minha índole estão pela metade desde então, mas jamais quis filhos e nem quero casar com um carinha que vai sofrer mesmo, padecer na minha mão. E tem esse meu intelecto agora como o melhor de mim pra evitar cair na esparrela ou paqueras alheias. Ceder a uma verdade que se fala sim, mas desmontar ou sair de meu enredo de vida social e comunitário com as meninas, JAMAIS!! Agora, eu tenho algum destino, que nunca será bonito formal ou informalmente, e que por ora me satisfaz muito!

        Sim, o tempo passou e minha herança ou amores continuam numa naice! E tem muito mais a ser dito, respaldado e até domesticado em minha natireza dupla como poetisa, bissexual latente e lésbica inveterada!  ;P     ( risos )

         Quem estiver lendo-me ficará boiando pois eu só desejei deixar as muitas pontas soltas em meu relato aqui exposto. Aidna convém não ir numas longas jornadas escriturárias para que ao menos parte do todo venha em gotas muito minimalistas por assim dizer....e inté de nuevo zente!!!!

         Espero que não haja fofoqueiros demais nesta seção... ( risos gerais )

 

               

                      

                  "Não me sacaneiem não! Eu fui muito sincera sim! Ora essa...."


Publicado por Jurubiara Zeloso em 09/09/2017 às 22h59
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05/09/2017 16h58
É hoje!!

 Pois é, Agora neste momento estou plenamente com a macaca e naqueles dias. Ninguém chega perto...kkkkkkkkkkkkkkkkk até mais! SOS, OB!

 Tá dificil, viu seu moço?


Publicado por Jurubiara Zeloso em 05/09/2017 às 16h58
 
02/09/2017 16h29
Onze de nós...

     Sim, onze das nossas ficam soltas mas unidas em nossa casa, comunidade, o custar tentar ser um domicilio de fêmeas afins. Tudo isso e mais. Poré elas estão a todo instante em muitos lugares, e contudo juntas comigo. De cada uma tiro algum nome que as identifica, por convir que tenho de manter renomes ou defesas para cada uma. E por isso vou indicar por ora e aqui o que significa isso entre nós. 

     Alegria - se enturma, resguarda a trama e ciência de nosso amores em todo conjunto, as nossas glóias enfim. Um sorriso treinado entre as trevas e sempre se volta pra mim e me ama infinitamente sorrindo. Esta é uma das que idolatro sem tirar proveitos, nem risos fracos, num conluio gostoso de mulher pra mulhes. MAs ela não a a única de meu harém suposto. Deixa coloido este nosso mundinho de moças incríveis. Sendo lésbica num menor grau ela nos oferece felicidade, pouco desapego, bastante esperanças. Tem nome ainda maior de ofertas a nos ver ou seduz a escuridão pra desenganar os medos...

     Presença - faz de mim a aurora do dia, mesmo que entre nós fique junta ao grupo, mesmoque a mente dela se faça perder em tesão inelutável. E somos unas na verdade, na cama, na falação na cozinha,. nos beijos com todas. Sem embargo, ela nos proporciona a finesse da candura, sempre do lado de quem sofre aqui e ali em casa. Prefere a doçura fraterna, não iportando sexo a dois, jamais importando se fazemos sofrer uma com as outras. Sabe perdoar a tudo que nos desconforta. Sua fama desarmada dentre nós é a de quem miúdinha nos engrandece. Devemos muito à sua tendência a perdoar de qualquer jeito.

     Vergonha - que apesar desse apelidinho incerto é nosso alicerce contra as inverdades e as observações da vida, daquilo que nos fartamos de omitir se quiser. Parte de si nos encanta e faz evitarmos alguma burrice no falar, no agir e comportar-se. Nos serve de alerta mesmo que envergonhada me faça sentir a paixão por seu drama de outrora, que me recusarei a falar aqui. Temos por ela a maior consideração apesar desses momentos cabulosos de nossos dias que nos fazem entendiadas. E por ela eu faria qualquer destino ser maior que eu mesma. No entanto ela nos brilha pra nos deixar atentas entre sombras.

     Carícia - Tão lindinha, fofa, desalinhada na hora H. Veio até mim em algum dia doido em que eu estava aturdia, em plena chuva forte afora de casa. Seus embalos nos convence que sempre foi feliz e muito aberta ao diálogo do amôr lésbico ou corriqueiro. Nos dá a face pra acariciarmos com desejo, fraternidade e afeto completo. Uma pessoa rara de encontrar como mulher e dona de si na vida que nos consome. Tem pra mim mais valor e prazer que os trouxas ou os piores dos palermas homens que conheci, apesar de nunca dizer-se que seja misândrica como eu. E ela a todas nos consola. Estou com ela no prazer e na sensação, mesmo que todas me cerquem, apesar de que cada uma dou valor tambem, claro! Nem todas são minhas participantes de um desapego qualquer.

     Delirante - minha oriental de olhos castos, cara reta e honestidade ímpar.  A maior de nossas amigas. NEmse iporta se acaso a temos como a mais tesuda d enossas concubinas cooptadas. Assim pesnaria, mas eu prefiro respeitar a nós todas como damas de consorte comuitária. Nem só de sexo ou amor nos deixamos levar, isso sim! Contudo esta Delirante amiguinha parece vir de longe mesmo e nem se importa como pensamos, mesmo que erradas nisso. Posso estar bemerrada em dizer as coisas desse modo, entretando esta nossa mais bela amiga ainda nos proporciona sua arte paciente de amar completa. Sabe se vestir, andar, desejar, estudar e me deixa louca de aflições. Já não temo a culpa por estar insegura perto dela. Somos é unidas, todas nós, sem exceção, assim como ela se pretende unir espiritualmente em sua Yoga de todo dia...

     Menina doce - Um encanto de moça, mulher integral, luxo de uma vida que se queira apaixonar por ela! Meiga de doer, fácil de simpatias, dona de nossos corações. Cuidamos dela pra cuidarmos de nós. Sua magia é nos dar vitória, a espernaça complexa, o que der e vier sempre. Te conquisto bem como a todas, mas me conquistas a cada dia espairecido. Nessas horas de meu descanso ela me vem com beijos ligeiros na face, me dá as mãos e lê meu destino na palma de minha mão tão fina e delicada quanto ela. Somos todas por ela e só ela por todas nós. Sua doçura é extrema ou é assim exuberante, nos dando lumiar a toda prova, e ao dia encanta seu trabalho com confeitos e bolos na cozinha...e eu adoro isso! Esta dama é das minhas! Nós a amaremos por séculos, se der!

     Misteriosa - seu semblante lhe diz segredos. Nos revela o amanhã, sabe das coisas, ama a tudo que lhe sobrar candidamente. Sei como se chama, mas a outros de lá fora jamais repetirei seu nome sacro. Parece alguma fada, meiga fadinha de meu jardim interior, paixão nas horas frias, aquecida pela compaixão quando me vê dançarina votiva. E isso faz rir meu pendor artisitico, pedindo-lhe qe me ame sem cinzas absortas. Veio a mim na madrugada telefonando que deseja se "internar" neste mundo nosso, separadas que sonos deste último mundo externo mais ingrato. Me deixa o tesouro oculto nas vestes que sempre uso dentro da alma. Está conosco e não abrimos.

    Especialista - E esta tem de tudo. Um corpo, jeito, a moral, a sensualidade. Ela sabe nos fazer gozar em tudo, se é que me entenderão as favoritas da minha vida. Tem a artesania das entendidas que conhece outras. PArte d emim est[á com ela todos os dias, mesmo que estejamos no colo uma das outras em busca dos sorrisos meio levianos. Somos juntas e ela conosco nos pertence por saber de cada detalhe de nosso corpinhos arfantes na hora certa da noite. Me conhece por dentro e por fora, analisando com fervor, quererndo as outras por perto pra ensinar o que nos falta tentação. Afe, que mulher complexa e bem deliciosa de querer junto numa confissão de campanário.

     Hermafrota - Dizer o quê? Ela é binária, amorosa, dândi, transexual perfeita, mulher com algo mais. Tem comigo uma relação mutua muito igual em tudo. Se sabe me completar estarei nas nuvens. Se sabe ser múltipla sabe nos dar prazer de duas maneiras diversa. Pode nos ensinar a dif]erença que nos separa do msculino em muitos graus. E sendo o que somos, pares perfeitos se acaso quisermos união casual, aprendemos muito dentro de cada uma de nós. Por ser perfeita hermafrodita tão feminina, nos deixa retidas na admiração, nos prazeres intensos que concebe sozinha. Parece pro vez nem prexcisar d eoutro par co-igual, parecendo que sente-se completa sem precisar de terceiros. Bem esquisita em certo sentido pra muitos. Eu a compreendo por ser lésbica minha condição inflexível de pensar, sentir, ter orgasmos. Sei o que é cumplicidade ou ambiguidade. Herma é forte, bem mulher, mas tem uma diferença que jamais lhe será extirpada se eu deixar. Tem a duplicidade que eu tanto reconheço nas trans que tive relações. Sabe amar e disso não abro mão por ela.

     Rainha - Dessa não falamos muito por ser brilhante e parecer estar acima de nós. De certa feita ela só ama de acordo com afinidades que somente ela sabe convier. Lhe dou sempre boas vinda, Entrego-lhe as chaves dos meus devaneiso. Todas, afinal, lhes damos certeza de um bom "reino" mulheril das mais doces condições. A conecemos num dia de Sol sem nuvens, vestida de branco, cheirosa de bálsamos erógenos, silenciosa dona de nossas atenções, mas comigo lhe serei sempre a consorte convicta no primeiro dia de cada mês. Sim, somos suas súditas e ela uma de nós, trtaada com igualdade pra sermos corretas no agrado de cada noitada. Assim ela emesma desejou e assim lhe confortamos. Eu lhe bato palmas por estar acima dos fracassos... 

     Amorosa - Minha, nossa, assim favorita eternamente. Tudo que temos é de vossa benfeitoria insistente. Dona dos corações e amante imparável se assim podemos lhe conformar.  Comigo seria a equivalente de um só marido ausente mas muito imperiosa, desejada, enfim de tudo! Mas longe de mim afirmar  uma marital conveniência se acaso ofender ela de alguma maneira. De fato eu lhe ofereço guarida no corpo e na alma diletante. De fato somos queridas por sua intensa e nívea verdae. Nos dá amôr preciso, sem  sobressaltos, sabendo ser mulher caridosa, gentil e brilhante amante de muitas. E sendo quinze no total somos afetadas uma pelas outras, mas a AMOROSA completa essa equação imensa. Seu amor infindo nem se encontra nos mais nefando anjos ou santos..

    As outra três terão de ser as ocultas testemunhas das façanhas destas que descrevi acima. Fazem parte da nossa sociedade secreta que nos fundem por completo na comunidade que fazemos parte. E cada uma é um apoesia em si mesmo. Dia menos dia revelarei os esperançosos ditames desta vida que nos move dentro deste mundinho de mulherzinhas valentes e sabichonas! Afe, ae, afe!

 

    

  

    

  


Publicado por Jurubiara Zeloso em 02/09/2017 às 16h29
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31/08/2017 21h42
A Mulher Intruranista ( thank's Leonardo... )

  Não preciso dizer nada, certo? Tentem saber o que é Uranismo....kkkkkk!

  A imagem é só um adendo gráfico bonitinho ao que eu queria dizer, só isso, afe!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 31/08/2017 às 21h42
 
30/08/2017 09h30
Chá de Frescuras, erros sem gosto

      É pouco mas salutar. E é muito mas paradoxal. O tudo que se toma e que se digere. Pois tem sabor e amarga o linguajar, o dizer, tudo que se importe.

       Esse meu chá é de poesia que nunca vem, obscuro, por vezes abstrato ou até loucos versos inerte de paladares. Sei fazer com folhas destemidas, ervas simples e palavras burlescas, se quiser. Não tenho muito bem a receita  na cabeça. E eu sou é um adoida que complica os sonhos a serem descritos no papel, bebericando este chazinho mequetrefe de fazer. Tem muito nome esse chazinho que entornasse líquido e expressa dvaneios ou desejos intensos em baixo de meu umbigo. E eu dou risada por isso ser meio cozinhado, apalermado, complicado de sentir, mas eu beberei com parcimônia na próxima vez.

     Na imaginação tenho um tanto da receita desse chá que, convenhamos, pode dar dor de cabeça e nunca deixar você sair da primeira linha escrita. No meu caso tomo a devida providência de ter um Engov ou um colinho de uma moças daqui, pra em sã consciÊncia aliviar as canseiras das "musas"! Que complicação!

     Uma poesia feita às pressas dar um sabor de fracasso eminente a ser roído por avalanches de pinóias na mente. Tudo se desfaz e não dá em nada. Neste tipo de situação a poesia esrita com desfibrilação do erro, do cansaço e do tanto que se gasta de ideações se torna feia, esquisita. Não daria pra em nada aproveitar um tal rigor frívolo quando se transtorna uma frase e um texto e do vas]zio sair um mero poema besteirol! Argh! Ruim é ter de apagar e recomeçar o sentir-se aquela frase, o querer fazer o belo num trecho dificil, esperar que haja ou não a rima correta. E esse chá tem um teor bem angustiante e amargo pra se desejar engolir por inteiro. Imagine se o chá ferve e entorna tudo pra nos ferir no colo...assim é escrever um poema errado e sem graça, sem élan! Humpf! POr  isso que certa feita nem sempre gosto de rimas, porém não fico do contra pra sempe. Faz parte do oficio singelo ser poetisa desencontrada...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/08/2017 às 09h30
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