Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
23/09/2017 19h32
Transmufêmea...

 

   Bip bipado. Do restinho que sobra, de maneira espoucada, liberta...

   Do erro meu, ciberlesbian, que questiono em devidos alfarrábicos tenores sem canto, dos loucos robôs de meu laboratório feminino tresloucaz. Ainda faminta pelos informes de algum amôr impossível em tempos meus que ja foram momentos idos, Amalucada, tão assim desapegada deste mau vínculo com tantos seres sofredores, à mercê que estão das falsas necessidades em telinhas de seus "smartslaves". Escravos de si ao dissabor dos tantos sonhos mais temidos. Um mau ciberataque do despropositado encheu este meu fiel desktop de fervuras erráticas sem vapores, eletricamente como telas de Led questionáveis. E um erro de minha lavra impõe um futuro das máquinas em digital amabilidade de vida eletrônica. Agora estou é mais cibermoça do que nunca! E que vivo esta nova etapa em adição ao novo tempo deste meu ser! Insanidade? Talvez queiram que seja, não?

   Falha não admita-se. Questionar não será a lenda. E parte de mim evoluiu...

   Do tanto que exibo este erro, imune a gramáticas das mais compreensiveis, sendo eu mesma a terna e quente organizada dama da tecnocracia dentro de casa. Estamos ligados, estamos sintonizados, sabendo o quão insano é este desfile nada santo, embora de profano se assemelhando. A lógica me diz que a frieza de ver o mundo é a da sabedoria da engrenagem a mais inteligente de todas, E sou parte do processo. Emboto-me os sentidos na sala 101  e meus amores se casaram entre si, estamos unas, unas por distribuida necessidade, Todas por módica unidade e as unidades por todas em unissono. Loucas que estamos ou à mercê deste mundo digitalizado com outro amôr que sabota-nos idílicos sonhos  nos nossos monitores vivos...

   Mundo futuro que no vê, a sala 101 que me segmenta. O erro em negra tela indigesta a indicar o que aperfeiçoei nas lógicas iniciais só minhas, e somente minhas! Este mundo está imerso, imortalizado na memória, nos amantes, nos gélidos bancos de memórias recordatórias. Um impasse: errata plausivel do sistema. Um fato: já não sou a mesma de antes. A Cibermoça, a ciberdama, a senhora de si num esquema. E esse é o circuito que se complementará. Sim, Error Overlord, meu lorde de meus dias, Numa noite conjugaremos as nossas amantes competitivas com tantos variados apetites intermináveis!  E o meu leque de afã lesbianismo despudorado está meio frio, e de enregelado tal qual a plácida aflição. Loucura total numa evasão dos sentidos ou dos sentimentos  digitados em prosa e poesia eita à máquina...onde amei amahã sem ontem? 

   A máquina, hoje e provectamente, em outra época, proverá a esperança!

            


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/09/2017 às 19h32
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21/09/2017 02h58
Tentando sacar o que somos

                               

          Uma desenhista que mal conheço fez este cartoon que me diz muito e me faz até pensar mais. E duvidar do que se vê e tentar entender o visto é tarefa pra comediante, mesmo não sendo um! Essa visão de desistir e tentar sacar o lance dos seres que somos é exasperante. Eu que bem sei disso aí muito bem. Ainda mais se tais seres forem somente homens em sua maioria...

          Já nós as mulheres eu prefiro não ter de opinar para não ofender o meu próprio gênero...mas que a desenhista sacou era o que eu ando dizendo aqui e permanecer estar dito, neste procurar esse entedimento (!) do que devemos aceitar válido hoje em dia. Em todos os tempos aliás..afe!  São os dias de um presente no futuro imperfeito por enquanto...risos...e lá se vai o dia!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 21/09/2017 às 02h58
 
18/09/2017 20h57
Dias futuros do passado esquecido

     Um pouco de prosa com poesia tampouco minha...( risos )

     Passei o tempo com as palavras cruzadas, e na mesa a carteira à espera da sorte de economizar um caraminguás sofridos. A mão trêmula com o pente nas mãos tentando pentear os cabelos que hoje resolveram ficar safados. Boto batom com doçura e uma leve careta no espelho, unhé! Sou uma risada doidiinha e me faço emperiquitar o pescoço com um colar mestiço de marfim. Olho a saia e a sala onde estou me parece escura om as cortinas rosa-claro de sempre. Estou é vestida pra safar, caçar as vitrines gulosas de meu olhar, a sair afora por esta rua doida com trânsito idem. A poesia do dia estar na fuligem dos carrinhos meigos com cara de monstros de metal e faróis a guisa d eolhinhos maus, Ui! Como me assusto com a buzina tapada de um motorista ainda mais babaca....fico um bagaço de aporrinhação mas coloco-me no meu modo normal decentemente...ufa.... 

     Sei, de fato, aquela fumarola da esquina complicada e rua traíra, sempre a me desrespeitar o andar catita. Fico com dedo na boca À mercê de uma risada de nervosa. O tempo passa e já estou cá na ruela mais feia de meu bairro. Logo para mim estaei perto do Centro para ver lojitas, lojotas e lojas grnades - de roupas, calças, bijuteiras socadas ou de jóias caras pra dedéu. Ufa, que coisa louca, Mas eu percebo que estou meio bonita no reflexo de uma vitrine mais ordinária ainda...pois é, e não é meu dia favorito, contudo eu estou na rua, andando limpa, calçada e dourada na camiseta debruada de fios comuns cromadinhos como se deve. Chamo a atenção, porém sinto-me a maior das rainhas de minha comunidade de fêmeas prórpia. Hi hi hi hi, sou é mesmo uma patife lésbica bi que adora se mostrar e os carinhas parvos ficam doidos mas nunca ousam mesmo. Os conheço de outras eras...e o que mais importa é estar andando e olhando tudo à volta...e eu me amo!

     Devo ter esquecido que corri tanto que até parece que deixei o corpo em casa e meu ego bípede resolveu de perambular aqui. Faz hora que coloquei a saia, a calçoila cheirosa, batonzinho básico e tomei um café apressadamente, não exatamente nessa ordem, claro...sou doida mesmo. Entretanto andar pela rua cheia de gente cansada de me ver é algo que me dá prazer, daqueles bem leves em um orgasmo besta. E vejo as mulheres atraentes a cada minuto em meu caminho , me deixando meio tesa, complica e só saindo fora com passos rápidos. Fica dificil ver nelas uma concorrente trissexual evidente ou as outras das que me paqueram no silêncio descabido de uma lanchonete vazia.

     Resolvida comprei um terninho de moça executiva, gastei este cartão do meu crédito mais querido ( afe, como ando dura de grana, pôxa! ) e puxei a bolsa que venho carregando desde que saí do casarão, aguardando a notinha fiscal de praxe. Enxugo o suor do medo de pagar com nenhum crédito e aceito que na verdade tudo transcorreu tranquilo. Me deram a bolsa mais  cuticui da loja e agradeço à todos. Que loja das boas, cara! Vou voltar noutros dias...  

     Meu cabelo se revolta ao vento, deixo pra lá, e saio de volta pra caseinha pequenina onde o meu amor decolou faz tempo. Agora tenho por lá uns mil sonhos em quinze gatonas lesbis da minha vida! HIstórias que ainda amanhça irei contar com mais fervura. Todas me amam inciondicionalmente. Já nãp me falta horas pra o dia ser o passado de inhas andanças recordadas. O dia está nos conformes e estou tesuda ao chegar na porta de nosso mundo. Estou com vontade de dançar, correr, mijar sentada, tomar banho e me entregar com todo ardor a quem bater na portinha de meu quarto eternamente muito aberta, claro! E tenho de deixar a roupa toda suada do dia no tanque pra lavar e saber se alguém mais teria coragem, num favor legal, de lavar elas numa boa. Muito de mim não aceita isso e deixo o babado pra depois. Ai que canseira!

     Devo ter andado umas sete léguas mentirosas pela cidade. E doi os pés muito, me cansa a mente, pois o tempo que passa na real difere muito do que se escreveria comentando sobre. Estou até enjoada um tanto desses meus arroubos intelectuais de demanda enquanto "escrevinho" isso aqui. Hah!  O quão doido tem sido essas horas escoadas por mero andar....afe! Foram dias que viraram minutos ou horas que "vibravam" como uma semana? Nem sei!

     Tiro a camisetinha de apoio aos seios pequenos de meu ser. Não sequer utilizo sutian ( epa! )  e adoro é mesmo ficar de farol provocador no meio das pessoas. Ora se sou caprichosa e despudorada ao mesmo tempo! Não sou do tipo moderninha de usar collant demodê ou corset escravocrata por baixo da camisa mais cara. Sou livre, sempre free, combinadinha com incerto libertino "jeitim" de ser e tal, mas não dou braço a torcer tão fácil, né meu bem? De um jeito e de outro sou masculina nos meus hábitos pessoais "lesbiânicos". ( só risos... )

     Tempo que se gasta fútilk merece bem mais que uma semana de estudos e leituras pra compensar. Trabalho e nada comento sobre o mesmo, mas em casa sou assim, vestindo do melhor e amando com todo vaporizado ardor. Eu sou assim de jeito que dá pra ser. Falando e fazendo economia, por falarmos disso nas dificuldades frouxas, vou bem longe, talvez. Espero comprar sempre bonitezas com doçura, vantagem feminina de ser compliadinha, Nunca posso me negar as coisas boas enquanto a minha natureza for bissezualizada, por assim dizer... estou entre dois fogos sempre! E poucas sabem disso aqui...  

     Bom, não sou feita de ferro e nem lata de goiabada, mas tenho de manter as aparências em tudo. Andando, comprando, vivendo e trabalhando. E eu sei dividir-me em meu trabalho executivo ( que é outro lance que nada revelo por ora ) no escritório e a vida pessoal debutante com as meninas, de alegrias em que estou envolvida, dos mil outros desfechos de meu dia.

     Avancemos que amanhã o dia de hoje parecerá vir de ontem...! 

     E o RIo de Janeiro, de meus arfantes suspiros, não pára, seu menino!!

     ( ... )

 

             

           Ai minha santinha sapeca! Estou a GLÓRIA, de bolinhas...kkkk!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 18/09/2017 às 20h57
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16/09/2017 14h45
Constatações

    Vezes sem conta me deparo com gente feia. Feias de hábito, de moralidade falsa, anseios sem comoção, desejos infames e do tudo que tem de pior nas pessoas. Parecem feitas mesmo das frequentes emoções sem muito sal ou da desmotivação de só estarem vivas diante de nós.e querem o desconto. Uma quantidade dessa gente nas mais complicadas situações pessoais, como se pudessem ir mais longe nisso, sempre surge na esquina da vida. O que me dá desgosto menor é ver nelas um certo reflexo de mim mesma, mas quem sou eu pra discordar dessa verdade, mesmo que pareça não ser?  Ou não?

     Bom, eu somente me garanto contra isso como uma boa pessoa formada que sou, acostumada a tudo e sincera na maioria das vezes. Acostumada, por saber que já sou uma "macaca velha" de tanto saber o de conviver com essas variadas personalidades e sincera sim, porque ainda sou livre para ser a única entre tantas que me aborrecem. Na maioria das vezes mesmo tem as pessoas boas que só estão é muito mal orientadas, vivendo de uns modismos piegas, conformadas com a sua realidade pedante na vida. Cismam consigo mesmas pra que eu consinta escutar os seus dilemas ou algo disso. E aturar tem sido o meu karma e, de certa forma é bastante dantesca, uma espécie de Nêmesis perseguidora a cada encontro. De fato nem ligo muito que seja isso...

    Sim, a vida ensina a muitos. Estar resignada ao que fere ou machuca nunca as satisfazem, mas a vida real como um todo ensina muito, MUITO! Não basta estar pronta desde pequenina pra isso. Nunca se educa a mente em qualquer ensino sobre esse fato. Tem que se aprender por si, pois este mundo nem só de florzinhas e manchas côr-de-rosa amaciantes podemos contar pra aliviar o peso da consciência e do erro. Se "elas" vem até nós bate o desespero de ver as mesmas que nos machucará um dia. A multidão que me azucrina demais é parte do dilema mundano. Temos é que nos acostumar bastante em nos fazer emudecer na busca por respostas na vida, na arte, num trabalho que seja.

    Esse pessoal é o vizinho, é um amigo inconstante, é aquele vendedor que adora meus brilhantes e roupinhas, estw todo que me cerca cinza a cada dia andando na rua e nas compras. Haja fôlego e paciência, tenho de sobra...e nisso compreendo as coisas que me cercam sobremaneira, A realidade das pessoas nem sempre é o universo para meu desalento ou enfado confidente. O resto que pertence à "raia miúda" está "solenemente" imersa na ilusão do real sentido de tudo que tem, Me dizem tanta coisa feia, intrigante, bizarra e sem noção...

    É compreensível que parte de minha vida entre a multidão quase agradável se conforme assim, mesmo que me aborreça infindo. E sendo mulher tenho mil viirtudes entre a paciência de Jó e meu apadrinahmento materno instintivo. Claro que conviver com o mundo é complexa maturidade de ser ou deixar de ser. O que me comove é o tanto que se aprende com tais individuos. E temos pessoal que sequer tem tempo, amôr ao próximo e sequer de querer viver um instante muito pessoal pra pensar! Só vêem adiante de si um vasto presente imorredouro. Já vi muito esse filme a cada hora da semana ( sic )! Que gente!

    Feia mesmo é a situação de algumas em momentos frágeis dessa nossa realidade brasileira, imersa que está em crises intermináveis a cada geração. E quando percebemos essa discrepância realista surgem falsos valores ou os casos de falso calor emocional. Os que se deixam cegar eternamente sempre renegam uns possíveis "paraísos" no amanhã seguinte de um fururo próximo. Jamais tentam distrair -se com trabalho, evitar desenganos, nunca viver das falsas necessidades, evitar pereder a cabeça com problemas distasntes. Tal é a natureza de persomalidades que temos que conviver ou discutir.  Parecem somente ineficazes em enxergarem erros atuais irremovíveis de suas almas. Vezes sem conta tenho me empenhado de aceitar o que dizem, mesmo que com dedos cruzados nas costas, e isso me serve de lição  de qualquer forma.

    Eu me empenho com amor solidário, tolerancia zero e paciência infinitos. O que vier a mim precede como anedota mais que confirmação. E é muito triste informar que não dar pra ser jocosa esse tempo todo com essa humanidade maluca que me atrai conselhos. Vejo neles fragilidade do emocionalismo que rege a latinidade de nossos corpos ou almas inquietas. Ver com frieza o real sentido das coisas nem sempre garante-nos a lógica dos fatos crús. Feio de qualquer forma é a distorção do pensamento alheio, a busca por alguém que lhes force coragem de ser humanos. E os amigos que me aceitam entenderm o espírito da coisa verdadeira dessa vida cotidiana. E esperarei amar a todos com ornatos mais fortes e não as balelas emotivas decoradas com vergonha, Que me venham os fortes frágeis que me entendem do que meros destinos sem causa, os quais me acham por aí com dever de ser professoral! Nunca ensino como passar a vida. Eu nunca garatiria isso, mesmo que fosse uma imortal filósofa tupiniquim, mas a todos escuto com passividade, Se lhes direi que sou fraca encantarei meus inimigos, se acaso lhes dou opiniões parciais a todos serei menos incompreendida. Cada um aprende como quer.

    Já descanso com menos problema agora. De certa maneira é  disso que peço a cada sujeito dessa "turminha do acaso delito" - instantes de refletir este agora que o importuna, saber esperar, superar desafios, falar comigo o menos possível sobre o enfado em suas vidinhas. Uma gente que me acolhe quando o meu sentimento está lá fora! Assim talvez pareço achar que seja correto...e sozinha falar de si, como tento fazer longe da turba, já é outra história. 

     

 

     

 

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 16/09/2017 às 14h45
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12/09/2017 01h56
Sim, uns tempos dificeis!!!

      Concordo com Amelie, coisa francesa linda do meu coração...

 

Isso resume o dia de hoje, estou chateada com o tempo e as horas...

Ai, mãe, se você me visse com tanta companhia acabaria sozinha idem!

 

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 12/09/2017 às 01h56



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