Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
15/10/2018 23h50
Entender ou pretender

            Me lembro do quanto sofri e apanhei na vida. Do quão mesquinho tinha iniciado uma paixão e o casamento me parecia ilusão temporário. Mas nuncao cedi aos encantos da mediocridade urbana que me via forçada a admitir existir erradamente. O tanto que já fiz me traz recordações, pequenos traumas idos e grandes esperanças devidas. Entretanto não sou muito de lembrar bem dessas iniciações da vida quendo fui amadurecida pela mente e pelo corpo. Jamais me cedi a tentações frívolas, mas quando nova eu era muito travessa, levada, traquinas, berrando palavrões certeiros.- e fui uma valente CDF de maestria enquanto outras se enfurnavam nas antiquadas lições de quadro-negro sem comprovações. E minha preocupação era ser genial, alerta quanto aos avisos da paixonite lésbica a cada canto de muitos ginásiso em que estudei. Foram tempos memorávis para uma garotinha meiga, quieta e muito leitora de livros "fora-dos-padrões" escolares de sempre...estudava à beça!

           Na coragem de ser altruista em vasto amor, leviana em certos aspectos juvenis de meu tempo, incapaz de amar certos elelemntos masculinos que me irritavam, fui levada a ficar entre paus ( nada de sexual notem bem! ), cruzes e espadas na reealidade incomum das escolas que me lembro ter estudado. E com afinco fiz mais que ler e parender, indo longe em sonhos de toda mocinha, toda menina que se faz d enormal ou não diante dos fatos que machucam a nós, eternas estudantes das coisas que amamos. Pretendia ser mais que uma tôla mulher nessa caótica visão doméstica do mundo marital, casamental ou sexual...hah! e como se eu desse importânica a isso tudo vivia solene em minha "catedral" feia de moça letrada, culta, sabida, estudiosa e BEM lésbica. E o infortúnio de um casamento inerte, infame e impossível, sobrveio e se foi. E num belo dia desaapreceu de minhas esperanças o "TERNO" prazer de amar um sujeito que nunca fui com a cara dele! Me largaram numa sacristia e como resultado perdi a fé nas jkuras ou conjuras de um amor fronteiriço - qualquer que tenha sido  machista. Humpf! Esses homens sumiram e agora assumo que sou lésbica mesmo e ponto final. Adoro ser mulher, enfim, mas é muito gosotso gosfar de mulher idem...não preciso de escravizadores com ereção eterna...o que fracassou foi tentar gostar e falhei! Argh!

          Lembro bastante do quanto fui atormentada com mil pensamentos de amores corretos, outros que me amassem devidamente, o respeiito que viria com o tempo e o vento.  Perco momentos de recordações ao perceber que errava muito, penando muito, admitia erros demais. Com isso sempre a me dever ter aprendido com tantos desacertos ilógicos de vivência, sendo fato que sempore fui direta, coesa em cada canto de minha litewratura só minha. Apesar desse continuismo exarcebado de ser sempre a "diferente" de qualquer grupinho. nem semrpe fui certinha depois dos 15 aninhos mal receptivos de meu tempo. Deiscordo que eu tenha perdido tempo nisso tudo que me desemborcou pra esse lado de "medusa" e Abelha-Rainha que sou...admito que me diverte isso...humpf!

        E quantas vezes discuti essas efemérides de meus momentos escolares! Fui mesma uma tôla em jamais ceder a tantos pretendentes que nem sempre me agradavam mesmo, por isso nem sempre fui atenta aos olhares tarados dos rapazes. Quando tentei amar um deles, apaziguando meu lado mais terno deiante das mulheres de meu convívio, me senti traindo um tanto de mim ou de meus segredos íntimos. Traindo algo mais de mim ou de terceiros que amava. Semelhantes pensamentos me deixavam entre o pau ( por favor nada de conotação sexual nisso, hein? ) entre a cruz, a espada e os fogos sensuais impossíveis...kkkk Logo me vi entre dois mundos, mas o meu era mais imenso e intenso, lesbianismo ou nunca!!!! Gostar de mulher era o mesmo que gostar de si, espelhada em rostos bonitos e sexo sem delitos...assim sim...kkk

       Sou uma heroína poeta, defasada em coisas e avançada em outras. MAs jamais renego a minha matriarcada relação entre o meu "harém" criterioso e as outras que não coadunam comigo na vida lá fora. Temos uma comuhidade  a qual luteio pra existir em segredo em meu bairro confuso, no meu país absurdo que vivo ou sobrevivo. Tudo que mais amei está aqui, comigo, com as minhas 15 valentes contestadoras. E toda a vanguarda de meus pensamentos se faz dfeliz neste momento. E não renego o passado incompleto e as manhas de minhas antigas confabulaçoes, de meus antigos desejos, desses meus sonhos arriscados...e se sou uma desiludida estou bem menos carente do que antes...

     Claro que sou uma combatente genial, uma poetisa caridosa, generosa em parte. Vebnci umas etapas, concluir várias e faltam-me conclusões quando eu estiver velhota ou desmemoriada...hah! Não sou de me arrepender, mas ao longo de muuito tempo que nem sei, ao que me parece, as mágoas de outro tempo ainda insistem em emergir. Nãoque me queixe demais, porém sou muito atenta ao que fiz ou pago até bem demais as faltas que faço se não lutar por tudo que mantenho...que seja assim mesmo...

      Continuemos! Pois estou num rochedom bem vestida, com rompantes de heroína feliz, pronta a correr sem a saia atrapalhando o meu descaminho...kkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 15/10/2018 às 23h50
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
10/10/2018 20h32
Ui, fogosa!

       

Não sou um primor de belezuras, mas eu mantenho um corpito e as roupitas no seus devidos lugarzinhos. Mas tenho encantos ocultos nessas vestes lindas e este meu repertório nos armários é de gritante compaixão modista. Nem me arrependo de certas compras mas nas boutiques ( Mas ainda existe isso? E como tem! Segredo... ) me esforço mui em esbanjar o bom pelo melhor, sendo estiloso ou panaquice mesmo... não sou demais assim de modinhas e jamais me arrependo das compras, pode crer! Miau! Cada bolsa lindérrima na coleção Uau!

Linda, necessária e sapata como nunca! Oh my godess, tudo divino de algum jeito. Nem a barriguinha se prionuncia mais...eheheheh! De fato, como sempre ainda mantenho a aparência e o vigor constante, sendo sempre ávida por amor, virtudes ou palavras poéticas de minha lavra...ou isso ou a dependêndia de uma moda babaca que se avacalha nas ruas...tem cada uma que se veste mal, que Zeus me livre! Os deuses que se explodam de minha vestáuria, isso sim! Hah! Affeee!

E houve um dia em que eu queria ser homem, humpf!      nem morta!

Invejosos do mundo, sinto muito, mas veríssima somente eu! kkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 10/10/2018 às 20h32
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
07/10/2018 16h57
Fico devendo, mas vale

O belo ficando ausente, nunca visto, distante como se deve. mas que está longe de mudar erradamente, este é o patrimônio das causas qeue se fazem mister. O querer existir, sombreado por láureas entrelinhas faiscante, dentre as estrelinhas lindas - eis que a beleza não necessita de mortalidade pra se fazer tanto ausente quanto coerente. E na NAtureza que a tudo nos resolve determinar jamais esquece de florir na escuridão ou  no abismo. E você que olha somente a esses dois jamais se enxergará com olhos seus. Não se verá com tu és ali, mesmo que as espumas deste vasto oceano te acobertem da eternidade do retorno. Num viés de diversas escolhas louvadas nos veremos encantados pelo breu cintilante de esperanças. O escurecido véu que tecido se enobrece na vaga das mutações celestes. E o mais belo deveria se comungado com veraazes palavras celestinas ou poéticas, para que dêem o tom na nota fundamental que nunca se escuta além.

Misterioso plano que em fundamentos inócuos de ares e das ventanias loucas se faz sentir nas luzes cambiantes, nos tornados que fabricam o torvelinho, as divindades que assombram ocultas de npos a cada espaço que sintamos vazio e qu enunca está incompleto de individualidaes. Não nos caberá em outros mundos teimarmos com teorias, sombras fugidias de pensamentos que jamais abarcam o todo desconfiado. Em outros patamares BEM invisiveis para nós, incertas assembléias delirantes devem se fascinar com os encantos de cada mistério irreallizável em sonhos. Outros olhos, que não olhos famintos de incertezas, devem ver mais que o belo que em orquestras baila sozinho com a vontade não-caótica. Sistemas de muitos mundos mais perfeitos já se deixam hipnotizar pelo que no obscuro teatro negro dos céus pode entesourar a eles!

Não de ilusão devemos argumentar que inexiste o belo, neste engenho que nos parece não ser único no celeste reino enegrecido. Em mil termos sérios deveríamos nos ater que no tecido do espaço injusto, a vida só no brinda afazeres quando de orbes planetários nos toma poesia, se faz poema ou deve mais farturas a todos nós. Um cosmo de razões absolutas que se transmutam de vida, beleza sem frescuras, nos dando brindes volumosos de eternidades que se rodopiam, numa espera por abstrações que o parem na jornada, e o belo nem se questiona se de fato somos menos humanos pra contemplá-la! O justo em tudo isso que falseia a relaidade, no vconjura mistéiros menores, verdades física inexploradas, prosas devidas ao tempo que rejuvenesce suas inovações. De certo que na luz se distancia por comprimento um tecido assim tão radiante - o mesmo que em retalhos e franjas irradiadas.nos sej apoissível atianr a sua natureza mais química do que engendrada no ventre negro, nas auroras enegrecidas demais pela beleza, além do suspirar dessa trama quase íntima do cosmos em ação. 

E como eu pareço pequenina se este belo que tanto se afirma além de mim, dos outros e de outras coisas em pormenor. Num agrandeza estou em par com o coração, mas este queda-se pequeno mesmo diante do que reviso no telescópio de casa. E isto me dá ares revitsalizantes do ser, estando uníssona com a apoesuia que me toma esssas estrelas e as fazem cair ao colo noturno de minha visão. De tanto demandar poemas nunca me esqueço de subir mais alto nesse enlevo que me conspira à noite. E de amor se farta o meu colchão bem quisto. onde navego e postulo ensaios de musas sem rancor...e dizer que neste celeste abrilhantar devaneio meus castigos e fortunas, indo mesmo viajar na maionese como sempre direi...kkk

O belp perfila sua honestidade de evoluir, saindo de um útero oculto do negro ventre do espaço circundante - em bailados sem som, nem matizes imutáveis, em sons decaídos no insolente vácuo, tudo lhe faz transmutar-se belo demais!

Lhes devo a música, o tom, a prosa mais cara; entretanto uma poesia mais caridosa, convencida de si ao teimar das sílabas, E hoje nem estou disposta a oferecer tanto tesouro que em sombras me obrigam a dissuadir de dizer mais. ETal é a tetnativa neste momento de encarar uma beleza em outros mundos  como a melhor distração de um devaneio assim.


Publicado por Jurubiara Zeloso em 07/10/2018 às 16h57
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
04/10/2018 22h55
Procuras

      Devo me poupar. Ficar nervosa me deixa doida. E esquecer o quanto eu escrevo e o quanto este computador FDP me apaga as coisas! Perco o que acabei de escrever e fico puta nas calças com o ocorrido. Vou até escrever pouco menos agora pra evitar piores danos. E quantos textos que escrevi aqui me que foram apagados! Tem horas que eu perco uns textos incriveis por culpa desta máquina muito azeitada demais pro meu gosto! As vezes é o mouse que me sacaneia o tempo todo! Espero resolver isso noutros dias...e este texto aqui deveria ter sido outro mas foi apagado o anterior...uma grande merda que me acontece desde os dias emqu comecei a usar demais um computador para os meus registros pessoais...arre! Estou zangada agora! Puta que Pariu!!!!

      Que me desculpem os leitores contumazes destas páginas, mas devido ao fato em si fico na obrigação de escrever o menos possível. pois tenho a chance imbecil de perder pra máquina nervosa que tenho! Ufa! Me desabafo e com razão!

      Puxa, já perdi tanto tempo a escrever e de repente "puff" acabo no vazio e tudo que escrevi vai pro penico! Uma merda isso que acontece! Mas logo logo me  recomponho,ora bolas. Que me perdoem mesmo viu? Afe! Quando aconte fico nervosa pra caramba, pois o que escrevi ERA importante...

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/10/2018 às 22h55
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
01/10/2018 16h51
Calma que prossigo!

  Um tempinho, faz favoire! kkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/10/2018 às 16h51
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 2 de 73 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras