Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
20/05/2018 18h43
Pra ousar voar se necessário fosse

               

         "Não basta o alçar vôo em detrimento das asas infantis, mal nascidas, ainda imaturas no gerar o livre sonho interior.  Temos que ser e somos um entre muitos que perderam o labirinto ao planar rumo de um Sol inquieto e distante, mas o calor dele nos permitirá, um tanto perene, a cair pra aprender. E no sonhar de uma menina incomum sobreveio a tentariva de alar-se sem as asas corrompidas pela realidade. Ao vento expor-se com candura, inocência e mais acima vir-a-ser o que não quis nesta infância já antiga. O voar além,    acima das colinas ermas, aquém de si mesma na vontade infantil de a tudoi conhecer ou vivenciar. Cada alegria numa tristeza primordial e a cada novo início, a felicidade que mesmo sendo pouca seduz e se perde um dia. Esta que pretenciosa que sou um dia pegou a lancheira e só abriu os olhos para este eterno querer sem fim. A poesia fez a sua parte e todo este meu ser planou soberba ainda menina! Faltava demoradamente o motor e as asas..."


Publicado por Jurubiara Zeloso em 20/05/2018 às 18h43
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
17/05/2018 17h42
Estar e parecer estar

                Antes das coisas serem tôlas elas precisam estar nas ações e falas dos que fomentam tolices. O resto que nos aborrece por tolices maiores fica no limbo do esquecer eterno. Por mais que queiramos perdoar o tôlo enganador estamos sempre à mercê do que virá depois dele. Isso soará como Nemesis para uma ivda inteira de dissabores com essa gente. Diabos  me livrem, mas isso não passaria de um discrição do que pode nos tirar dessa...

                A tolice dos homens é um exemplo típico. Ela se avizinha muito da  razão entre eles, e o racional de alguns se degradam no machismo incipiente, MAs nem todo são assim tão díspares ou tolinhos. Aviso: nem todo mundo que vive comigo, sendo homem ou quase meio-a-meio, parece se ajeitar a esse padrão péssimo de comportar-se. A tolice de uns não prejulga a dos outros, mas em suma, todos eles cometem erros mesmo! Isso é da natureza de nós mesmos!

               Os homens tolinhos são raros, porém os tolos maiores são muitos. E os que sobram se aquietam na mesmice da História. Eu mesma só conheço alguns deles quye jamais serão tôlos, mnem em pensamento - apesar das dúvidas. Eles se aprimoram na tolice por encargo de macho recalque ou falível conduta; E a maioria deles é mergulahdo em tolice inúmeras, como o amôr por nós, mas se escondem até merecer o fato de existirem. Se são tôlos farão ameaças e t etirarão os pés do chão, te enganando até ser tardinha demais. Ah, mas desses eu escapo fácil! Não me deixo enrolar

               Uns matam, outros casam, fazem juras irritantes, entretanto a maioria das mulheres aprendem rápido - de relance, ora essa! -  mas não se deixam levar jamais. Algumas se perdem na maré de escolhas horríveis e casam com tolos maioores que elas mesmas! Isso mesmo pode acontecer com um ou outra d eminhas afilahdinhas de casa ( e tenho 15 que cquase foram pra essa realdiade espatarfúdia ). Hah, não somos tôlas de jeito algum!

               Por vezes caímos na esparrela comum de gente mal intencionada ou medíocre atpé demais. Em tôlos assim que nos cativam fica incompreensível como parte d enpos caímos nessa conjura emocionante. Eu nem seuqer sou tãooooooooooooooooooa emaceitar convites de amôr comum ou babaquices de macho impetuoso doido por amorzinho a cada dia do casamento. Argh! Eu prefiro ser uma lésbica incomum, do jeitinho que sou e modesta, do que olhar no passado e verificar que muitas atitudes minhas pra o bem me salvaram do lugar comun de uma mulher qualquer, Irc! Os homens permancem uns tôlos e isso é um fato inegável há tempos! hah! kkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 17/05/2018 às 17h42
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
13/05/2018 17h23
Alçar de vôo sem taxiar

            Se um segredo te surrupia a surpresa de encarar a vida, então parte de você s edeixa enganar pór ilusão talvez temporária. E tudo que houver entre você e o mistério de não saber lhe consome a tentação. E em parte isso acontece comigo às vezes.  Uma ilusão de amor oculta, velada, me intimou a ser platônico o amôr que revidei com ternuras tristes. E se isso se faz entre "casais" normaism - assim então tudo o mais desaba lamentavelmente. errei num amôr antigo e hoje pago com os mistérios de jamais saber para onde esvaziou essa paixão conflitante...

             Doravanrtfe meus esforços é o de converter tempo perdido em hábil tramóia de sedução educada. mas jamais amarei homens por isso! Misandria é só o começo, e este meu alarde para evitar os escolhos "esotéricos" de uma sedição machista que queira me destroçar o coração. Agora estou é bastante inexpugnável diante de todo esse gênero masculino insistente que bater na minha porta! De hoje e de onterm  e para sempre só amarei mulheres e os diferenciados tipos de amôr transgêneros. E sendo poetisa da pesada continuo a ser diferente, sofisticada e alheia aos modismos mais caros.

             Falhei no sentido de amar um alguém que se importasse, o que deveras nunca se encontra emuma única vida, mas o mundo feminino é vasto e toda esta minha ferida de outrora se expurga por mpérito só meu, através do amor por outra sigo o meu camionho...assim se faz e assim eu pago!

             Sou uma águia solitária mista com lôba sozinha e com feridas antigas, mas eu gosto d evoar na maionese dos sentiomentos. Faço de minha erguida aeronave pretenciosa a ave celestina que encobre os céus que se mantém cinzentos no horizonte. E meus amores de agora são minhas crias preferidas do coração eterno. Com asas protetoras e cardíacas sensações protejo minhas amadas com quinze determinações que alimentarão meu ego soerguido. Nas alturas oilhareio as presas de antes como ilusões do passado falido, desses hoemens com suas falcatruas emocionais quie tentaram usar contra mim! E eu coarei alto para regiões não frias mas esquentadas calorias de paixonite.

            Esterie enlouquecida por tanta confirmação de meus enlevos amorosos e tentativas renovadoras de só sobreviver a mente longe das masculinidades tristes? Nãi direi que sim e nem direi que não. O resto depende de demasiadas interpretações que não fazem NUNCA parte de minha "jurisdição" emocional atual...e não preciso de analistas ou psicanalistas metidos a doutor!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 13/05/2018 às 17h23
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
09/05/2018 16h54
Menina Asfalto!

 

        

          "A estrada que me convérm não foi escolha tão minha, mas arte e obra quiçá profana de meu destino. Bastou meu crescer e só olhar mais adiante, com fervores desta boa menina teimosa, e consciente das escolhas, do medo, dessas aventuras nem sempre santas de meu desejo feminil. O asfalto esmeril a ser conhecido, desbravado curioso, nas estradas vicinais mal tratadas, cansada; e todo este mundo à espera desta criadora de mitos, sabores, nas palavras convictas. Estou desde pequena, com essas roupas simples, em tais modestas madeixas, com um brilho virgem no olhar livre dos males ali presentes. Estive pequena, silenciosa, mas enfim é de orgulhosa fama de poetisaa menor, Uma irreconhecível predecessora de alguma coisa maior. O futuro nessa estrada de antes - agora suficientemente fraturada  nas memórias - está tão perto, me atiçando curiosidades...onde pisar sem cair noutra hora mais temerosa?"  

        SIM, pois tenho muito a oferecer ao usar esta imagem,. Ainda não foi dito tudo! Esperemos que farei das palavras o continente de uma garotinha!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 09/05/2018 às 16h54
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
06/05/2018 16h21
Consigo e comigo, outros rostos

"O ser humano é o único animal socializado e racional que odeia seu semelhante!                                                                                      ( ignorado autor )

 

   Pois é, vivemos em tempor interessantes, capciosos, infames, fora do contexto e com um ademocracia relativa que mais parece teimoisa benevolente. Tempo houve emque falar mutio e fazer bastante não eram suficientes. Ter liberdade nem sempre era proficiente ou necessário abster-se, momentos de arbitrariedade ue só confortava ilusóriamente. Recordo pouco mas foi numa década insípida ( anos 80, em seu começo se lembro bem... ) que aconteceu o leviano e bem suspeito, num estado autoritário e medíocre que assustava um tanto. A liberdade como direito - portanto uma conquista! - "reconquistada" após 1984 nos levou ao status de sociedade moderna afinal das contas. Porém esta nossa latinidade fajuta ou atraso mental de muitos ainda se impõe a olhos vistos atualmente, mas com uma direção oposta à aqueles tempos de arbítrio e mentiras folgadas. Democracia relativa de merda melhor do que nenhuma, decerto! Entretanto há falhas no acerto de ver as coisas como são hoje. Tem amioria que pede a volta do estado de mau direito ou arbitrariedade total, outros tanto que exigem mudanças com um aelo à leis duvidosas antes nunca relevantes. Tudo tá complicado agora, apesar dessas escolhas sem noção de nossa época que sde idz ilustrada ou livre...

   Houve época que temia pensar, divulgar, e compartilhar sonhos pequeninos. Imagine os grandes sonhos, os inalcansáveis que repousam sempre na ilusão? E tive razão num tempo que agora me esquece refutar ter existido. Foram épocas d evazio existencial de alguim modo, pois só nos últomos 20 anos pude reencetar os sonhos outrora embutidos na vergonha nacionalista de meu ego. E hoje penso BEM diferente e até compartilho meus anseios velados, lone fdos hoemsn que me fizeram mudar o tudo que me basta. Mas meus passos foram lentos devido à temeridade dos anos 90 desafiadores, exigindo de mim olhar as coisas ou os fatos existenciais com mais psicologia, ou menos comodismo, até com mais revolução nos meus atos femininos. Antes fui demasiada calada, ensimesmada, tolhida em meus direitos substanciais, encarando um vácuo de uns anos que se foram pra sempre. Ainda bem que sim! 

   Sendo macaca velha soube sempre evitar os escolhos, os abismos e tolices tpipicas de garota ou mulher modinha frívola. Sempre fui CDF e aprendi com façamjhas herdadas da mãe a como sobrevivermos assim entre caladinha ou só evoluindo sem dizer nada sobre mim mesma pra ninguém! Outros que se matassem num aépoca medíocre que se avizinhava, enquanto eu mesma ia fundo nos estudos, compreendendo a sabedoria ou era aceitando que o melhor estaria por vir no futuro que agora me atinge em cheio! Sendo assim, fui bem, obrigada! A violência de um tempo mascara os indecisos mas conforta os que sabem silenciar. sem se importar com o momento escuro insolente...

   Espero é não ver aqueles tempos voltarem com espreguiçamento e falhas por parte desta "democracia relativa" tupiniquim de encher os olhos. Ainda sou uma mulher de direitos, pensamentos, vontades e muito empenho. além de lindinha, fofinha, dançarina, em suma, a folgazona que sou! Ainda tenho uns sonhos guardados daquela outra era, mas isso está garantido a ser rexposto em meus textos que falam por mim...ora pois!

   kkkkkk! Sigamos em frente...amores préteritos e amores confusos...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 06/05/2018 às 16h21
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 11 de 73 « 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 » [«anterior] [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras