Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE SETEMBRO
   
        RAINHA ELIZABETH II ( Queen of the England )
                      
                           

                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
09/04/2018 11h28
Encargos, delicias, tudo assim

  Uma vez pegaram meu gato de stimação e fizeram festas nele adoidado. Nesse dia tinha trocado de armação de óculos e minhas amigas pegaram o coitado ebrincaram até se encherem da meiguice do bichano. Coitado do gatinho! Levou tanta apalpadelas quei ficou com os pelos parecendo trapinhos, kkkk!

  Foi um momento que me marcou, desde que acordei naquele dia, pois tive o encargo de cuidar de bichos em casa, afora os domésticos que tínhamso. Era um tal de papagaios, cães e rouxinóis que não estavam no gibi! E eram só hamsters, gatos velhos, até cães amestrados. Depois fui, à tarde, levada pra passear e ir para um certo depósito de animais aqui do Rio ( a Suipa ) e fiquei nervosa com isso, Mas me deram  a incumbência notória de ser cuidadora de animais da vez. Foi uma espécie de honra pra visitas Só que por um tempinho, claro. Minha mãe tinham me levaddo pra lá pra aprender cuidar de bichos, ser responsável, etc...

  Sim, foi delicioso o passeio, porque tomei sorvete, lanchei num desses bar-restaurantes de lá perto, arrumei a saia que sujei no depósito, depois fomos pra casa de táxi! Uma época maravilhosa pra se aprender sobre a vida, sobre mamãe atarefada em mem cuidar ou outras coisas que fiz, com as amiguinhas na casa delas quando as visitei nomesmo dia. Tive vários ensights de menina que sabe ser CDF e prafrentex naqueles tempos. Já prenunciava-se a minha propensão para o lesbianismo, meio inocente À principio. Eu amava as minhas amigunhas com todo coração! De verdade as beijava na boca sem malícia e elas me apalpavam o bumbum...bons tempos de alegria, renovação e muitos desejos! Aprendi a beijar na boca com muitas que hoje nem sei pra onde foram parar..e eu tinha uns dez aninhos incompletos!

  Desde bem mocinha fui sabida, crescendo no meio do amor da mamãe e da quase desatenção do pai que trabalhava sem parar. Só teve férias ao querer aposentar-se. Fui feliz em grande parte dessa infância meiga, alienada até. Na minha vida tive d etudo mas faltava amor de alguém pra completar. Nem eu sabia ainda se seri um homem ou uma mulher que viriam a ter comigo, a me fazer mais feliz ou casadinha, pois  chegava a hora de decidir-se isso quando mocinha em crescimento. E passou rápido esse estado de coisas, chegando já aos 18 e esquecendo as antigas ideações sobre responsabilidades, com os cuidados de animais e bebês dos vizinhos.Adorava os bebezinhos que minha mãe atpé cuidadava em favor de suas amigas trabalhadeiras o tempo integral. E foi dificil aceitar que estava virando moça, mulher em fase crescida, cheia de esperanças e com meus peitinhos bem pronunciados. Ui! kkkk

  A delíca da infância eram brinquedos, sorvete, chocolate, TV à cores ( um luxo naqueles dias! ) e minhas bonecas d efeltro ou plástico, E ainda tenho elas aqui comigo, todas cuidadinhas e amadas até por minhas companheiras. e são 16 pra tomar conta! Uau! Eu não sonhava em guardar as bonecas que tive para ver elas serem paparicadas por outras moçoilas de meu porte...! Ah ah ah...demais ter sido filha com tantos mimos que quase me fizeram mal...

  Lembrar é se cuidar. Ter é o que permaneceu. Assim foi o que sobrou de minha mocidade mais tenra. E tinha d eser CDF, neutra em mil assuntos de homens, a mais querida que usava roupitas as mais doces e delicadas. Eu era é uma feia rosinha sem espinhos - ah, das espinhas eu escapei ilesa! - a cudar dos estudos, asseio pessoal, a crescer os seios delicadinhos, fugir dos taradinhos da escola e obedecer aos ditames alienantes do ensino de então. Porém tive experiências emocionais e sexuais em demasia, só pra a prender e saber como se faz isso ou aquilo, sei lá...e nunca transei com os rapazes, só na cuia experimentando um e outro eventual sexo oral neles e negando sexo normal como se deve. Nunca vi nada de errado nesse fato promíscuo, pois fiz muitos carinhas felizes - só os feinhos e maltratados - com essa "boquinha" santa...hoje nem quero pensar mais nisso, eca! Ah, mas gostava do ato libidionoso por prazer; por ser ainda uma mulher dengosa e bem altruísta em formação, e era algo mais a ser até brilhado, apurado...e meus gostos lésbicos se acentuaram depois de formada e tal, mas é outra história...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 09/04/2018 às 11h28
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05/04/2018 02h44
Perguntinhas de ainda moça, por ora claro...

         Quem se ama é egoísta, mesmo que não demonstre isso ou temos outros pontos de vista pra tal realidade?

         Se acaso vc ama alguém realmente se importa com os outros ou prefere o individualismo que se apega a outro e esquece os que merecia?

         Por acaso vive em dois mundos: real dentro de casa, com a vida em cima, resolvida sexualmente ou encucada com sofrimento que te impõe a realdiade que a oprime - se isso realmente acontece com você? 

         Tens amor ao próximo e parece ignorar os apelos de alguém que mereceria atenção, mesmo que fosse feio o relacionamento e o feio sem dinheiro?            

         Fica sabendo dos temores e dissabores dos outros e nunca, NUNCA, se importa com eles, vivendo a ilusão de se isolar num castelo de marfim e gostar disso?

         Ser feliz é enganação por dinheiro, viver de aparências e tentar ter seus direitos que nunca são seus, apesar de saber que direito se conquista e não é um mero achismo?

         Compreende a realidade mestiça com mentiras ou prefere uma brancura falsa com meias verdades? Sendo o real tão sem moda, arredio e fora de seu controle, saberia agir na hora de distinguir a realidade da desilusão?

         Esconde-se dos outros que te amou no passado, retirando tudo que se memoriza ( do que é dificil de esquecer da soma de lembranças perdidas ) e desiste de reviver o grande amor que se esvaiu com dôr?

         Mágoas do coração que te ferem, a prejudicam e nunca vão embora são passíveis um dia de serem menos remexidas?

        

         Estas são perguntas pra hoje mas parece que vieram de longe ou muito longe. A cada dia em que revivo essas perguntas acabo tendo outra mil pra mendigar "suaves" respostas que são sempre pela metade de qualquer jeito! Coisas do ser humano que castiga, recompensa e maltrata ( quando muito fere e "destrói"! ) apesar do tanto que se aprende numa vida...não é umpreço justo a pagar mas é fardo sem as "faturas" não cobradas que se tornam amarguras ou mágoas. Disso eu sei o bastante..e tenho tantas perguntas!

        No entanto tenho as respostas e nem todas são acessíveis.  


Publicado por Jurubiara Zeloso em 05/04/2018 às 02h44
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03/04/2018 19h28
Falta que faz, mas nem tanto!

           Falta alguém pra essa equação: amiga + confiança + fidelidade. Uma parte pra concluir um coração frio, que ainda é o meio caminho de encontrar a pessoa certa. Não que eu reclame disso, longe de mim tal desfeita.  Estou é bem cercada de amores, conceitos, livros ou deveres trabalhistas. O que acho fútil é a falta incompleta de encontrar gente a mais que combinasse com essa aceitação, na procura certa. Eu tenho muita procura  e de pouco me faltaria se resolvesse isso.

           Comigo sempre me faltou mesmo é um certo companheiro, confiável,e  entretanto nunca acharia mesmo hoje em dia. Antes, quando mocinha afável, talvez sim. e uns caras me aborreciam, por só andarerm pensando em sexo enjoado e só cair fora. cpisas assim, humpf! Homens amigos é fácil de achar, desde que não tenham interesse obscuro ôco e velado por minha sexualidade agora controlada. Desconfiar é parte da soma, mas nunca de uma equação correta, mesmo inventada E vejo com a matemática mesmo esse argumento inicial por amizades masculinas corretas, na ùnica opção de reles pensar por probabilidades de achar, mas não me arrependo de escolher a dedo os meus amigos externos. Isso nunca deve é afetar a minha feminildade, a qual mudou muito pela necessidade de sair fora da bissexualidade de antes. Neste momento eu prefiro mulheres, amores femininos e toques suaves de carícias que só nós podemos oferecer entre nós mesmas. O problema é sair disso encarando as aimzades desses amigos bem homens, apesar de mostrarem que nada os afeta quanto a mim. Lêdo engano, talvez...ou fica complexo explicar assim... 

         Não nego jamais que sou bastante misândrica, desapegada de instintos de maternidade em conluio com parceiros tôlos. E longe de mim esse querer "assédio" de tal natureza, servidão doméstica ou coisa similar. Não sirvo pra casar naturalmente sem expiar as minhas amarguras quanto ao casamento. Nunca tive a tendência artificial - essa de mulher inocente útil que não cola ou  esse agasalhar-se aos apelos masculinos protetores - de querer ser a dona de casa, com filhos malcriados alheios, viver duma ilusão e assim por diante...que me livrem dessa agonia! 

        Esse é meu ponto de vista, mas de resto nem achei ainda alguma pessoa que coubesse aos meus amplos sentimentos, fosse ou não ilusórios, e que entedesse este meu mundo peculiar. Sou uma lésbica por pura opção pessoal e gosto de ser assim, infelizmente para muitos perplexos com uessa atitude anti-mulher, como en todas as outras diferentes que sofrem assim. Não sou fácil de certa maneira, e os homens me detestariam por ser eu a mandona do pedaço, a fortaleza frágil com a força de dez mil argumentos que sou ou tenho demais sobrando. 

       Sempre me faltou essa procura certa nos lugares certos, apesar de tais e tais lugares especificos serem obtuos, distantes, falhos, cansativos enfim. Tudo que sei veio a mim de modo incomum, sendo CDF e lésbica total, e devo nada a nenhum do sexo oposto pra falar a verdade. De certo modo eu sei, sou uma solitária feminista misândrica/poetisa, uma mulher sem esperança de redimir a falta de um casório, sem precisar é de másculos insistentes entre as pernas, os mesmos que temerei existirem por perto. Dos homens eu só quero reclamar, todavia, apenas do seu entusiasmo, pela má ereção e essa volição inata por uma conquista sexual evidente. Tenho horror a esse pensamento, apesar de tudo! Caras assim tem um monte que abomino!

       De minha párte não me falta companhioras, amigas e tesudas amantes. E entretanto eu estsaria aberta a uma amizade compromissada com seriedade, hoenstidade, ombridade, assexualixada com os raros homens sérios. Bem, copmo não os encontro pra amenos bate-papos verdeiros, fica dificil cada uma de minhas buscas por gente desse calibre. Fico a fazer asas de pomba sem a outra mão pra conduzir a parte da asa que falta - dito como uma metáfora só minha.. Só ficará claro que JAMAIS desejaria união dualista com tais homens comuns dd qualquer lugar. Se outrora tivesse achado o lhomem certo, com essa dignidade esperada, teria mudado de opinião. Continuaria a ser o que sou, mas indiferentemente de estar solitária de algum modo ( apesar de muitas amiozades pretéritas atuais que perderia, coisa e tal... )! De fato sou um ser sozinho em parte do mundo, mesmo cercada de esperanças...

      Espero que não me entendam mal. Apenas estou desabafando de algum modo ou sentido. Procuro uma amizade pura, isso é tudo, na verdade o tudo que realmente me importaria neste exato momento. E homens que procuro terão de ser hoensto o bastante pra não me desejar impunemente, ignorando a minha afetação, o tanto de mim que se mantém pacífica.

      Se acaso preencher a falta estarei digna de nunca me relacionar plena de defeitos encontrando defeitos em terceiros. Esse é o meu dilema do ouriço não muito preferido...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 03/04/2018 às 19h28
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30/03/2018 21h49
Receba e não espere amôr

         A ação dos homens não significa que atos bons sejam acompanhados de belos aplausos ou lágrimas vertidas sem sentido. Cada passo que  nos dão parecem efeitos de má vontade, dejetos de moralidade ou periculosidade dessas tentativas de sermos mais humanos do que merecemos. e eu percorro o mundo afora com esse pensamento de evitar que o amor oferecido a cada um que nos torne insignificantes como seres pensantes. O que certos homens fazem pelo mal, ou agem conforme isso nunca dignificam o valor de homens isolados tão bons quanto honestos. Mas jamais conheci um que hornasse mais a verdade dentro de si sem se arrogar de mentir preconcebido pra agradar a outros. Apenas um por cento desses que conheci, com a razão ajuizada, se tornam raros nesses tempos bicudos de agora. São demais valorosos e bem valiosos, as raridades em cuimplicidades que devotam vidas ao certo ao oposto do errado ou vice-versa. Foram sempre uns aprendizes da vida a cada esquiva dos erros, desencontros, mentiras que coabitam em nós. O mundo tem desses apenas sua memória eme suas tumbas ingratas como pais sofridos ou "santos" vivos sacrificados pela realidade que machuca sempre! Desses até eu encontro poucos! Se tentarmos amôr pra apaziguar em nada dará de bom! 

      Eu tenho de me alongar como se o curso das coisas que me cercam não mais parassem de progredir para lados incertos. E meio mundo que conheço tem dessas coisas chatas reais imexíveis, destruidoras de individualidades. E nem sempre eu sou correta nesse afirmar, mas conheço bem os homens, suas tolices, seus poemas alquebrados de viver. Os seres humanos que somos nunca estamos acostumados com terceiros que deformam pelo bem as suas certezas, que tanto padecem de eternidades. Ser poeta neste exato momento nos impele ao encontro infame com esses homens infames, suas façanhas ôcas e mitos ideológicos sem fim. Nada se cria sem se afiançar pelo desprezo ao correto, ao devido, a tantos modos de encarar a vida de todos. Muitos não se importam em serem cretinos em seus atos estóicos sem graça. Outros nos ameaçam com ideologias, dogmas, falências da alma, nunca enxergando a beçleza próxima. Os significados e os signos se perpetuam mas o eterno que se conforma na beleza, nos confrontos da natureza, do pacifismo de poemas feitos por entreter.  Com tais fracotes como eles muitos se deixam domar em velhacarias  e em seus atos de boa "vontade" falsos  se perpetuando na mesmice sem término, assim em nada elevando os costunes do bom viver.

     Sair pelo mundo e descobrir pasmos esses delitos de mau caráter assustam poetas incultos, sábios dementes, as realidades sem muita noção ou o nada espreitando no abismo. Assustam os incautos de inocente predileção, e metem agulhas sem sentimento na pele dos desentendidos do mundo. Temer os atos feitos com soberba calhorda, mentiras capitais é o primeiro passo dos santos, mas confesso que nunca serei santa pro isso. Mas eu temo os vestigios do que sobram da má vontade atingida por eles.  Sou temeros a ebem cautelosa pra falar a verdade, mesmo andando com solene sorriso feminino por nada.

     Tem hora que ser mulehr diante desses fatos e desse tipo de gente que se dizem homens verdadeiros é perambular aonde a escuridão reverte as luzes. E parece complicado esse tamanho jogo de ilusões e ações sem méritos...

     Se dermos a paixão oferecem essa mesma face dos sentimentos ôcos. Contudo ao dar-se o destino num tom amoroso de cuidar das afeições, só nos acabamos sozinhos ou frustados sem espera. Esqueça de ser amada e este mundo que eles constroem desmorona, quão insipido seja, em prol da certeza dos conflitos surdos! Tendo em vista tamanho desacerto entre atos bons e os atos falseados nujnca podemos oferecer  um amôr que se precise. De fato as mulheres sempre estarão sozinhas se acaso a sorte de viver amada se canse no primeiro dia...isso tudo acima assuntado é o que penso por ora na vida!

     


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/03/2018 às 21h49
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25/03/2018 18h19
Notícias de ontem - II

           Se atraso minha vida atraso a minha ida aqui na Recanto. E tem horas que fico nervosa de querer sempre falar algo de mim ou das coisas que me cercam. Tem momentos que não dá inteiramente. MAs ainda falta-me tempo pra muita coisa a ser feita por aqui. Se bemque ando esquecendo fatos ou de anotar mais adendos aos meus texots. E é um tal de ler e-mails e livros que me deixam tontnha da silva! Afe, como é dificil ser mulher moderninha antenada demais..

           Hoje coloco em dia minhas idóeias d ecomo ensinar a ler ocasional e enfaticamente a ler sobre tudo nos livros. E tem muiotas maneiras liberais de agir como quisermos, mas temos que ter um parÂmetro ou um esquema pra proceder bem nas páginas de qualquer livro. Se bem que antes eu tentei ir bem mais longe colocando ordem nas leituras ou na procura por conhecimento sem uma ordem planejada. Isso não funciona. Melhor ter seu próprio padrão de ler até condeguir manter uma harmonia a cada página quer ler. Ao menos pensava assim. O que vale mesmo é a instrução, a diversão ou o aprendizado literário dia a dia. E eu tentei impor a ordem inata de se escolher o que deve-se ler a contento. Isso depende de quem lê de cero jeito. Entretanto fui muito superficial ao dispor quais série de livros se lê em devida conta do saber de quem  lê muito. Tambem me enganei a respeito.

        Claro que se começa a ler depois de um árduo caminho de estudar e saber a çlingua que temos. Basta-nos as trraduções ( algumas errôneas e outras tatibate tão arrojadas neste país de leitors minguados... ) e as versões de inpuemrois tradutores pra se te o prazer de entender e conheecer determinados autores bons. Na maioria vale a pena arriscar só conhecer, mesmo que sejam até pedantes, arrivistas, perdidos ou inconclusivos em suas obras. E eu tenho por pauta estabelecer regras, o que está errado desde que falei com meus leitores - e aonde estarão? - como ler tudo que chega às mãos. Isso erra por ser uma premissa minha e não a vontade do querer ou não do leitor entusiasta. Leitura sendo livre é ótimio, contudo precisa de regrinhas insulares ou raras, como leitores há muito percebem desde o inicio. Página a página temos de ter amor ao que se está espraiando à nossa frente diante dos olhos. O que se aprrender nisso é só um capricho pra a memória ficar alerta e a mente absorta com cuidado. Mas tem mais nessa ocasião do que podemos supor...

       O hábito de leitura não pode ser um hábito deletério, vulgar ou aleatório, e muitos se enganam aí. Tem de se tornar um hábito pra ser prazer sempre, algo mais talvez, porém essencial pra gostar de ler eternamente. Não pode ser um hábito pois eu detestaria empregar esta palavra pra algo que é sublime quando fazemos. Ler é uma importante ferramenta de compreensão, nos oferece a civilidade do  humano quando cria obras pra tal afinidade. Enfim, de fato, parece hábito ou mania de desocupados pra alguns, um ato solitário desses antipáticos "isolacionistas" de si mesmos. Quase em parte isso é a verdade, mas algo enganador para quem sabe do que estou REALMENTE falando. Não considero jamais um vício somente ler por ler, obviamente o que parece ser. Para alguns fica o mistério da leitura prazeirosa porparte do leitor consciente ou de conhecimento simplesmente por tentar saber das coisas. Nesse ponto um dicionãrio, uma enciclopédia em livros, uma reles tabuada zelosa são tão importantes quanto o corolário maior de todos que ousam ler mais do que nunca: o livro de Autor, dos clássicos e tanto, ou algo parecido. Leituras válidas são aquelas que nos fazem pensar, meditar, concluir e correlacionar com/na vida. Assim deve ser primariamente falando..saber ler é fundamental nesses casos! Leia e aprenda! - mote preferido de um a cada 20!

      E temos que preencher o vazio de nossa existência com realidades que nos comovem ou fazem pensar bem. E eu não didir a"vazio existencial" mas um abismo que se não comportar direito nos faz naufragar na mesmice de um mau leitor. Ler fundamenta principios, formam doutores, capricha as formosas e melhores mentalidades, dá enlevo ao sentoidpo da vida, aprende-s emais doq ue se enriquece. E na verdade uma riqueza de leitor é o manancial de sue saber que cresce tanto quanto valoriza. Aprende-s e dentro de si e aprende-se consigo mesmo, se der a entender o tudo que realmente importa numa leitura complexa ou não d ese fazer. Ler é instrução elevado ao patamar do saber comungado nas certezas ou  não do mundo. Um autor nos exige isso, que participemos, vivamos e oremos com ele em seu evangelho útil de escritor qualquer. Nem sempre temos bons autores e maus leitores, e vive e versa! Cada caro no instante lido são somente uns casos absorvidos, se é que me entendem. Estou de fato variando um pouco essa atitude benquista de quem lê com convicções.  Eu diria mais nesse caso...

      Portanto devemos ler sem espírito crítrico até a hora de fecharmos um livro deveras lido e encarar a capa dos fundos de uma edição. Após ler o todo que se apresenta crível ou não em uma leitura devemos muito avaliar o tanto aprendido pra partir a outra leitura. Ler enseja o caminho pra outros livros, outras maravilhas, outras aventuras, mesmo que escapistas. E temos a tend~encia de spó isolar a leitura, mas de fatop a leitura é muitas facetas, tem muitas trilhas, muitas pontas soltas e assim por diante. E temos a leitura contumaz, a mesma que nos impele a seguir adiante sempre e sempre! Vale a pena estudar esse assunto em qualquer aspecto que se apresente. Ler é um bálsamo pra quem sabe o que entende, após lido e relido se assim quiser.

      Só o fato d eindicar um livro da estirpe de um Camões ou Cervantes pode dar apropriadas ferramentas ( ou um laboratório pessoal de fato! ) a quem se acostuma a ir longe no conhecer a si e a terceiros. Assim pois irá longe nas escolhas prediletas de sua amabilidade leitora. Se Cervantes então escolho a aprimorar mais ainda o gosto por isso com leituras mais fecundas, tanto atualizadas ou anteriormente incidentais. De Cervantes a Unamuno, Borges ou Freud. Isso se quiser ir mais além, com livre escolha claro, como sempre deve de ser. Se livrar de arregiemnto forçado de uma leitura não prazeirosa nunca oferecerá o melhor conhecimento em qualquier coisa admitida. Ler é este tal fundamento em toda a minha vida doméstica de leitora assídua, mas não sendo compeltamente uma atividade única nesta vida atribulada.

      Se pudesse fazer listas indicaria, com certeza, anteriores processos de como chegar á mais "alturas" que indiquei,. Livros que expus em uma lista incompleta, é verdade, mas daria um bom começo a quem inicia a jornada. BEm no começo adiantei essa realdiade, mas deixo livre a escolha de que livro deve ser lido, mesmo que impróprio para certos momentos ociosos de crescimento interior. E eu não diria "ociosidade" uma reação legitima de se pegar um livro, se sentear, esquecer da vida ou ir longe na imaginação sem freios. 

      Ainda devo mais potas soltas a serem melhroadas nessa atividade lúdica que me dá mais saber do que cem anos sem leitura nenhuma! O prazer seria só um mero detalhe da mente caprichosa de um leitor comum. E tenho dito!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 25/03/2018 às 18h19
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