Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE OUTUBRO
   
                John Lennon ( ex-Beatle )
                                                 
                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
22/09/2018 00h47
Uma menina ilustre

       Não, não era tão ilustre, mas muito ilustrada e sabida. Com direito a pencas e pencas de livros infantis e outros quase complicados pra ler. Tudo a disposição de uma menina BEM disposta  a saber do mundo, conhecer as maravilhas, países de incontáveis enredos ou amores distantes de princesas inexistentes. E era boba essa menina, ao acreditar e ter uma inocência imensa. Nem que eu pudesse eu poderia mudar a sua presteza em ser "eu" um dia - neste agora que somente faz recordar o continente que era essa inocência distante. E que foi solapada com o tempo, mas isso é outra história, viu?

       A ilustrada por enciclopédias que assustavam pelo tamanho, regularidade e tantos assuntos! Era eu essa menina por um tempo inocente perdido mesmo. A que lia deitada de bruços nos livros que amei ( que amava por este tempo, porém ficaram vintage nas décadas seguintes ) e tantas enciclopédias demais pra ler. O meu momento não exigia complicação como a Internet ( um sonho vago de uma revista cientifica, lida ainda em alguma década nebulosa...

       Tive acesso, não vou negar, a tudo de bom pra se ler. De mil revistas em quadrinhos de todo tipo e genêro até a livros mais genenrosos d eaventuras princepescas ou sobre reinos ineficazes de aceitarem a realidade que eu ainda n em conhecia portanto. Desde que comecei a ler aos 6 ou 7 anos, começando com reles palavras cruzadas simples ( que saudade da Picolé, cruzadinhas as mais simplórias, sem besteiras além do mais); de fato, acho que comecei bem ainda bebê com revistinhas que não lia mas rasgava e mui depois. mais tarde, assim quietinha ficava no quarto a ler e reler de tudo!!! E mesmo eu não entendendo o bastante eu percebi a fantasia, o riso e a aventura que estava ali nas páginas. Sei que eram poucas minhas referências, mas o aprendizado longo e coerente nas escolas iniciais me deu certezas e cimentou tudo mais.

      Parece que  não tive infÂncia, mas minha mãe tinha certeza de que foi a mais encantada ou impudica infância d emenina, poucas tem essa chance de ter tanto sem necessidade de carências maiores.  Certa dosso eu creio de que fui bem menina, tive bnbrinquedosm, bonecas, carrinhos e até coisas d emenino - o resto era escondido do mundo. Fui de certos modos bem mimada e isso foi bom sim, mesmo que estragasse alguns mimos mais antigos. Sei agora que ser mimada mdemais nos reduz à realidade, ficamos alheios ou até somos tornados "sonêmbulos" da fantasia. Mas não foi assim, nunca e nem tanto foi alienante em toda parte final da minha infância - tive oportunidades por causa de ter nascido em classe média bem mediana por assim deizer. E sempre soube das meninas qque nunca tinham muito, mas como eram amigas brincávamos longe da realidade adulta e isso tambem foi ótimo! E claro, tive amigas fiéis e uns amiguinhos...como se tudo parecesse sonho agora...

      De certo modo ficava isolada várias vezes, sem brincar, a ficar inquieta com os meninos que conhecia, suas posses e interesses. Eu ficava doida pra ter um carrinho ou soldadinho de plástico. Até usei cuequinhas que roubava dos meninos na esolinha priomária...hihihihihihi...mas minha mãe me proibiu essas "frescuras" esqusitas. Eu tinha um anoção vaga do que deveri agostar depois de menininha. Talvez eu teria uma chandce de mudar de lado, mas eu desconhecia e MUITO qualquer relato sobre gêneros operados ou mudanças de sexo sem vantagens. Se pudesse eu teri aoptado em ser menino mesmo que nem tivesse pintinho pra poder urinar em pé! kkkkkkkkk E que coisa feia, hein, Jujurubi! Normal que eu tivesse tido medo dos meninos, daquele negócio que urinava e era feio...ui! Deuses meus!

     Só a afeição de meus pais importava mais que tudo. E quando esta minha restante inocência se foi em várias causas ainda não ditas aqui,  fiquei sendo a CDf da vez, bem sabichona e usava vestidos mal caídos e as calças de feltro feitas pela vovó, mãe de minha mãe...foi diferente mesmo entrar na puberdade ainda com cabeça de menina-moça, e isso tambem é outra história. COntudo basta saber que sempre me guiei pelo mundo das brincadeiras, dos livros, das revistinhas, das MUITAS prendas que tinha de aprender: costurar, fazer comida, saber fazer continhas...tudo devido à mãe nas horas de companheiras que fomos. Na verdade o único amor conhecido por esta menina era da mãe, das tias e do pai distante...nem outra pessoa à vista me encantaria mais...nem visitas sequer me atraiam pra mundos novos!

    Sempre nos jardins e varandas ficava quietinha lendo, ouvindo LPs de rock suave, com amiguinhas me beijando e flertando inocentemente. Aprendia e só aprendia: os segredos, os tesouros, as palavras e juras - cada coisa a seu tempo em muitas horas de festejo infantil qualquer. E aprendia que somente amor de mãe é diferente por pertencer a outro universo só nosso. O ùnico erro foi ter deixado de ver a vida ou a realidade distante sem aviso, sem terem me aberto os olhos e tal. Da infÇAncia contida ao multiverso além das escolas ou de casa...nada disso passava certamaente em meu paraíso infante. De resto nada tenho a reclamar, senão o fato pretérito de ter errado num casamento e acreditado nos homens, isso sendo outra de minhas histórias na vida! E passei por tantos maus bocados até ser o que sou hoje...

     "Aquela menina viu as coisas em cima de um muro ou dentro dele, porém nunca houve uma precipitada queda desse muro acolhedor.., assim essa boa menina ainda continua nas suas andanças pelo mundo do livresco e do amor por outras mulheres..."

     Afe!!! Voe abelha-rainha, voe!

 

                                        


Publicado por Jurubiara Zeloso em 22/09/2018 às 00h47
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