Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

  PATRONO DO MÊS DE NOVEMBRO
   
                           Madre Tereza de Calcutá
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
29/08/2018 21h44
Eu desci e não caio

           Parada dura ser diferente entre tantos desiguais por este mundinho doido!

           Enfrentar a ventania sem escolha de amuradas, tudo a defender sempre!

           Apaziguar os temerosos que não fazem parte da trupe feminina valiosa!

            De certo modo é assim esta realidade louca, este tão nosso Brazyl sem responsabilidades transnacionais invenciveis, a cultura esfriada na esquina dos bares, dos barões da mídia e toda essa festa de mediocridades políticas. Nada disso me importa se estou em conluio com minhas correligionárias da vida! E eu estou certa em agir pensando, sempre avaliando, contendo os palavrões. E o todo se torna uma realidade fácil de reclamar. Pois sim...e tenho muito mais palavrinhas a dizer...

            Prefiro minha ansiedade acalmada em pernas quentes, almofadas lindas e beijos calientes, sedutores, de uma mulher - qualquer uma de minha turminha. O que convém é esquecermos dentro deste casarão este mundo externo agora mais complicado do que nunca. Só me queixando de poucos entenderem os nossos conceitos matriarcais infecundos ainda. Mas darão os frutos um dia. Peninha que tenho rarissimos leitores que me escrevem algo salutar, grande ou correto. Isso me incomoda pelo fato de querer que meus leitores nos dessem mais atenção pormenorizada, mesmo que seja pequena a colaboração e tal. Entretanto estou é no vazio, pois já fazem anos que peço a manifestação de meus leitores mais calados e sequer me dão certeza de suas atenções para conosco como um todo. Continuo a crer que estejam soturnos, inquietos ainda e temerosos de nos fazer comunicar dentre eles. E devo só entender isso aí como "ossos do ofício" de ser somente uma poeta menor, eu acho. Bem, ao menos sou poetisa, querida e bem desejada, isso sim..

           Eu páro e deixo descer, saio de fininho se quiserem. Não largo o ensejo de escrever mais e com mais prodigalidade, se puder. Doravante farei este meu discurso repetitivo em outras linhas de arguição ou sentido. Devo notar que estou bastante "macaca velha" pra entender meus leitores, por isso nada pedirei que venha fazer eles se manifestarem ou não. Estou sábia, mais pura, mais convicta do que faço. De um jeiro ou de outro poderei ser uma esquecida como uma mera passagem de vento numa moradia sem paredes. Já me conforma o fato de poucos realmente se importarem com o que escrevo no diário ou em mil poesias aqui exposta na Recanto. Tento de aculturar e criar cultura ou nunca exigir de terceiros qual é a deles sobre mim. Logo me inteiro de dizer/refazer meus resmungos e obrar no sentido de recriar, substanciar e de revelar cultura, fazer poesias convencidas ( que sejam, ora! ) e textos inéditos como sempre faço. No entanto tenho de manter prudência sobre esta minha arte, pois nesta realidade física tenho uns manuscritos e poesias que eu jamais demandarei esforços em ter de publicar aqui, por isso, por razões bem óbvias de genialidade contida...humpf! E eu admito que sou gênio ou geniosa pra efeito de conversa! Hah!

       Sim, tenho de me conter, descer do bonde, não ir pelo tapete mágico de uma mídia hoje escrachada demais. Escrevo apenas por aqui o meu básico, o simples, o menos complexo de minha arte por escrito. Só darei a todos uma parcela de pouco, por saber que parte de mim pode ser arrancada de algum modo, do todo que aqui exponho desde 2014...isso é certo e até farei mais pra evitar que eu acabe perdendo coisas em favor de que plagia!, E eu bem sei que sou plagiada às vezes! Imitada ou plagiada, sei não, contudo diminuirei a senda dos meus textos por aqui ou ali, limitando parte de mim mesma. lógico...

     Sigamos em frente, estou já no chão e não ando de carroças pra atrasar a sinecura dos meus atos. Sei lá entende? kkkkkkkkkkkkkkk Um dia entenderão!

     Beijocas pra todos!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 29/08/2018 às 21h44
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

Site do Escritor criado por Recanto das Letras