Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE OUTUBRO
   
                John Lennon ( ex-Beatle )
                                                 
                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
09/08/2018 17h56
Menina moçoila e tal

    Um dia uma menina. Mágica, interessante, arrumadinha, a tal da filhota da mamãe, desta tão querrida quanto possível abelhinha! Sabida, oh sim! Com quantos parques eu fiz a vidinha de nunca reclamar mesmo, nos muitos jardins repletos de duendes bem amados ou silenciosos, passeiei consciente da vida e dos ares, até dos mares. As minhas ondinas dessas fontes e tudo que me construiu ao longo de dpecadas de mocinha-primaveril. E com quantos choros e cem lamentos por brinquedos custosos, minha mãe a se locupletar com as minhas faltas rudes na escolinha, esta bobinha a estar bem beijada, amada demais. Oh, que vida trilegal, Da bastante carente de prosas. Mas de amor um ambiente de contruções de alma e alimento de sentir-se livre além da conta. Tudo pelo ter arquitetado ou inovado por mim, com ou sem tantos lamentos, e desejando as noites de rajantes cristais a cada Natal inocente, de más novas deste mundo...e este tal mundo que de legal se conformou muito a só crescer bem arejado, feliz, tão completinha de ter saído do berço há tempos. Oh, oh, oh, mamãe, não me deixe chorar...me faça ronronar no berço de antes...ai!

   Sonhadora e senhora dos seus invencíveis mundinhos inconstantes!

   Moça e menia, desde então, leitora e saudosa, uma poeta ao destrinchar os meus destinos pormim mesma , minhas fases ou minhas conquistas ligeiras. Sou isso e mais... e duvido que eu diga tudo adiante...

   Que me conjuguem, acertem com candura, o todo daquela vida de mocinha ainda iniciante nos percalços da estradinha. Morando em sutilezas, vivendo doçuras na rua. A rua abrilhantada, fermentada por mim  nas rezas diminutas, bobinhas, esquecidas agora, ladrilhadas sim de brilhantes desiguais. E se esta rua fosse minha, dentre todas, eu só comandava tropéis de boas vontades pra ladrilhar tudo de lindas porcelanas também. E eu sendo a feliz, e era feliz, o tempo não arrumado, na vida das eternas canduras, as quais me fazem a falta materna. ai, minha mã. mamãe, de sublimes cantos e mil cantigas, sonhos sem leis, verdades ocultas. E eu descobria a tudo, com a suavidade de moça ainda menininha demais. ai, mãe, mamãe de antes, dos dias encantados dentre as suas bonecas, dos seus afagos que me aqueceram nos frios "tropicais" de Julho-Agosto de cada momento, de cada esta hora da estação da vida...onde mais ser feliz em casa?

   Justo que poesia se faça. Que eu construa e faça estradas, ruas, quitandas de avenidas, loucas aventuras. Eu assim livre do momento que hoje nos forja, assim menina levada, instruída, a bem prendada por ver minha mãe fazer de tudo. mesmo que fosse desde um tricô ao feijão tropeiro bem feito. E ainda moça de lindo dotes, assim como se uqisesse pra sempre, amando a outras mais capazes, esquecendo dos meninos, dos rapazes tolinhos demais. Eu só a preferir meninada de mães corretas, distantes que fosse moradas, as mesma que ainda hoje me visitam, a saudade de boas medidas bem-vinda! UM dia tentei o amor pelo cintrário, e enconterei o dissabor de não estar/parecer "uma" normal demais pra este mundo besta, já muito assediado de temores. Sou teu mundo, nosso mundo, uma mãe pra algumas...ai mãe, onde estarás? Ai...

  Ainda menina, ainda flertada pela vidinha louca do mundo. Estou a seu dipos minha cara realdiade, mesmo sem a mãe pra alterar os desaforos de alguns. E sou a mesma, a única, bem nascida fundamentada nas juras desse algum passado idem. Sou a minha convidada, mas a todos entreabro a casinha das portas de concreto...venham e ensinem a esta menina a permancer poeta e filha sem matrimônios...afe! kkkk Miau!

  Bzzzzzzzz!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 09/08/2018 às 17h56
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