Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONO DO MÊS DE OUTUBRO
   
                John Lennon ( ex-Beatle )
                                                 
                
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
10/10/2018 20h32
Ui, fogosa!

       

Não sou um primor de belezuras, mas eu mantenho um corpito e as roupitas no seus devidos lugarzinhos. Mas tenho encantos ocultos nessas vestes lindas e este meu repertório nos armários é de gritante compaixão modista. Nem me arrependo de certas compras mas nas boutiques ( Mas ainda existe isso? E como tem! Segredo... ) me esforço mui em esbanjar o bom pelo melhor, sendo estiloso ou panaquice mesmo... não sou demais assim de modinhas e jamais me arrependo das compras, pode crer! Miau! Cada bolsa lindérrima na coleção Uau!

Linda, necessária e sapata como nunca! Oh my godess, tudo divino de algum jeito. Nem a barriguinha se prionuncia mais...eheheheh! De fato, como sempre ainda mantenho a aparência e o vigor constante, sendo sempre ávida por amor, virtudes ou palavras poéticas de minha lavra...ou isso ou a dependêndia de uma moda babaca que se avacalha nas ruas...tem cada uma que se veste mal, que Zeus me livre! Os deuses que se explodam de minha vestáuria, isso sim! Hah! Affeee!

E houve um dia em que eu queria ser homem, humpf!      nem morta!

Invejosos do mundo, sinto muito, mas veríssima somente eu! kkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 10/10/2018 às 20h32
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
07/10/2018 16h57
Fico devendo, mas vale

O belo ficando ausente, nunca visto, distante como se deve. mas que está longe de mudar erradamente, este é o patrimônio das causas qeue se fazem mister. O querer existir, sombreado por láureas entrelinhas faiscante, dentre as estrelinhas lindas - eis que a beleza não necessita de mortalidade pra se fazer tanto ausente quanto coerente. E na NAtureza que a tudo nos resolve determinar jamais esquece de florir na escuridão ou  no abismo. E você que olha somente a esses dois jamais se enxergará com olhos seus. Não se verá com tu és ali, mesmo que as espumas deste vasto oceano te acobertem da eternidade do retorno. Num viés de diversas escolhas louvadas nos veremos encantados pelo breu cintilante de esperanças. O escurecido véu que tecido se enobrece na vaga das mutações celestes. E o mais belo deveria se comungado com veraazes palavras celestinas ou poéticas, para que dêem o tom na nota fundamental que nunca se escuta além.

Misterioso plano que em fundamentos inócuos de ares e das ventanias loucas se faz sentir nas luzes cambiantes, nos tornados que fabricam o torvelinho, as divindades que assombram ocultas de npos a cada espaço que sintamos vazio e qu enunca está incompleto de individualidaes. Não nos caberá em outros mundos teimarmos com teorias, sombras fugidias de pensamentos que jamais abarcam o todo desconfiado. Em outros patamares BEM invisiveis para nós, incertas assembléias delirantes devem se fascinar com os encantos de cada mistério irreallizável em sonhos. Outros olhos, que não olhos famintos de incertezas, devem ver mais que o belo que em orquestras baila sozinho com a vontade não-caótica. Sistemas de muitos mundos mais perfeitos já se deixam hipnotizar pelo que no obscuro teatro negro dos céus pode entesourar a eles!

Não de ilusão devemos argumentar que inexiste o belo, neste engenho que nos parece não ser único no celeste reino enegrecido. Em mil termos sérios deveríamos nos ater que no tecido do espaço injusto, a vida só no brinda afazeres quando de orbes planetários nos toma poesia, se faz poema ou deve mais farturas a todos nós. Um cosmo de razões absolutas que se transmutam de vida, beleza sem frescuras, nos dando brindes volumosos de eternidades que se rodopiam, numa espera por abstrações que o parem na jornada, e o belo nem se questiona se de fato somos menos humanos pra contemplá-la! O justo em tudo isso que falseia a relaidade, no vconjura mistéiros menores, verdades física inexploradas, prosas devidas ao tempo que rejuvenesce suas inovações. De certo que na luz se distancia por comprimento um tecido assim tão radiante - o mesmo que em retalhos e franjas irradiadas.nos sej apoissível atianr a sua natureza mais química do que engendrada no ventre negro, nas auroras enegrecidas demais pela beleza, além do suspirar dessa trama quase íntima do cosmos em ação. 

E como eu pareço pequenina se este belo que tanto se afirma além de mim, dos outros e de outras coisas em pormenor. Num agrandeza estou em par com o coração, mas este queda-se pequeno mesmo diante do que reviso no telescópio de casa. E isto me dá ares revitsalizantes do ser, estando uníssona com a apoesuia que me toma esssas estrelas e as fazem cair ao colo noturno de minha visão. De tanto demandar poemas nunca me esqueço de subir mais alto nesse enlevo que me conspira à noite. E de amor se farta o meu colchão bem quisto. onde navego e postulo ensaios de musas sem rancor...e dizer que neste celeste abrilhantar devaneio meus castigos e fortunas, indo mesmo viajar na maionese como sempre direi...kkk

O belp perfila sua honestidade de evoluir, saindo de um útero oculto do negro ventre do espaço circundante - em bailados sem som, nem matizes imutáveis, em sons decaídos no insolente vácuo, tudo lhe faz transmutar-se belo demais!

Lhes devo a música, o tom, a prosa mais cara; entretanto uma poesia mais caridosa, convencida de si ao teimar das sílabas, E hoje nem estou disposta a oferecer tanto tesouro que em sombras me obrigam a dissuadir de dizer mais. ETal é a tetnativa neste momento de encarar uma beleza em outros mundos  como a melhor distração de um devaneio assim.


Publicado por Jurubiara Zeloso em 07/10/2018 às 16h57
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
04/10/2018 22h55
Procuras

      Devo me poupar. Ficar nervosa me deixa doida. E esquecer o quanto eu escrevo e o quanto este computador FDP me apaga as coisas! Perco o que acabei de escrever e fico puta nas calças com o ocorrido. Vou até escrever pouco menos agora pra evitar piores danos. E quantos textos que escrevi aqui me que foram apagados! Tem horas que eu perco uns textos incriveis por culpa desta máquina muito azeitada demais pro meu gosto! As vezes é o mouse que me sacaneia o tempo todo! Espero resolver isso noutros dias...e este texto aqui deveria ter sido outro mas foi apagado o anterior...uma grande merda que me acontece desde os dias emqu comecei a usar demais um computador para os meus registros pessoais...arre! Estou zangada agora! Puta que Pariu!!!!

      Que me desculpem os leitores contumazes destas páginas, mas devido ao fato em si fico na obrigação de escrever o menos possível. pois tenho a chance imbecil de perder pra máquina nervosa que tenho! Ufa! Me desabafo e com razão!

      Puxa, já perdi tanto tempo a escrever e de repente "puff" acabo no vazio e tudo que escrevi vai pro penico! Uma merda isso que acontece! Mas logo logo me  recomponho,ora bolas. Que me perdoem mesmo viu? Afe! Quando aconte fico nervosa pra caramba, pois o que escrevi ERA importante...

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 04/10/2018 às 22h55
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
01/10/2018 16h51
Calma que prossigo!

  Um tempinho, faz favoire! kkkkkkkkkkkkkkk


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/10/2018 às 16h51
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
28/09/2018 16h29
Jornaleco sacaninha

  

  Miau!

  Em alguma banca de jornais se encontra o "meu jornal", tanto favorito sem nenhum nome ainda, o qual ninguem lê e nem podem comprar. Ali está as palavras do mundo, os meus mais vistosos segredos lésbicos ou amarguras de mulher que sou. Compete ler a cada uma de suas linhas, cada página revirada em paródias dos meus risos, nunca fácil de se achar por qualquer transeunte, nele encontro umas desculpas, modéstias, os atos falhos demais. Pois tem é muita coisa aqui em cada edição. Bate me mim o coração de Camões...kkkk

   Cada página um algo a ser escrito quando passo meu olhar instigante numa busca pro novidades íntimas, seguros de mais vida ou até os verbetes nunca antes encilhados em versos, estes que aqui e ali padecem de comentários. e ne,le tenho tudo À mostra. Parece ter vários idiomas, se acaso olharmos com a conduta de censores ou mal-amados moderadores. E, sim, tem algo de muito prórpio que somente eu enconter: a verdade escondida! Ela que me ama e que destoa de existir no mundo, mas estará sempre viva e é esperta, mesmo que não desapareça de rodo.Este jornaleco é o meu precioso e sua editora é de outros mundos, os mais femininos possíveis...

   Seu custo minimo lhe permite ser meu, só meu. E a cada dia que lhe dou a vista de olhos,.revejo a linguagem de que é feito. Tem uma edição de luxo, um visú despojado de útil. Está à venda solamente para mim! Repasso suas páginas diversas vezes pra ver que algo muda a cada minuto, como se fosse meu íntimo incrédulo. Jornal de cunho meio mundano, e tem todo um abismo à disposição dos incautos que nele lêem. Na verdade nunca enxergam que nele spmente eu abro suas linhas escritas com seda.Por ali, nas entrelinhas somente enxergo o que outros vêem com outras formas ocultas por mim. Pena que só um leitor o conhece, o que por acaso sou eu mesma. Navego na verdade em suas páginas com frescor de moça, hábito de donzela ou suspiros reveladores. Um jornaleco que tem o mundo com vasto mundo, sim senhora!

   E por vezes me perco na poesia e encontro essas belezuras, em bancas de jornais de improdutivos leitores, onde fica a margem do cume de meus raros conehcimentos - onde seus fundadores morreram à muito...mas não entrei em detalhes quanto à sua dedicação de existir tão somente para minha pessoa. E estamos conversados...de louca ou arrivista só as muitas baratas da cozinha de casa...SOS!!!!

A origem desse periódico não te conto e estes conluios com a minha vã poesia são agora os substantivos de mil regras ainda que ( prezo que sim! ) nunca sejam gramaticais! Humpf! Não farejo mais que as sílabas, a me desprezarem, e estas oriundas das bocas desses meus sisudos críticos "forenses"...kkkkkk ( risos ) Direi convir estrelinhas...

E eu ainda encontro páginas de sacanagem, pornografia deliciosa e mulheres do meu jeito lésbico de gostar, um prazer ocultamente desfavorável à minha imagem de boa moça de outrora, in sic gloria mea...afe! Nunca renegarei essa saciedade ou impureza de meu ser...tentem fazer isso!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 28/09/2018 às 16h29
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 1 de 72 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras