Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

 PATRONA DO MÊS DE OUTUBRO 
   
                     Xena, a Princesa guerreira
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
07/10/2017 18h03
Custa-me vagas estrelas sem ursas maiores

          Tanto de mim se esforça pra ser feliz a cada dia, mas antes de tudo isso que marcou minha vida, antes de chegar ao aqui e agora, eu era diferente, insegura. Os meus casos de amores masculinos eram muitos diversiicados, muitas vezes parecendo machucados sem cura. Nem sequer imaginava ter me tornado lésbica ou, com tal fervor, além da bissexual como antes. Era mundo diferente demais pra se lembrar neste momento tão valioso de minha vida sensual. emotiva, complexa.

          Teve época que amei os homens, alguns até legais e válidos de curtir assim adoidado. Fiz muito sexo com vários diversificados, se bem que nunca fui violada ou abusada em tudo que ousei fazer. Sempre amei com o coração e o sexo ainda parecia alo bom de acontecer. Entretanto nunca fiz coisa feia, degradante, sequer fantasiosa demais, em tudo, na cama e fora dela. Amei loucamente muitas vezes sem conta, de coração aberto, com a feminilidade à toda, como irmã de alguns, amiga benevolente de vários e uma  tal "mãe"  carinhosa se quisesse, enfim era para todos...

          PIsei na bola muitas vezes. E poderia te rme arrependido se acaso eu me entregasse todinha, me deixasse fazerem filhos em mim, me depositarem tantos desgostos ou algo pior que uma gravidez inoportuna. Nunca me deixava me penetrarem de frente em toda relação amorosa verdadeira e gostosa que tive. Preferia que fosse assim sempre. Hoje teria me arrependido muito disso se houvesse tido a oportunidade por responsabilidades impossíveis. Se tanta coisa infame não tivesse feito a escolha da vida, talvez eu estivesse casada com marido chato, pedante, complicado e até cercada de filhos ingratos, ainda mais, bastardos no mínimo! Eu optei pelo caminho incerto do lesbianismo, mas não me arrependi na hora certa. Encontrei um amor até mais livre, cheia de orgasmos maiores, maiores felicidades em outros colos aquecidos de paixão. E semelhante coisa não foi por um acaso besta. Fui ficando distante dos homens por causa de outros fatos também igualmente aporrinhantes. 

          Sexo divertido, sem haver amanhã, com prazer que nos faz perder-se, só nos dá ilusão de momentos. Num píscar de olhos o paraíso pode complicar-se e muito, ou pode nos fazer pensar melhor no élan feminino perdido à toa numa hora incerta de gozo fingido. Parte do ser que está afligido, sofrido ou ferido de alguma maneira pode se enganar, iludir-se tanto quanto fragmentar sonhos. Os desejos se tornam fludios, maçantes, sem apelo do outro ou seque o melhor entendiemnos de ambas as partes. Para mim essas são verdades doloridas E se outros puderam sair dessa na boa eu os parabenizo pela sorte....

         Fui largada em diversas ocasões de desfeitas amorosas. Me deixei ser a escrava sensual, ou a mais sexualizada, de/para muitos. Idolatrava o clima de preliminares antes do sabor doce de sera  amada numa horizontal ou qualquer posição. Fiz do sexo oral meu deleite mais confessável e impudico possível, fui a melhor nesse gênero de "arte" incomum, tanto numa relação quanto de mera ocasião. Muitos de meus mais caros amigos já inconsoláveis com tantas outras perdas  de suas juventudes - por serem feios sem culpa ou serem rejeitados só por outras moças - me procuraram na hora incerta no momento certo, e nunca me arrependi de darem a eles a alegria de um beijo na boca ou segurarem nos meus seios. Para muitos desses me ofereci em sexo oral neles, pra desnivelar a ausência do amor pra eles tão improvável naqueles dias Sim, eu fiz a coisa feia típica de prostitutas mais louváveis..entretanto foi para um bem comum em prol do gozo instântaneo que essas coisas fazem na gente quando somos adolescentes recusados. Me arrependi pouco pelo fato do prazer de sentir a ejaculação ser um tabu pra muitos, contudo foi um tempo e um arazão de ser só meu, feito em busca do orgasmo definitivo que nunca tive mesmo com os homens. 

         Certos fatos e farsas da vida me fizeram concluir, com o tempo, que esse caminho não daria certo na vidinhna de mocinha sapeca, feladora e que nunca deu de si o degradante do lado feminino de uma mulher. Certo que sexo anal foi em parte cuidadoso de minha parte, em certo sentido e com um muito raro desejo de fazer. Não tinha prazer no anal e nem no coito vaginal por completo. Jamais fui penetrada em dois sentidos, se é que me entendem.  Somente com mulheres tive e ainda tenho prazer quando faço com elas as mesmas coisas, só quie de outros modos e "brinquedos" que não direi aqui, lógico. Mas para muitos entendedores mais palavra d emim já basta, não é? E ainda tenho esse meu "divã" ( diário midiático pessoal livre... ) para entabular esta conversa tão íntima de meu ser. Se bem que muita gentinha chata sequer se importaria com minhas explicações acerca do como fiquei lésbica desde aqueles dias...

         Deveras, eu estou ficando envelhecida nos pensamentos. E velha com certa idade, quarentona conservada, porém ainda nem tanto gagá ainda!!! O que sei é que estou mais "professoral" na emoções e nos fatos da vida real, da minha vida real.  Tento ficar bonita pra manter aparências. Uso do melhor em roupas, saias plissadas, vestidos longos e calças deliciosamente apertadinhas. A moda no entanto não me atordoa por ora. Só sei que meu passado tem um quê de saudosismo que tem de ser exposto de um jeito maduro como sempre. O que vier mais a frente ( eu estou pronta como sempre... ) são desafios de ser uma sozinha senhora sem se casar ou se manter na firmeza na modernidade sem apelações. Digo essas revelações acima com o intuito de esvaziar meus fantasmas dos corredores ou meus egos passados sem graça agora.

       Um dia tentei ser feliz como mulher normal, mas foi um fiasco. Pois quase cheguei lá, mas o prazer demasiado pesado  no sexo oral feito nos outros ne fez acender a chama do raciocínio Nerd ingênuo que nunca me falhou desde então. D euma hora pra outra sou outra mulher mais antenada e mais deliciosa lésbica do que nunca! Não dava pra negar como essa afetação desse meu ser atual se conformava entre amores secos e sem graça, ainda mais sem noção.

       Os homens nunca me deram a chance de ser oportuna mental, espiritual e gentilmente  em suas vidas hedonistas primárias. Entretanto eles sequer me deixaram espaço ra aceitação profissional correta ou até estudantil mais séria nas coisas reais. Urbanamente fiz coisas incorretas e falaciosas de uma mulher que dizem ser modinha ou a passável nessas questões machistas de sempre.  Eu nunca me deixei relevar como padrão, ou aquietar-se e se "escravizar"  por meros enfeites sexuais agradáveis de oferecer. Se queria me domesticar se enganarm muito. E parte desses sequer tem a culpa por serem rejeitados até por mim, em matéria de uma "seleção natural" que muitas fazem com terceiros menos cotados. Embarquei foi na onda de meu intelecto a ser forçada a pensar diferente diante dos homens chauvinistas de sempre. afe!

        A gota d'água foi é ser a abandinada numa sacristia, na hora H em que eu mesma titubeava entre a normalidade de casada ( no tedioso afã de agradar-se um marido bestinha e noutros lances de uma vida mediocre de uma "pequena burguesa" sossegada... ) e que outros me achavam bem quista, nesse etcetera trivial do momento. Decidi mudar tudo na ocasião e deu certo de certa forma. Um dia se explicará o porque de me abandonarem impúbere( cruzes! )com a roupa de noiva e tudo que se queixa de ser honrado numa noivinha boba de óculos...fui, vi e penei!!! Risos...

        Certo, um dia me enganei muito com outros bem mais cotados e com um alguém que hoje não é ninguém de qualquer jeito...deve estar em algum limbo domesticável de sua vida por aí.., prefiro ainda ser eu mesma, eu hein!!!   

         "A caravana passou, os cães perversos foram pro abrigo e eu sou mesmo a Sherazade!" Conta outra minha princesa ferida! E que seja verdade de fato, e o que disse era verdade até agora, e não passou é de uma realidade malgasta em tentações vivas...sim!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 07/10/2017 às 18h03
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02/10/2017 21h56
Estou de olho é em mim!

        Não sei dos outros, mas me preocupo com minha persona, meus vastos conceitos, minhas neuras, meus sofreres ou padeceres. Tenho de agir como a estranha em meu mundo cismado, carente quando muito ausente, silenciosa quando pulso orgasmos e no silenciar da noite amada com improvisos. Se beijo perco as lábias, se calo fico muda de sentir, longe das outras quando posso. E isso não é uma sandice, porém estou a só vigiar a cada passo de antes ou do porque daquele ontem se decidir que parece ser hoje! Ai caralho, eui tenho mesmo é de rir de tudo isso se meu humor amanhã virar "macho"..eh eh eh...e diabos me livrem disso!

        De fato sou o meu censor de saias, cuido para evitar a maluca idéia de ser eu mesma longe do mundo, e entretanto tenho compromissos, palavras, idéias, toda umas virtudes entre as minhas doçuras de casa. Saio para a rua temendo voltar assim esquecida de ser eu mesma, apesar dos martírios de um passado antes do ano 2000. O que foi ontem poderia é voltar A custo a me desmerecer as horas, as mil semanas devidas, até mesmo nas conquistas deste meu ego lésbico de agora. Tenho é que zelar pelo meu coração que jamais se afastará das paixões. Meus sentidos ficam nas palavras feitas ação, na poesia do meu ser diante de todas aqui. Jamais esmoreço minhas idéias por causa desta tão desconfiada temeridade de se perder um destino. De fato, é isso aí, um certo perder deste ser que sou, na harmonia tantas vezes reconquistada diante dos homens tolinhos. Nem fugirei por menos...  

       Escrevo poemas cansativos, reponho as energias de antes, mas eu estou sempre ficando à mercê da realidade do mundo que me ignora, Isso de fato me assusta de vez emquando, admito isso. E sei de mim mesma que devo guiar os meus passos, olhar aquelas formiguinhas lá fora, do alto de outro andar. Ver se meu sorriso acampa na gentileza física de meus amores diários, à noite, com a valentia destemida repousada num quarto entendiante. E no instante que tais fatos estranhos de meu ser ficam evidentes, nunca perco a esperança de se manter a união, o amor, as certezas ou os sentimentos corretos quanto a todos que me cercam. Não faço do tédio a jormada da tarde, de jeito algum. Leio, saio, converso com terceiros, faço comprinhas, ando rápido pra evitar os maus agouros da esquina, e de tantas variáveis urbanas questionáveis. Vou e volto, mas sem antes ter certeza de que eu mesma sou alguém bem vestida.  Claro, olho em derredor e sorriso matreiro, com um conspirado hermetismo básico de minha índole feminina de sempre. Uh-uh, isso mesmo! Uhu...risos...

     Sou a secreta senhora de meus momentos versáteis, minha consciente ou demais consistente utilizadora d eóculos lindos, sorriso safado nos lábios, com vestidos largos e calças bufantes por baixo ( epa! ) e deste modelito tenho de mudar a cada temporada de minhas idas a passeio personalizado. Uso de tudo que ousar ser cativante e me olho no espelho bem demoradamente, a ensaiar gestos e fazer exercicios labiais rejuvenecedores, algo típico de meu ego tão saliente. Brinco com isso, contudo sou ajuizada pra evitar exageros. Sim, tenho de vigiar até meu espelhinho pra notar um escape qualquer dos meus devidos temores. Ufa! E sou de falar tanto, tanto, atpe sozinha se deixarem. Digam que sou a louca que nem chegarão perto de mim, hah! Nem te ligo...humpf!

      Já estou é da bem velhotona ( ai,que horror! ) aos quarentinha para temer o que acham de minha pessoa. Não acredito nos outros por mim, mas de incerto modo afeto a muitos sem ter de notar mesmo. Falha nossa!!! Danger!! E eu sou a menos robotizada que algumas dessas coelhinhas antigas na linha Hefner de montagem...risos...

        Poetisa que sou, preciso de méritos próprios pra julgar menos todo mundo que me conhece. E tenho de me vigiar para não tropeçar na linha, cometendo e fazendo "furos" ou sendo pedante numa rodinha de fuxicos ( tirei do baú essa... )! Tambem gosto d eacertar os óculos na face pra dar ares mais intelectuais que de que do costume, mas os espelhos em casa me mostram "vampira" com ar de gata de 40 primaverinhas frescas! Minha face ainda parece a de trinta e parou por aí, acho. Que bom que me acham sempre uqe soumenos velha que aparento. Não sou boa em ter rugas, ao menos isso me salva. Uh-oh! Risos!

       Ser intelectual parece demais pra uma dama quietinha, revolucionária na e´poca certinha de ser, lésbica deliciosamente sem ser emasculada ( ai, horrores essa filha da Gretchen, argh! Sai fora! ) e tendo tanto fervor feminino por conta das paixonites de toda hora, afe! Uhu! Comemorem, que a titia aqui tá na base de ser lindinha, queixudinha, oculita, famosérrima no diário constante! Senão eu me perco e estarei a perdida, se acaso eu dormir cem anos no porão!  :P

     

P.S. Não se preocupem comigo, não fiquei tantan e nem como merda no jantar! Nm rasgo dinheiro, apesar de já terem inventado a fita durex...estou  bem lúcida e conheço até uma certa Lúcia que me vê na rua e fala muito comigo na boa! A gente toma café, chá, raspadinhas geladinhas e fazemos "análise" até a hora da volta pra casa...e ela nem sequer é minha psicoterapeuta,que aliás já larguei faz década e meia em um divã de couro tratado com belo estofado de renda...ui, que luxo! Não se preocupem, gente!!! Os normais sómente nós, o resto só dá tantan,, risos frouxos....adieu!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 02/10/2017 às 21h56
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30/09/2017 00h19
Risos

               Tenho que rir por causa do fim do mês, sem grana, sem dinheiro, sem prata e sem tais caraminguás de um salário de empresa modestamente contra as mmulheres afinal de contas. Uma comédia entre seres humanos que deviam estar em igualdade de condições bem reles trabalho de escritório. Nem direi do quanto eu tenho de penar pra garantir meu dia-a-dia. O mundo de homens não permite nos dar o luxo demasiado de greve a cada semana que pudesse, e na lutar pelos direitos das feministas e simpatizante como eu, é a resposta cabível a essa machezada sem sal com besta gravata ou paletó. 

               De fato os homens me fazem rir sempre que dão trabalho menor a cada mulher capaz que se apresentar digna e correta, acima de alguns deles. Temos nos colocar na linha pra dar exemplo, assim garantimos ser muito vistas sempre. No entanto eu não me queixo de minúcias trabalhistas, mas que esse machismo corrompe isso é sobremaneira uma atitude medíocre. Se temos que obrar do mesmo modo que eles, então temos que fazer uma hora extra, serão e sabatinas das mais complexas que apresentarem. A luta injusta haverá um dia de mudar essa vilania oculta, velada ou até muito assanhada por parte dos homens, os quais não gosto muito de estar ao meu lado quando estou sozinha, claro...garantia inexistente de combate à uma paquera que me irritará...

               Prefiro rir disso tudo e crer que mudaremos esse quadro insolente de um mundo de trabalho com cacoetes do passado há muito distante. Risadas do meu tipo não comovem, mas asssutam de certo modo dentro de ambientes que vivem cercados de olhares de macho ou frescuras que disfarçam ereções das mais detestáveis dos que não são tipinhos fáceis. Argh! ( risos )

                Manter-se, entretanto  no trabalho exige muito do "masculino" que se esconde dentro de mim, ora essa..hah!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/09/2017 às 00h19
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27/09/2017 18h08
Caros carros imaginados

      Eu não tenho carro, tenho os pés. Tenho ares de doutora merengue, macia e delicada, rosa se pudera fosse merecida. Não tenho autos e nem merengues na dieta, mas tenho suspiros poéticos naquela base. Aventureira que só temenso as estradas ou doces longe de mim. Afe, quero um carrão mas nem possante andei na adolescência, e se fosse teria de ser preto, metálico fosco, sem buzina...bi bi bi!

     Se desse estaria em cima de um capô de carro com short azul escamado de escarpim, quase que cinta de couro azu, tezudo. E tenho de rir, pois para eu ter um carro daqueles tenho de sonhar com economias que levariam séculos para se juntar. Não estou com tanto crédito assim na praça, diabo me livre. Pudesse eu seria rica, com vasto harém além do atual dentro de casa, aquele casarão que vocês bem sabem como assusta ter de sustentar. Um automóvel dos bons pode ser uma BMW ou um mais avançadão da hora que puder comprar. mas estou menos propensa a ter mais dinheiro que um Rockefeller qualquer, humpf!

     Milionária bem que eu queria ser. Ficaria é mais doida e a mais lésbica que o normal. Andaria por todo o Brazyl, com caronas das mais lindas, as minhas belas amiguinhas de casa, todas que fossem afim. Um carro assim grandão de 8 cilindros, gastador de gasolinada adoidado, todo meu pra fazer de seu...ih, ih, ih, ih, ih, ih! No meui cafofo não teria espaço pra um, mas tendo uma garagem que pretendo colocar aqui na minha área já será o primeiro passo, talvez pra uma charanga de menor esforço de "guerra" no cotidiano daqui. Se der pra mim conseguir alguma coisa de 4 rodinhas que aparente ser mais do que um fusquinha já terei ganho a vida. Eu acho que sim. 

    Já imagino eu tirando fotocas em cima do bichano roncador, junto com meus acessórios e roupas galantes...sei lá! Um dia chegarei a ter um carrinho bacana para fazer compras em outros estados sem poupar gasosa no tanque dele. Aos que me virem por aí com um desses mais ou menos será a chamada de capa para uma vizinhança do pedaço...eh eh...risos...e todos vão correr pra me ver bonita, arisca e mais cheia d emantes do que nunca! Upa lá lá!

    A meninada de saiotes vai ficar animada com a novidade. Eu terei a glória e farei mais poses em cima da capota do autozinho brilhante. Olharei pra cima, ao sabor do sol e do ventinho fresco, pra o meu melhor ângulo do lado direito. 

    Ai se pudesse comprar um agorinha mesmo e com certeza...e entretanto não dá pra fazer grande coisa com a rala graninha de minha gente tão doméstica. E uma de minhas coleguinhas daqui ( ui! ) pensa em ajuntar um bocado de seus proventos ( eu hein... ) e manter mais uma conta bancaria comunitária dentro de nossa "casarola de calcinhas"! Rindo à parte, eu diria que teríamos de nos esforçar + em termos uma conta conjunta entre 14 de nós! Já pensou no tanto que teríamos economizando assim? O que sobrar poderemos comprar vestidos de lamê, calcinhas de rendinha ou cachemir, camisetas debruadas de cetim e mil peças de roupas inimagináveis! Iriamos visitar opaís do Oiapoqiue ao Chuís umas trocentas vezes seguidas! Uhu! Estaremo ricas em três tempos!

   Bem que ter uma conta assim conjunta já ultrapassa a paciência de qualquer dono de banco! Imagine que fossem 14 de nós a juntar um pouco que resta do mês a cada vez? Uma dez poupanças e cinco contas bancárias seria ótimo da conta, embora eu duvide chegarmos a ter tanto respeito por isso. Pensarão que somos as irmãs metralha ( risos ) e onde escondemos o ouro pra chegar assim a milionárias do bairo! Irc, nem quero pensar no perigo de sermos assaltadas!

   Voltando à este diário, eu estaria bem na vida om um carro modesto, bem do largo pra caber tantas tontas como nós. Seria no minimo o máximo em nossas vidas modestissimas de agora. Ir pra qualquer região desolada pra camping, namorar pesado num local ermo, ficar de andarilhas pra conhecer este mundo. Porém fico mais pé no chão com a minha realidade de pão -dura atual...

  Agor apraticarei nas mesas de casa as poses que eu faria em cima do capõ de um carrão imaginário...aff, coisa louca!!!! Estoumesmo animada, gente!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 27/09/2017 às 18h08
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23/09/2017 19h32
Transmufêmea...

 

   Bip bipado. Do restinho que sobra, de maneira espoucada, liberta...

   Do erro meu, ciberlesbian, que questiono em devidos alfarrábicos tenores sem canto, dos loucos robôs de meu laboratório feminino tresloucaz. Ainda faminta pelos informes de algum amôr impossível em tempos meus que ja foram momentos idos, Amalucada, tão assim desapegada deste mau vínculo com tantos seres sofredores, à mercê que estão das falsas necessidades em telinhas de seus "smartslaves". Escravos de si ao dissabor dos tantos sonhos mais temidos. Um mau ciberataque do despropositado encheu este meu fiel desktop de fervuras erráticas sem vapores, eletricamente como telas de Led questionáveis. E um erro de minha lavra impõe um futuro das máquinas em digital amabilidade de vida eletrônica. Agora estou é mais cibermoça do que nunca! E que vivo esta nova etapa em adição ao novo tempo deste meu ser! Insanidade? Talvez queiram que seja, não?

   Falha não admita-se. Questionar não será a lenda. E parte de mim evoluiu...

   Do tanto que exibo este erro, imune a gramáticas das mais compreensiveis, sendo eu mesma a terna e quente organizada dama da tecnocracia dentro de casa. Estamos ligados, estamos sintonizados, sabendo o quão insano é este desfile nada santo, embora de profano se assemelhando. A lógica me diz que a frieza de ver o mundo é a da sabedoria da engrenagem a mais inteligente de todas, E sou parte do processo. Emboto-me os sentidos na sala 101  e meus amores se casaram entre si, estamos unas, unas por distribuida necessidade, Todas por módica unidade e as unidades por todas em unissono. Loucas que estamos ou à mercê deste mundo digitalizado com outro amôr que sabota-nos idílicos sonhos  nos nossos monitores vivos...

   Mundo futuro que no vê, a sala 101 que me segmenta. O erro em negra tela indigesta a indicar o que aperfeiçoei nas lógicas iniciais só minhas, e somente minhas! Este mundo está imerso, imortalizado na memória, nos amantes, nos gélidos bancos de memórias recordatórias. Um impasse: errata plausivel do sistema. Um fato: já não sou a mesma de antes. A Cibermoça, a ciberdama, a senhora de si num esquema. E esse é o circuito que se complementará. Sim, Error Overlord, meu lorde de meus dias, Numa noite conjugaremos as nossas amantes competitivas com tantos variados apetites intermináveis!  E o meu leque de afã lesbianismo despudorado está meio frio, e de enregelado tal qual a plácida aflição. Loucura total numa evasão dos sentidos ou dos sentimentos  digitados em prosa e poesia eita à máquina...onde amei amahã sem ontem? 

   A máquina, hoje e provectamente, em outra época, proverá a esperança!

            


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/09/2017 às 19h32
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