Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

PATRONA DO MÊS DE JANEIRO              
              Bárbara Heliodora (1758 – 1819)
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
01/01/2018 12h28
Começar de novo, renovo, de acordo, evoluindo per sempre

            Ano se esvai, se foi em me deixar terminar o diário que parei dia 11 de Dezembro, mas tudo bem, não dá pra voltar atrás mesmo. E começo a renovar votos, conceitos e ir em frente com esperanças. Sim, mais um ano em que estou na Recanto, chegando a  cinco anos com afinco ou dedicação em tudo. Assim mr sinto MUITO satisfeita em tudo que aconteceu desde o começo em 2014...e isso poderia ter começado até mais cedo do que previsto, se não fossem as forças mundanas contrárias aos meus anseios de ser vista, entendida e reconhecida em alguma mídia ousada em que eu entrasse. E a Internet, apesar de minha demora de dez anos anteriores a 2014 tão auspicioso - para ser exata a coisa que deveria ter começado como a minha "internet-aventura" em 2001. como devia ter sido! -  sempre soou a melhor resposta aos meus palpites anteriores. Isso foi bom de uma certa forma.

           Claro que começo o ano com expectativas doidas, nervosas ou repleta de frescuras de mulher. Ai! Ui! Mas tenho de iniciar de algum lugar e mais um ano me dá a oportunidade de ser eu mesma, lésbica prudente, bem levada e certamente honesta consigo mesma. Este 2018 parece - PARECE - bem assim augusto, interessante, me deixando rebuliço de não dormir desde dia 31 de Dezembro que passou incólume! Como sempre é assim que me acontece a cada ano novinho que me torna mais velha do que antes - irc! Argh! SOS! Sei  não...ma slevo na esportiva como sempre faço de bom agrado!

          Pena que tinha tanto pra dizer e "refinar" desde dia 11 do mes passado...

          Enfim estou saltitante, pois minha visão de longo alcance ( epa! Sinistro! ) e o tudo que me cerca está MUITO bem, até demais. Digo que me sinto meio envolvida com as coisas e os fatos que me interligam às todas as meninas, à esta comunidade feminina desviada(!) ou a realidade que se mostra gentil ou enlouquecida, não qiue isso me afete muito. Estou disposta a crer que vamos realizar muito entre nós todas! Se ano passado consegui o que quis e falei ou que BEM quis, entonces tá na hora de ir avante e ser mais vanguardeira, livre. coesa e sem limites! Quem sabe onde chego, ou chegamos?

        A minha presença na Recanto não me diz muito mesmo, mas sei que tenho leitores audazes, quietinhos ao lado, que jamais se manifestam mesmo, os quais devo tudo que sou. Meus textos, poesias ( com nada a ver com a realidade, se assim desejo, ou outras conotações com minha vida peculiar ou particular ) e diário fazem párte de mim, apesar de crer que sequer sou muito cotada em salões de leituras de algum tipo por aí...enfim nada temo, mas de fato me assombra é que poucos que sei existirem fizessem tão pouco contato comigo...e não que me queixe em absoluto disso, mas chateia o pensamento.

        De fato estou contente. Nada de mais me abate desde que adotei/ganhei coragem de estar na Internet com um blog pago regiamente, um diário ameno e uma escrivaninha, coisinhas só minhas! Uhu! Pena que estamos numa era louca onde de graça só a batata da perna, a sombra e um beijinho...nhuá! Ei diria kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk na verdade....

        Se pudesse viver nujm momento onde pagar pela liberdade de expressar, velar a si mesmo e custear sobrevivência, mesmo sendo poetisa e tal, fosse feito sem ajustes econômicos ( certo que impessoal e na realidade ) entre os seres...afe! E se pudesse não teria de pagar pra estar presente em algum lugar onde liberdade dependesse oculto das escolhas, das moderações ou censuras possíveis...mas é assim que vai a coisa. Porém nem percebo muito isso tudo que acabei de dizer, na mais verdadeira modéstia que me convém....eu acho! kkk

       Começo de ano com preguiça, mimos, calcinahs fofas e amores mil!

Miau!

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/01/2018 às 12h28
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11/12/2017 00h17
Pra dizer que teimei nas flores

 

 

 

 SIM. Eu piso com cuidado...

 Ando bem moçoila e cuidadosa

 Sou arquétipo de uma vida delas

 E sou feliz por enquanto puder

 Procuro a liberdade, mas na falta dela invento umas no plural

 Sou catita, arisca ou aventureira no mundo

 Não andarei armada nunca

 De flores eu atapeçarei meu caminhar aqui

 O mundo sou eu em fila das que me acham sua, carentes

 Tenho tesouros, as palavras douradas

 O coração eterno flerte, pra ser clichê ou usofruto?

 Abro meu deleite, expando meus orgasmos

 Valente mas verdadeira sem combate

 Sou um amor, dentre vários ardores

 Quero bem a quem eu deixar enquanto morta

 Meu tempo é seu tempo, minha casa mais que templo

 Recebo a quem agrado, outros estão fora

 Enfim tenho tempo, mas encareço-me de folgas

 O que sei de muitas a nada pertencer a poucas

 Deixo fim nesta partida que é mais um ano  começado

 Falarei pouco, sou omissa tambem

 Não uso armas, odeio lutas e descanso a paz

 Ando sujeita à beleza, mas ela não está comigo

 Pretendo e sou, faço e serei feliz

 Te vejo um dia, pra te ver, o nunca amei  

 Sorrio e o mundo em riso mostra os dentes

 Cobrirei minha riqueza com o manto generoso 

 E eu amarei 15, e por 15 não pretendo um reino!

 Até mais, se haver, como haver de ser...


 

 

 

 

 

 


Publicado por Jurubiara Zeloso em 11/12/2017 às 00h17
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06/12/2017 20h18
Prosa confirma

        Sou a moça do esvair das multidões de suas grandezas, tão perto do sofrer que se redime com abraços, imensa flôr em ilustre corpo que niguém vê ou suspeita de especular. Saída da dôr que marca sofrimento, senhora do ser e do ter entre outras que amo completamente. Vinda do iluminar padecimento de seguir-se viva, potente e delicada semente do mundo. Poetisa do espairecer entre jardins de Ofélias, Amélias e Reginas, catando de si o poder silenciada nas feridas da vida.

      De fato a angústia deminina que se repõe entre sorrisos, calejada dos males de mil homens que nunca se entendem. Ornamento de poemas nas palavras, na cantilena óbvia dos argumentos que se fazem prosa Às vezes. Caída sempre nos tormentos do mundo, as ingratidões da multidão, célere estrela de si ou alguém que merecia amor eterno. e de nada veio parecer, para nada vir-a-ser, lamentando causos com os risos de sua gente feminina, ser enfim a amada.

      Tão só e mais sólida, envergandoparamentos de poetisa, mulher, envolta nosmistérios do gerar liberdades, amores pretéritos, a lutar sem os sucessos quando pode. Enriquecida pela vida, por vidas, indo veraz meio a andanças de aprendiz. Sempre a mesma, qiualquer que seja combates, alheia dos astros que parece lhe dar estradas. Amor de moça, mulherzinha, sutilmente afável. O que será tem de ser, pois saímos todos do imenso palco-mundo!

      Sou tantas. Diversos egos em uma. Padecendo de gostos e desgostos. N aestradinha do escolhos feios ou realidades além-muros de casa. Santificada, geradora de benesses, escritora selada a convir, carente do afeto da mãe que partiu, se foi, distante sentimento agora espírito. De amor, causa e causação, a infinita leonina solitária, inda que mil multidões a cerquem demasaiado. Serei a mesma a cada passo, cada mão pousada em mesas caiadas, o coração nobre na pieguice do Universo lá fora. Eu mesma sou Universo, cosmos generoso e delito! Quem mais a faz renascer a cada ocaso dos celestes orbes de cada dia? Eu serei, eu sou e fui a culpada, mas nunca fiz nascer o caos mundano.

      Uma prosadora, poetisa  bem-vinda de quem-me-quer ou indecifrável. Uma donzela infante, aluna de eternidades contadas, vestida de ser nudez quando deseja, mas jamais cega sem andrajos. Ver longe o que de perto ilumina temor. E ser eu mesma com carnaval, sorrisos, tolerando os desafios do ser e do ter a cada crise. Sou o que deveras amei quando menina. Alguma regente de muitos reinos insurgetnes, libertada ou libertária. Poetisa com costume de arvorar-se a meiga rainha de meros poemas. Não há reino pra delongas de viver que sou! 

     Escrevo a façanha do dia. na luta de cada semana, por bocados de sentidos que me tornam viva, inpenetrável aos desejos de terceiros gulosos. De auréola poeta, alma de um, organismo cansado, inábil de aceitar escravidão qual seja. Aquela que se forma usuária da vida, vivendo com outras queridas, amando meio incêndio que se torna fogo comtrolado. Enfim, autora deste diário amante de meus enlevos, a divulgar o que não gabarei ser apropriado. De deserto aos favores dos sentimentos embargo a enciclopédia de minha vida! Deixo pelas palavras o que na ação demora reagir. A minha vida, sua vida...quem me dirá errado? 

 

               "Olho estupefacta ao pouco colhido, mas tem sido imensa cada vitória..."


Publicado por Jurubiara Zeloso em 06/12/2017 às 20h18
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01/12/2017 02h01
Espanca "doces"

Linda poetisa portuguesa! Adoro essa mulher! Uhu! E isso é só pra começar o mes de Dezembro...falei?


Publicado por Jurubiara Zeloso em 01/12/2017 às 02h01
 
29/11/2017 20h55
Tanto que disse, tanto foi dito

           Pois é, andei sumida de um querido e possível diário, o qual até aqui andei só machucando com idéias ou dizeres complicados. Tá na hora de me educar hoje pra se fazer de bonito(!) diante disso. Espero que o diário que fico pelejando(!) nos últimos incautos meses ( coitadim do diarinho, falei tanto nele e nem o chamei de querido uma única vez...mea culpa! ) esteja de bom humor e que me dê forças pra continuar nele no tempo certo, o que relamente não ando fazendo bem aqui...um pouco pra comédia pra abafar e pensar, certo?

 

         "Ferido diário:

          Peço que me poupe e que me desculpe, não se zangue e nem apareça-me no espelho do banheiro aqui de casa - se acaso os meus temores de que és um gênio desconhecido ou mágico sejam temerosos, sei lá. Tenho tido bem pouco tempinho pra te dar uma atençaõ devida. Mas são tantas variáveis descabidas na vida...os tempos estão ficando outros! Ai, que mágica!        

          Estou a lhe revelar que mudo meu jeitão de ser pra me conformar como uma espécie cult de "aranha-mãe", das arretadas ou dessas sem juízo como se deve. Tenho tido muito tempo pra entreter a minha vida no trabalho e quase sempre te esqueço, nem sempre lhe sendo tão contumaz quanto antes. Cada passos desses meses me levam à Dezembro por ser i, mês que fecha tudo, e fico é complicada, distraída ou tatibitate por escrever tão pouquinhio.  Tudo acumula e os muitos dos meus leitores estão escasseando em suas leituras pra comigo. O que me deixa sem tempo é essa atarefada viud amundana, os serviços dessa empresa na qual trampo com sofreguidão que só vendo! NEm tudo pode se rperdoado nessas faltas que dou nestas páguinas virtais - eu diria 'virutais' e etecetera, mas não invento isso por ora - e o tanto que pulo nos dias "rápidos" dos últimos meses. Tem sido uma corrida, se tanto!]

        Diário, doce, meu calminho diário. Te considero tanto nesta minha vidinha midiática! Tem horas que te esqueço só pra falar ou idissertar de tudo sem me referir a você, claro. Outrotanto é que sou atarefada pra cacete! Tem lances ou demoras em que escrevo de tudo que der na telha, mesmo que absurdas, por aí. Se bem que sou calma em meu quarto particular o qual arranjo folga pra ir mais longe sem você, Nem sempre diria "querido diário e tal", mas houve umas ocasiões emque tinha de ser direta, menos pedante e mais poetisa, quase indo à extrapolar mais do que devia fazer. Que me perdoe por tempo enorme sem te ver, te dizer, te benzer, te agradecer. Paciência, eu fiz, e faço o que pode ou pude...kkkkk Doida essa Júrunhanha! kkkkkkkkkkkkkkk

      Ferido diário, que tá dodói, machucadinho e tal, posso ir mais pra frente e continuar sem te chamar de querido isso, querido aquilo? Isso faz parte de minha adultidade, sabe? Entretanto me rebelo por justa causa ( com calda, com cauda, o escambau...sei não... ) e quero te oferecer uma guiinada em nossa relação, se bem que meu diário físico de menina ainda poderia ter algum valor, quem saberia? Com isso memente espero que me perdoe por elevá-lo à categoria de diário da Capitã Aranha ou da Donzela Sapatinho D'ouro, não posso evitar essa mutação. E tenho de fazer isso por doravante! Embora rudo descambe pra absurdos eu farei as mudanças pra evitar te esquecer amanhã. E topas?

      Voltando à vaca fria, eu diria que tava na hora mesmo de mudar. Alterar a vida registrada dia a dia, fazer como se deve. Não tenho os dias todos pra ir escrevendo cada coisita de minha parte. Tomo a iniciativa e fico a dever, mas o diário querido - como não? - se ressentirá com isso. Dele faço um ser "vivo" inquietante, mas nunca o deixarei vazio ou inexpugnável. Dia sim pou dias não o lembrarei de existir como o querido senhorio de meu lápis, aliás de minha digitação, pra falar a verdade...ops!  kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Sou é uma comédia...

      Eu vou de fato evoluir meus textos "amadores" diários, colocando-me na vanguarda de volta e meia dizer de TUDO, como de sempre tenho feito desde há muito. Ler, sobreviver, crescer ou filosofar é o mote pra daqui por diante. Lé com cré, sabe lá lelé....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e eu gracinha... kkkk

      Ferino e ferido diário, aceite de bom grado essa modificação futura! Hah! E ano que vem vamos faturar amigos, leitores e zente bunitaaaa...tá?

 

 

                       

                            "Não fico nessa posição há anos! Afe! SOS!"

                            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ( Jú a seu disppor, 2017 )


Publicado por Jurubiara Zeloso em 29/11/2017 às 20h55
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