Jurubiara Zeloso, Amigos e as Amantes

 "Os homens e as mulheres de boa aparência não vivem muito tempo..."

    PATRONA DO MÊS DE ABRIL                   

                 Simone de Beauvoir ( escritora )
    
       Não vão dormir, coelhas garotinhas e moçoilos...

             Não sejam gulosos e não me olhem assim! 
         


      
 O desejo de ser está na escrita, a de pertencer
        ao mundo que sendo menos criativo precisa
        de gente que saiba viver, escancarar as novas
         fronteiras, rasgar corações, saber a tudo fazer.
        Toda poesia e belos escritos com primor que
        não só pertencem ao escritor mas a quem o
        ama pelas palavras e conhecimento da vida..
        Isolar-se jamais! Apenas adentrar mundo ou
        das maravilhas da alma poeta e escritora!
        Somos amantes da vida, das coisas que só
        compensam e tambem as que recompensam.
        E não basta ler tudo...meus amores...e a esta
        hora do momento a loucura, a vanguarda, a
       insana possibilidade de abrir portais e cenas
       do amanhã ´meu trilhar, e com essas ideações
       posso entreabrir a porta da literatura desse
       amanhã e compreender algo que fomenta meus
       anseios  de poetisa libertária e renovadora.
       Os outros que descubram por si mesmos o que
       aqui exponho diariamente, e ler muito e viver
       a vida não será o tudo e o TODO que realmente
       nos importa! Afe...sejam bem recebidos aqui...





 
     E TEMOS QUE FICAR ALERTAS E EVITAR DESASTRES....

     

            


                  MENINAS EU VI
         


              

                
     
             



            


              


              


          



  

  A luz do mundo é uma mulher. A Terra a outra mais amada!
               



A arte é feminina. O pincel amabilidade. A côr um só amôr!


    


       
         
       A Apanhadora do Campo de Bamboleio...


 


 
         


  
Meu Diário
03/04/2018 19h28
Falta que faz, mas nem tanto!

           Falta alguém pra essa equação: amiga + confiança + fidelidade. Uma parte pra concluir um coração frio, que ainda é o meio caminho de encontrar a pessoa certa. Não que eu reclame disso, longe de mim tal desfeita.  Estou é bem cercada de amores, conceitos, livros ou deveres trabalhistas. O que acho fútil é a falta incompleta de encontrar gente a mais que combinasse com essa aceitação, na procura certa. Eu tenho muita procura  e de pouco me faltaria se resolvesse isso.

           Comigo sempre me faltou mesmo é um certo companheiro, confiável,e  entretanto nunca acharia mesmo hoje em dia. Antes, quando mocinha afável, talvez sim. e uns caras me aborreciam, por só andarerm pensando em sexo enjoado e só cair fora. cpisas assim, humpf! Homens amigos é fácil de achar, desde que não tenham interesse obscuro ôco e velado por minha sexualidade agora controlada. Desconfiar é parte da soma, mas nunca de uma equação correta, mesmo inventada E vejo com a matemática mesmo esse argumento inicial por amizades masculinas corretas, na ùnica opção de reles pensar por probabilidades de achar, mas não me arrependo de escolher a dedo os meus amigos externos. Isso nunca deve é afetar a minha feminildade, a qual mudou muito pela necessidade de sair fora da bissexualidade de antes. Neste momento eu prefiro mulheres, amores femininos e toques suaves de carícias que só nós podemos oferecer entre nós mesmas. O problema é sair disso encarando as aimzades desses amigos bem homens, apesar de mostrarem que nada os afeta quanto a mim. Lêdo engano, talvez...ou fica complexo explicar assim... 

         Não nego jamais que sou bastante misândrica, desapegada de instintos de maternidade em conluio com parceiros tôlos. E longe de mim esse querer "assédio" de tal natureza, servidão doméstica ou coisa similar. Não sirvo pra casar naturalmente sem expiar as minhas amarguras quanto ao casamento. Nunca tive a tendência artificial - essa de mulher inocente útil que não cola ou  esse agasalhar-se aos apelos masculinos protetores - de querer ser a dona de casa, com filhos malcriados alheios, viver duma ilusão e assim por diante...que me livrem dessa agonia! 

        Esse é meu ponto de vista, mas de resto nem achei ainda alguma pessoa que coubesse aos meus amplos sentimentos, fosse ou não ilusórios, e que entedesse este meu mundo peculiar. Sou uma lésbica por pura opção pessoal e gosto de ser assim, infelizmente para muitos perplexos com uessa atitude anti-mulher, como en todas as outras diferentes que sofrem assim. Não sou fácil de certa maneira, e os homens me detestariam por ser eu a mandona do pedaço, a fortaleza frágil com a força de dez mil argumentos que sou ou tenho demais sobrando. 

       Sempre me faltou essa procura certa nos lugares certos, apesar de tais e tais lugares especificos serem obtuos, distantes, falhos, cansativos enfim. Tudo que sei veio a mim de modo incomum, sendo CDF e lésbica total, e devo nada a nenhum do sexo oposto pra falar a verdade. De certo modo eu sei, sou uma solitária feminista misândrica/poetisa, uma mulher sem esperança de redimir a falta de um casório, sem precisar é de másculos insistentes entre as pernas, os mesmos que temerei existirem por perto. Dos homens eu só quero reclamar, todavia, apenas do seu entusiasmo, pela má ereção e essa volição inata por uma conquista sexual evidente. Tenho horror a esse pensamento, apesar de tudo! Caras assim tem um monte que abomino!

       De minha párte não me falta companhioras, amigas e tesudas amantes. E entretanto eu estsaria aberta a uma amizade compromissada com seriedade, hoenstidade, ombridade, assexualixada com os raros homens sérios. Bem, copmo não os encontro pra amenos bate-papos verdeiros, fica dificil cada uma de minhas buscas por gente desse calibre. Fico a fazer asas de pomba sem a outra mão pra conduzir a parte da asa que falta - dito como uma metáfora só minha.. Só ficará claro que JAMAIS desejaria união dualista com tais homens comuns dd qualquer lugar. Se outrora tivesse achado o lhomem certo, com essa dignidade esperada, teria mudado de opinião. Continuaria a ser o que sou, mas indiferentemente de estar solitária de algum modo ( apesar de muitas amiozades pretéritas atuais que perderia, coisa e tal... )! De fato sou um ser sozinho em parte do mundo, mesmo cercada de esperanças...

      Espero que não me entendam mal. Apenas estou desabafando de algum modo ou sentido. Procuro uma amizade pura, isso é tudo, na verdade o tudo que realmente me importaria neste exato momento. E homens que procuro terão de ser hoensto o bastante pra não me desejar impunemente, ignorando a minha afetação, o tanto de mim que se mantém pacífica.

      Se acaso preencher a falta estarei digna de nunca me relacionar plena de defeitos encontrando defeitos em terceiros. Esse é o meu dilema do ouriço não muito preferido...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 03/04/2018 às 19h28
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30/03/2018 21h49
Receba e não espere amôr

         A ação dos homens não significa que atos bons sejam acompanhados de belos aplausos ou lágrimas vertidas sem sentido. Cada passo que  nos dão parecem efeitos de má vontade, dejetos de moralidade ou periculosidade dessas tentativas de sermos mais humanos do que merecemos. e eu percorro o mundo afora com esse pensamento de evitar que o amor oferecido a cada um que nos torne insignificantes como seres pensantes. O que certos homens fazem pelo mal, ou agem conforme isso nunca dignificam o valor de homens isolados tão bons quanto honestos. Mas jamais conheci um que hornasse mais a verdade dentro de si sem se arrogar de mentir preconcebido pra agradar a outros. Apenas um por cento desses que conheci, com a razão ajuizada, se tornam raros nesses tempos bicudos de agora. São demais valorosos e bem valiosos, as raridades em cuimplicidades que devotam vidas ao certo ao oposto do errado ou vice-versa. Foram sempre uns aprendizes da vida a cada esquiva dos erros, desencontros, mentiras que coabitam em nós. O mundo tem desses apenas sua memória eme suas tumbas ingratas como pais sofridos ou "santos" vivos sacrificados pela realidade que machuca sempre! Desses até eu encontro poucos! Se tentarmos amôr pra apaziguar em nada dará de bom! 

      Eu tenho de me alongar como se o curso das coisas que me cercam não mais parassem de progredir para lados incertos. E meio mundo que conheço tem dessas coisas chatas reais imexíveis, destruidoras de individualidades. E nem sempre eu sou correta nesse afirmar, mas conheço bem os homens, suas tolices, seus poemas alquebrados de viver. Os seres humanos que somos nunca estamos acostumados com terceiros que deformam pelo bem as suas certezas, que tanto padecem de eternidades. Ser poeta neste exato momento nos impele ao encontro infame com esses homens infames, suas façanhas ôcas e mitos ideológicos sem fim. Nada se cria sem se afiançar pelo desprezo ao correto, ao devido, a tantos modos de encarar a vida de todos. Muitos não se importam em serem cretinos em seus atos estóicos sem graça. Outros nos ameaçam com ideologias, dogmas, falências da alma, nunca enxergando a beçleza próxima. Os significados e os signos se perpetuam mas o eterno que se conforma na beleza, nos confrontos da natureza, do pacifismo de poemas feitos por entreter.  Com tais fracotes como eles muitos se deixam domar em velhacarias  e em seus atos de boa "vontade" falsos  se perpetuando na mesmice sem término, assim em nada elevando os costunes do bom viver.

     Sair pelo mundo e descobrir pasmos esses delitos de mau caráter assustam poetas incultos, sábios dementes, as realidades sem muita noção ou o nada espreitando no abismo. Assustam os incautos de inocente predileção, e metem agulhas sem sentimento na pele dos desentendidos do mundo. Temer os atos feitos com soberba calhorda, mentiras capitais é o primeiro passo dos santos, mas confesso que nunca serei santa pro isso. Mas eu temo os vestigios do que sobram da má vontade atingida por eles.  Sou temeros a ebem cautelosa pra falar a verdade, mesmo andando com solene sorriso feminino por nada.

     Tem hora que ser mulehr diante desses fatos e desse tipo de gente que se dizem homens verdadeiros é perambular aonde a escuridão reverte as luzes. E parece complicado esse tamanho jogo de ilusões e ações sem méritos...

     Se dermos a paixão oferecem essa mesma face dos sentimentos ôcos. Contudo ao dar-se o destino num tom amoroso de cuidar das afeições, só nos acabamos sozinhos ou frustados sem espera. Esqueça de ser amada e este mundo que eles constroem desmorona, quão insipido seja, em prol da certeza dos conflitos surdos! Tendo em vista tamanho desacerto entre atos bons e os atos falseados nujnca podemos oferecer  um amôr que se precise. De fato as mulheres sempre estarão sozinhas se acaso a sorte de viver amada se canse no primeiro dia...isso tudo acima assuntado é o que penso por ora na vida!

     


Publicado por Jurubiara Zeloso em 30/03/2018 às 21h49
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25/03/2018 18h19
Notícias de ontem - II

           Se atraso minha vida atraso a minha ida aqui na Recanto. E tem horas que fico nervosa de querer sempre falar algo de mim ou das coisas que me cercam. Tem momentos que não dá inteiramente. MAs ainda falta-me tempo pra muita coisa a ser feita por aqui. Se bemque ando esquecendo fatos ou de anotar mais adendos aos meus texots. E é um tal de ler e-mails e livros que me deixam tontnha da silva! Afe, como é dificil ser mulher moderninha antenada demais..

           Hoje coloco em dia minhas idóeias d ecomo ensinar a ler ocasional e enfaticamente a ler sobre tudo nos livros. E tem muiotas maneiras liberais de agir como quisermos, mas temos que ter um parÂmetro ou um esquema pra proceder bem nas páginas de qualquer livro. Se bem que antes eu tentei ir bem mais longe colocando ordem nas leituras ou na procura por conhecimento sem uma ordem planejada. Isso não funciona. Melhor ter seu próprio padrão de ler até condeguir manter uma harmonia a cada página quer ler. Ao menos pensava assim. O que vale mesmo é a instrução, a diversão ou o aprendizado literário dia a dia. E eu tentei impor a ordem inata de se escolher o que deve-se ler a contento. Isso depende de quem lê de cero jeito. Entretanto fui muito superficial ao dispor quais série de livros se lê em devida conta do saber de quem  lê muito. Tambem me enganei a respeito.

        Claro que se começa a ler depois de um árduo caminho de estudar e saber a çlingua que temos. Basta-nos as trraduções ( algumas errôneas e outras tatibate tão arrojadas neste país de leitors minguados... ) e as versões de inpuemrois tradutores pra se te o prazer de entender e conheecer determinados autores bons. Na maioria vale a pena arriscar só conhecer, mesmo que sejam até pedantes, arrivistas, perdidos ou inconclusivos em suas obras. E eu tenho por pauta estabelecer regras, o que está errado desde que falei com meus leitores - e aonde estarão? - como ler tudo que chega às mãos. Isso erra por ser uma premissa minha e não a vontade do querer ou não do leitor entusiasta. Leitura sendo livre é ótimio, contudo precisa de regrinhas insulares ou raras, como leitores há muito percebem desde o inicio. Página a página temos de ter amor ao que se está espraiando à nossa frente diante dos olhos. O que se aprrender nisso é só um capricho pra a memória ficar alerta e a mente absorta com cuidado. Mas tem mais nessa ocasião do que podemos supor...

       O hábito de leitura não pode ser um hábito deletério, vulgar ou aleatório, e muitos se enganam aí. Tem de se tornar um hábito pra ser prazer sempre, algo mais talvez, porém essencial pra gostar de ler eternamente. Não pode ser um hábito pois eu detestaria empregar esta palavra pra algo que é sublime quando fazemos. Ler é uma importante ferramenta de compreensão, nos oferece a civilidade do  humano quando cria obras pra tal afinidade. Enfim, de fato, parece hábito ou mania de desocupados pra alguns, um ato solitário desses antipáticos "isolacionistas" de si mesmos. Quase em parte isso é a verdade, mas algo enganador para quem sabe do que estou REALMENTE falando. Não considero jamais um vício somente ler por ler, obviamente o que parece ser. Para alguns fica o mistério da leitura prazeirosa porparte do leitor consciente ou de conhecimento simplesmente por tentar saber das coisas. Nesse ponto um dicionãrio, uma enciclopédia em livros, uma reles tabuada zelosa são tão importantes quanto o corolário maior de todos que ousam ler mais do que nunca: o livro de Autor, dos clássicos e tanto, ou algo parecido. Leituras válidas são aquelas que nos fazem pensar, meditar, concluir e correlacionar com/na vida. Assim deve ser primariamente falando..saber ler é fundamental nesses casos! Leia e aprenda! - mote preferido de um a cada 20!

      E temos que preencher o vazio de nossa existência com realidades que nos comovem ou fazem pensar bem. E eu não didir a"vazio existencial" mas um abismo que se não comportar direito nos faz naufragar na mesmice de um mau leitor. Ler fundamenta principios, formam doutores, capricha as formosas e melhores mentalidades, dá enlevo ao sentoidpo da vida, aprende-s emais doq ue se enriquece. E na verdade uma riqueza de leitor é o manancial de sue saber que cresce tanto quanto valoriza. Aprende-s e dentro de si e aprende-se consigo mesmo, se der a entender o tudo que realmente importa numa leitura complexa ou não d ese fazer. Ler é instrução elevado ao patamar do saber comungado nas certezas ou  não do mundo. Um autor nos exige isso, que participemos, vivamos e oremos com ele em seu evangelho útil de escritor qualquer. Nem sempre temos bons autores e maus leitores, e vive e versa! Cada caro no instante lido são somente uns casos absorvidos, se é que me entendem. Estou de fato variando um pouco essa atitude benquista de quem lê com convicções.  Eu diria mais nesse caso...

      Portanto devemos ler sem espírito crítrico até a hora de fecharmos um livro deveras lido e encarar a capa dos fundos de uma edição. Após ler o todo que se apresenta crível ou não em uma leitura devemos muito avaliar o tanto aprendido pra partir a outra leitura. Ler enseja o caminho pra outros livros, outras maravilhas, outras aventuras, mesmo que escapistas. E temos a tend~encia de spó isolar a leitura, mas de fatop a leitura é muitas facetas, tem muitas trilhas, muitas pontas soltas e assim por diante. E temos a leitura contumaz, a mesma que nos impele a seguir adiante sempre e sempre! Vale a pena estudar esse assunto em qualquer aspecto que se apresente. Ler é um bálsamo pra quem sabe o que entende, após lido e relido se assim quiser.

      Só o fato d eindicar um livro da estirpe de um Camões ou Cervantes pode dar apropriadas ferramentas ( ou um laboratório pessoal de fato! ) a quem se acostuma a ir longe no conhecer a si e a terceiros. Assim pois irá longe nas escolhas prediletas de sua amabilidade leitora. Se Cervantes então escolho a aprimorar mais ainda o gosto por isso com leituras mais fecundas, tanto atualizadas ou anteriormente incidentais. De Cervantes a Unamuno, Borges ou Freud. Isso se quiser ir mais além, com livre escolha claro, como sempre deve de ser. Se livrar de arregiemnto forçado de uma leitura não prazeirosa nunca oferecerá o melhor conhecimento em qualquier coisa admitida. Ler é este tal fundamento em toda a minha vida doméstica de leitora assídua, mas não sendo compeltamente uma atividade única nesta vida atribulada.

      Se pudesse fazer listas indicaria, com certeza, anteriores processos de como chegar á mais "alturas" que indiquei,. Livros que expus em uma lista incompleta, é verdade, mas daria um bom começo a quem inicia a jornada. BEm no começo adiantei essa realdiade, mas deixo livre a escolha de que livro deve ser lido, mesmo que impróprio para certos momentos ociosos de crescimento interior. E eu não diria "ociosidade" uma reação legitima de se pegar um livro, se sentear, esquecer da vida ou ir longe na imaginação sem freios. 

      Ainda devo mais potas soltas a serem melhroadas nessa atividade lúdica que me dá mais saber do que cem anos sem leitura nenhuma! O prazer seria só um mero detalhe da mente caprichosa de um leitor comum. E tenho dito!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 25/03/2018 às 18h19
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23/03/2018 22h17
jamais se oculte por inteiro

    Não se oculte, não se revele tôla, não distorça espelhos e mantenha as mãos livres pra alcançar o que vê mesmo que iludir-se pareça ermo..porém, esteja pronta a antever o que seus olhos cobertos não conseguem definir mais claro! Um dia verá no mais claro diamante a espessa matéria que nos conjura. Assim sobrevive os mais aptos quando ajudam os menos afortunados, sem diamantes ou sem justiças...faça o bem a si mesmo e olhe pelos outros!

 

       A imagem pode conter: 1 pessoa, nuvem, céu, atividades ao ar livre e natureza

    Cultive wm uma liberdade azul, a luz que procede bem ao iluminar, mas caminhando certo, neste algum bom senso a te guiar as ações. Deixe que germine a pronta ação que iluminará caminhos. Este regar da mente que a tudo deverá  dar frutos inimagináveis. E leia com voz murmurante sobre esta luminosidade que nunca se esgota em casa, na vida e com você. Deixe sim brilhar a mais tênue certeza de esta feliz se outros compartilahrem sua existência, mesmo que tão oculta mil vezes!

   O meu caminho tracei, esboçando conceitos, envergando as vestes de quase mártire, espalhando a palavra que me faz bonita por escrito, sem dogmas ou sem favores. Terei deixado enfim a marca de existir por terceiros que me amem, olhando-me como sou. Modestamente trilho essa sina, com calada efemeridade num cantinho, a espera de semear luz sem sombras, Com isso jamais ocultar-se entre limitados espaços, os vesgos limites mundanos. Sou o que edeveras sou imensamente pequenina...com isso sou feliz um pouco!


Publicado por Jurubiara Zeloso em 23/03/2018 às 22h17
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20/03/2018 22h31
Eu sei como pilotar, me deixe que vou!

              Posso andar e tudo, mas pilloar moto e dirigir carro é mais minha onda agora. Antes era um tal de ônibus, carro emprestado e carona sem graça. Por vezes zozinha dentro d eveiculos cheio de gente apática ou dei insossa afetação. E isso muda. E mudou! Espero ser mais diligente no caminho e nas estradas, tasnto na vida quanto nas fisicas. E claro que não deixo de ler ou saber das coisas da realidade que nos ronda. As minhas amigas adoraram o flerte com veiculos só meuis, carro entãio ainda é luxo, mas emprestando outras me dão garantias d eliberdade e nenunha reclamação alheia. Fiu fiu! Quem te viu e quem te vê! É o que sempre dirão...

             Faz tempo que tenho carta de direção - cpomo chamo essa carteira assim penabunda que me deram, mas eu dirigia pouco até uns tempos atrás, apesar do medo de atropelar velhinhas ou patinar em poças grandes de água de esgoto! O que faria se batesseme outros carros com gente estupida e briguenta? Nem sabia como agir mesmo com seguro, essas coisas. Agora tenho noção sempre. Apesar d epoetisa tenho de navegar no mundo, plenejar rotiros, ou de visitar mil lugares mais aprazíveis e tal. Posso ir responsável afinal de contas. E eu tenho liberdade pra agir adulta, mais do que nunca adulta completa, lógico! Queq seja lógico então!

            Tem horas que gosto é mesmo MUITO de andar por aí, nas intensas avenidas movimentadas de gente. Entretanto possuir um veiculo me dá mais passos, mais escolhas livres. Isso não quer dizer que contribuo ou não com o ambiente espalhando poeira ou poluir este mundinho arrogante. Mas tenho consciência pois eu faço o bastante de minha parte perambulando com todas as pernas pelo mundo afora. Parcelas de culpa sempre vem depóis, enfim. Sou uma andarilha e pequena pensadora, faz parte essa coisa que me faz tão humana. Poetisa é somente um passo bom entre as milhares de passadas pela realidade presente. Eu respíro isso, com responsabilidade e boa aceitação mútuas de terceiros. Assim é esta vida moderna, acho. E tem que ser, em parte sim! Viajar ainda que possivel, impossivel é não deixar de viajar com vida de felizarda. Eh eh eh!

            Nas ruas tem lojas, vitrine, compras e passeios que só me divertem, e instruem sobremaneira na arte de ser e perceber as pessoas. Sem isso não tenho como evoluir somente presa em casa comlivros que admiro ou com contingências parecidas. Sou ave rara por assim dizer. Tanto me dou bem parada em casa, na biblioteca instensiva quanto na sociedade de fora. Nunca poderei me eximir de escapulir um pouquinho das ansiedades domésticas. Eu tenho livfre arbitrioatpe pra vijar na maionese em todos os meus escritos mais cativantes. Ainda tenho de ir mais longe nesse quesito...esperemos!

           Sei dirigir desde o dia em que a realdiade ca´ptica do transito me permitiu ver o real sentiodo das coisas de fora.  Já iomaginava ainda miocinha se teria uma motoca das boas ou mesmo um carrão do irmão pra espairecer de qualquer jeito da mediocridade reinante. Foram sonhos de molequinha CDF estudiosa e rebelde em - eu diria - caução prórpia...kkkkk e agora estou nessa parada dura de agir conforme leis pedantes. Afe de afe! kkkk

            Pilotarei avião algum dia? Será possível sonhar assim, Falta-me entretanto brevê de piloto na certa. Só uso simuladores de computador, o que não é a mesmissima coisa. Tenho talento pra ir longe, mas uma ilusão dessa me tiraria de vez do chão para alturas poéticas mais trancham? Quem saberia dizer se eu pusesse roupas de avadiora e pegasse um avião  desses de duas asas antigas, e assim sair por aí, fazendo voleios ou arremates no céu? Meus limiares de poetisa valente e arredia iriam longe com certeza que sim! Um dia é um dia qualquer e sonho é realização em outro plano, assim eu concordo que seja...ou posso ao menos pensar meio doida com isso...

           Este ano marca muito minhas idéias e demoras de escrever com mais rigor, portanto eu farei o possível pra manter coerências, registros e paçlavras bonitinahs em tantos versos de minha lavra. Quem sonha alto não cai assim indiretamente para o chão, se acaso tiver sonhos, com pensamentos-guia mais condizentes consigo mesma...será que posso pensar nisso? Pois é...


Publicado por Jurubiara Zeloso em 20/03/2018 às 22h31
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